Poema Nao Ame sem Amar

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Não faço mais dieta! Afinal, a baleia bebe só água e é gorda, o peixe faz natação o dia inteiro e é gordo, o elefante só come verduras e é gordo. Viva a batata frita e a coca-cola. Se eu tenho pneus? Lógico, todo avião tem.

Temer ser traído é não confiar no amor. Na minha opinião, a única vítima nessa situação é a pessoa que trai, pois quem trai um amor, trai a si mesmo.

"Quando não souber o que fazer com o tempo.
Encontre alguém que te faça esquecer que ele existe"

Quer falar sobre realidade? Não vivemos em nada que chegue perto disso desde a virada do século. Nós a desligamos, retiramos a bateria, comemos coisas transgênicas e jogamos os restos na lixeira da condição humana. Moramos em casas de marca registradas por empresas que foram construídas sob números bipolares que crescem e sobem em telões digitais nos hipnotizando no maior sono que a humanidade já viu. Precisa cavar fundo, garoto, antes de achar algo real. Vivemos em uma reino de mentiras, um reino em que você viveu por tempo demais. Então não me fale sobre não ser real. Sou tão real quanto o rissole de carne na sua bolsa.

Não chame de zona de conforto o que na verdade é zona de acomodação. Conforto é sinônimo de bem-estar, de satisfação. É na zona de acomodação que existe o conformismo de levar uma vida estagnada, monótona e sem nenhum sinal de evolução. Portanto, saia da zona de acomodação, tenha metas, objetivos e disciplina. Conquiste o êxito de ser uma pessoa sublime.

Não importa quanto tempo passe... Quando você ama alguém que já partiu, seu coração chora em silêncio todas as noites!

Tudo está muito longe, é a cópia da cópia da cópia. A insônia o distancia de tudo, você não consegue tocar em nada e nada consegue tocar em você. (Clube da Luta)

A menos que se admita a existência de Deus, a questão sobre propósito de vida não tem sentido.

Bertrand Russell
Moorhead, Hugh S. The Meaning of Life (1988).

Nota: Trecho de carta para Hugh Moorhead, respondendo à pergunta "Qual o sentido ou propósito da vida?", em 10 de janeiro de 1952.

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Seja você em qualquer circunstância, não mude para agradar ninguém, a não ser que a mudança traga evolução e agregue valor na sua vida como um todo!

"...Quem se queixa ou murmura não é cristão perfeito... nem mesmo um bom cristão..."

⁠Não interessa se um milhão de pessoas te julgarem, eu vou sempre acreditar nas lágrimas de uma mulher!

Mesmo que a vida lhe dê provações, não fique triste ou com raiva. Seu coração vive no futuro. Seu presente é triste. Tudo é um breve momento. O que você passou e o que está passando agora... serão valorizados no futuro.

Só os covardes e os preguiçosos não sabem suportar o mal nem recuperar o bem. Limitam-se a desejá-lo e a energia de sua pretensão lhes é tirada por sua própria covardia

E se nesse momento as palavras não valerem a pena! beijarei intensamente, e o silêncio tomará conta. Então assim a palavra mal dita, já não existirá.

Não tenha medo de conhecer pessoas.
Injusto é confiar em pessoas erradas e não valorizar quem merece!

”O que sinto por ele não é amor, esse não é o termo apropriado de se expressar esse sentimento. É desejo, é excitação, é sem medo, é zelo, é vontade de ter para sempre, é liberdade, é espera do tempo certo. Eu tenho certeza que não é amor, o que sinto por ele é melhor, é maior.”

As pessoas acham que a tortura é a dor. Não é a dor. É tempo. É tempo para perceber lentamente que sua vida acabou.

Stefan: Olhe tem coisas que você não sabe, está bem. Coisas que eu quero contar, mas não consigo. Pode ser que eu nunca consiga. E eu só preciso que confie em mim.
Elena: Confiança se conquista.

The Vampire Diaries
1 Temporada - Eps 4

O amor não morre - vivo eu dizendo. Morre o sentimento que é apenas uma imitação do amor, muitas vezes uma maravilhosa imitação do amor

Um homem não há de gostar de uma mulher que não pode passar sem ler. E que levanta para escrever. E que deita com lápis e papel debaixo do travesseiro. Por isso é que eu prefiro viver só para o meu ideal.

Carolina Maria de Jesus
Quarto de despejo: diário de uma favelada. São Paulo: Ática, 2014.