Poema Nao Ame sem Amar
Em um relacionamento, não existe apenas um certo e outro errado. A vida a dois é feita de acertos e falhas compartilhadas, de escolhas diárias que se cruzam, de intenções que às vezes não se alinham, mas que, com esforço mútuo, encontram o caminho de volta.
É comum, diante de crises, buscar um culpado. Apontar o dedo, pesar os erros, medir quem fez mais ou menos. Mas a verdade é que um relacionamento não é tribunal. É construção — e toda construção exige dedicação de ambos os lados.
Ninguém ama perfeitamente o tempo todo. Haverá dias de ruído, silêncio, desencontro. Mas também existirão dias de cuidado, escuta, reconexão. O sucesso de um casamento não está na ausência de conflitos, mas na presença de dois dispostos a enfrentar as dificuldades juntos.
Fracassos não surgem de um dia para o outro. Eles são somas de pequenas desistências, de palavras não ditas, de perdões adiados, de empatia esquecida. E, da mesma forma, os sucessos também não se constroem de forma repentina — eles nascem dos detalhes: do olhar que acolhe, do gesto que cuida, do diálogo que insiste.
No fim das contas, não se trata de ter razão, mas de querer estar junto. Não se trata de vencer uma discussão, mas de preservar a conexão. Porque amar é escolha, é responsabilidade dividida, é caminho
Não quero colecionar inimigos, também não pretendo preencher o meu álbum com fotos de falsos amigos.
Prefiro o silêncio de poucas presenças verdadeiras
do que o barulho vazio de companhias passageiras.
Lealdade não se força, e respeito não se mendiga —
quem caminha ao meu lado, que venha com alma limpa.
Que seja real, mesmo que imperfeito,
mas nunca disfarçado de afeto no peito.
Como muitos imaginam, morte não é o contrário de Vida, morte é o oposto de nascimento.
A vida está no meio, e ambos fazem parte do ciclo da Vida.
Nascimento, Vida e Morte, EIS a Vida!
Não Pertencimento
Essa angústia de ser sem pertencer
esse tormento que assombra o pensamento
essa agonia de ter que conviver
com esse sentimento causando sofrimento
Esse silêncio ensurdecedor
essa voz que cala por dentro
essa verdade causando dor
essa pausa necessária no tempo
E aquela felicidade que parecia infinita?
aquela vontade de ficar tão perto
aquela saudade bendita
aquele desejo de dar tudo certo
Aquela dúvida causando confusão
aquela sede insaciável
aquele contato em combustão
e aquele apetite inesgotável?
Uma vontade imensa de querer ser
mas um vazio enorme por não pertencer
um lamentável desprazer
colocando tudo a perder.
Nunca cantaria sobre o amor, se ele não fosse real.
Nunca escreveria sobre o amor, se ele não pulsasse em mim.
O sol nasce sempre no leste,
a bússola não guarda segredos,
apenas um sinal simples a decifrar.
E, ainda assim, no meio de todas as certezas,
ele é a única exceção.
Fúria de Viver
Não quero metades...
nem promessas frias.
Quero o fogo inteiro —
mesmo que queime.
A vida... não é ensaio.
É chama.
É dia.
É o instante que rasga —
e não se contém.
Carrego cicatrizes como medalhas,
forjadas em quedas,
moldadas em dor.
Não peço caminho fácil,
nem muralhas...
Quero o caos,
o risco,
o amor.
Sou feito de pressa e tempestade,
mas também de fé,
e vontade.
Não nasci pra assistir —
nasci pra sentir.
Pra lutar.
Pra existir.
E se o tempo me desafiar...
(se aproxima o tom, mais grave, mais forte)
Eu grito:
🔥 “Sou vida!
Sou fúria!
Sou infinito!” 🔥
“Rasgar o Passado”
Não dá mais pra esperar o tempo curar!
Já esperei demais, já calei demais.
O mundo grita, e eu quero gritar junto,
sem medo de quebrar o que ficou pra trás.
O passado? — que fique no canto.
Não me serve, não me veste, não me guia.
Cansei de reviver o mesmo pranto,
quero fogo, quero agora, quero vida!
Transformar dói — que doa, então!
Melhor a dor da mudança
que a prisão da lembrança.
Melhor o salto no abismo
que a rotina sem alma e esperança.
Eu rasgo as velhas páginas,
sem piedade, sem adeus.
O que fui não me define,
o que serei — depende só de Deus.
O novo me chama, feroz, urgente!
E eu vou, sem olhar pra trás.
Porque quem aprende a se perder de si,
é quem finalmente se encontra em paz.
Todos nós vivemos em uma caverna, mesmo que não queiramos admitir. Mas vivemos. Há uma guerra silenciosa dentro de nós, em nossas consciências, entre o sim e o provável não. Se conseguimos encontrar um equilíbrio, é graças à luz do conhecimento, que nos guia em direção à verdade. Não conseguiremos sozinhos, então olhe para dentro de si e encontre o seu próprio caminho.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre. 🙏🏾
Tenhamos fé!
🙏🏾🕊️🙏🏾
A coisa mais terrível no inferno não é o fogo ou a dor.
É a ausência de Deus.
A alma, perdida em seu próprio vazio, estará à mercê dos seus próprios pecados, sem a luz que guia, sem a misericórdia que salva.
No fim, não é o sofrimento físico que atormenta, mas a eterna separação da fonte de todo amor, de toda graça, de toda redenção.
Não viva para aquilo que o tempo leva,
mas para aquilo que a eternidade guarda.
O que não te acompanha além da vida,
não merece ser o centro dela.
A figura de Sam Wilson como Capitão América transcende os limites da ficção.. Ele não é apenas um herói com asas e um escudo, mas uma metáfora viva de algo maior: A vitória da virtude sobre a força bruta, da humanidade sobre a arrogância, da perseverança sobre o privilégio..
O que muitos enxergam como fraqueza — não ter o soro, não ser sobre-humano — na verdade é o que torna sua existência mais filosófica, mais humana, e portanto, mais inspiradora.. Ser Sam Wilson é provar que ser um "bom homem" pode pesar mais que qualquer músculo ou poder divino..
Sam Wilson, como Capitão América, é a prova de que não precisamos ser deuses para sermos gigantes.. Sua força é filosófica, não muscular; emocional, não brutal.. Ele lembra que o verdadeiro heroísmo não está em esmagar inimigos, mas em inspirar corações..
Aqueles que não enxergam sua importância revelam mais sobre a pobreza de sua visão do que sobre o valor do personagem.. Ser o Sam Wilson é ser resistência contra a mediocridade, é ser chama no meio da escuridão.. E, no fim, ele nos ensina que o verdadeiro poder é ser um bom homem — porque isso sim, muda o mundo e incomoda as mentes fracas..
O verdadeiro herói não mede a vitória pelo que destrói, mas pelo que consegue preservar..
1. “A força que destrói é momentânea, mas a palavra que edifica permanece no coração do inimigo e o torna diferente.”
2. “Vencer não é derrubar o outro, é impedir que ele se perca ainda mais.”
3. “O herói verdadeiro não mede sua vitória pelos corpos caídos, mas pelas almas que escolhe preservar.”
4. “Quem domina pela violência só prova poder; quem convence pela razão prova grandeza.”
5. “Mais nobre que triunfar sobre o inimigo é despertá-lo para uma verdade que ele mesmo havia esquecido.”
Viver !
Viver sem te não a razão,
Longe dê te principalmente.
Quem se afasta de ti,
deixa de um servo obediente.
Viver por viver, é melhor ser recolhido;
porque só em teus braços, o homem será bem acolhido.
O Senhor diz: Vinde a mim, mas poucos são os que lhe obedecem, perefem um rosário para lhes fazer uma prece.
O Senhor diz: Clama a mim, a sua recompensa aos que lhe clamam é:
A salvação.
E serei salvos,
O Senhor diz: Buscar-meis e mim achareis, quando o fizer, de todo coração.
Mas, ninguém quer compromisso contigo, porque o Senhor requer santidade; e para alcançar a santidade, temos que abrir mão das coisas que o Mundo; nos oferece.
Não se preocupe com os momentos
que te impedem de ser feliz, preocupe-
se com o que te impede de ser vc
mesmo!
Falta de noção não é charme, limite sim!
Tem pessoas que mal te conhecem e já querem mostrar o que ninguém pediu pra ver, a pressa é inimiga da classe e falta de noção não é charme.
Existem mil formas de causar boa impressão, mas não maioria das vezes confundem curiosidade com intimidade e o resultado é vergonha alheia.
Nem todo atalho leva aonde você quer chegar, alguns só mostram quem você realmente é, mal chega e já perde a graça. O desejo se conquista com presença e não com atrevimento. Limite também é charme.
E o meu… poucos sabem onde começa.
As pessoas confunde interesse com atrevimento e perdem a chance de me conhecer te verdade!
Sapé não é apenas cidade
é lembrança acesa.
É chão que guarda passos,
vozes, e feridas que ensinaram a resistir.
Entre engenhos e rios,
o tempo moldou o rosto do povo.
De mãos calejadas, eles escreveram história
com enxadas, com sonhos, com sangue.
Aqui tombou João Pedro Teixeira,
não como quem cai,
mas como quem planta.
Sua morte fez nascer o que o medo não podia deter.
Elizabeth, firme como a terra após a chuva,
carregou o nome, a causa,
e o peso de uma nação nas costas.
Ela não fugiu, floresceu na coragem.
E entre as ruas antigas,
ecoam versos de Augusto dos Anjos,
poeta que fez da dor sua morada,
e da palavra, uma cicatriz eterna.
Sapé é também vitória e renascimento.
No grito do torcedor do Confiança,
há algo do mesmo povo das ligas:
orgulho, suor, pertencimento.
Cem anos depois,
Sapé segue de pé.
Não como lembrança morta,
mas como coração pulsando
entre a fé, a luta e o futuro.
Porque Sapé é isso:
um nome que resiste,
um povo que não esquece,
uma história que sempre respira.
Cristo não busca os perfeitos
Ele desperta os quebrados.
Porque é nas rachaduras da alma que a luz da graça encontra passagem.
O Amor que não toquei
Eu te amei no silêncio mais profundo,
como quem carrega em si o eco de um milagre.
Tua presença era luz e condena,
era abrigo e abismo — céu e inferno em um só nome.
Não ousei tocar teu corpo.
Temia que o gesto rompesse o encanto,
que a pele profanasse o que era divino,
e que o desejo, impuro e humano,
manchasse o amor que nasceu casto e sem tempo.
Amei-te com as mãos atadas pela reverência,
com o olhar preso ao chão, como quem ora.
Havia em mim uma devoção doente,
um anseio que queimava, mas que não ardia em voz.
Eu sonhava contigo nas horas em que o mundo dormia,
quando até o vento parecia ter piedade de mim.
Falava contigo em pensamento —
em preces, em delírios, em lágrimas que não caíam.
Teu nome era meu sacramento.
Tua ausência, minha penitência.
E eu, exilado do toque, vaguei entre o desejo e o medo,
entre o amor que salva e o amor que destrói.
Hoje, sou o que sobrou do que senti:
um corpo vazio, um altar sem fé.
O tempo passou, mas tua sombra permanece,
sentada ao lado do meu silêncio.
E se há céu ou perdão, não sei —
só sei que, no fundo,
a maior dor não foi perder-te...
foi nunca ter ousado te possuir.
