Poema Nao Ame sem Amar

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⁠O silêncio do sentimento e o riso disfarçado.


As pessoas não fingem depressão, elas fingem estar bem.
Muitas vezes disfarçam com risadas extravagantes, são muitos alegres e sorridentes para disfarçar a escuridão que a sonda por dentro.

Esses dias eu fiquei pensando: Ninguém vê a lágrima do palhaço, mas ele faz uma multidão sorrir.

As vezes é melhor disfarçar o que está sentindo para não contagiar o outro com a tristeza.
A depressão é tão silenciosa como tão intensa.

Como diz o cantor Frejat na música Amor pra recomeçar:
" Quando você ficar triste, que seja por um dia
E não o ano inteiro
E que você descubra que rir é bom
Mas que rir de tudo é desespero."

Nem todo o palhaço é feliz!

Inserida por AnaGelmaLopes1

⁠Vivendo meu momento sabático

Escolhi parar.
Não por fraqueza, mas por força.
A força de reconhecer que a alma também precisa de silêncio,
que a vida não é só sobre fazer, mas também sobre ser.

Me dei um presente raro:
tempo.
Tempo sem prazos,
sem metas,
sem ruídos.
Apenas um espaço seguro para respirar e me escutar.

Vivendo meu momento sabático,
descobri que o mundo continua girando lá fora,
mas aqui dentro,
há uma dança mais lenta, mais íntima, mais minha.

Estou me reconstruindo com calma,
com pausas que curam,
com silêncios que falam mais do que mil palavras.
A espiritualidade floresce quando a pressa some,
e o sagrado se revela nas coisas mais simples:
no café quente sem distrações,
no pôr do sol visto com o coração,
no choro que limpa, no sorriso que nasce do nada.

Esse tempo não é fuga.
É busca.
É reencontro com quem eu sou quando ninguém está olhando,
com o que eu acredito, com o que realmente importa.

Não é um intervalo da vida.
É a própria vida acontecendo de um jeito mais verdadeiro.

E nesse caminho,
sem mapas nem obrigações,
vou me acolhendo.
Me curando.
Me reencontrando.

Porque às vezes,
pausar é o ato mais corajoso de amor-próprio.

Inserida por AnaGelmaLopes1

⁠Poesia: 2/12/22

Me arrependo de não ter admirado mais aquele sorriso

Lindo, bonito e espetacular

Perfeição que se fala?

Também tinha aquele olhar que me seduzia e me lembrava o luar

Acho q um foi feito para o outro
Como o Céu e o Mar

Inserida por ricardodejulho

⁠
Nome: Que pena

Saudades de te falar, conversar e dizer.
Eu não sou muito observador,
Porém, o óbvio é notável
Meu palpite pode ser certeiro
Você não quer mais meu afeto e atenção
Meu ego não deixa eu falar,
Mas com o tempo eu vou deixando pra lá

É uma pena, porque ainda vamos conviver por mais 1 ano
O clima meio desagradável vai ficar

Eu e Deus sabemos o real motivo por não ter dado certo,
Eu fiz algo errado e ocultei
Aprendi a lição, se houver outra chance com alguém
Serei verdadeiro e se isso for um problema
Então nada poderei fazeres.

Inserida por ricardodejulho

⁠Título: não quero um amor irreal

não quero um quero um amor irreal
não quero só uma ficada
não quero vc lá e eu aqui

quero amar só mais uma vez
mas dessa vez que que seja pra sempre
até que a morte nos sepere

que o presente não venha ser ausente
mas que a gente possa compartilhar
dores
carinhos
tristezas
e muitas alegrias

eu só não quero viver algo ilusório
como eu ja vivi algumas vezes e no fim eu vi a garota que eu gostava seguindo um caminho diferente do meu

Não quero um amor irreal, quero um amor real

que tenha princípios

Quero amar a minha futura namorada, minha futura companheira, minha futura esposa dá mesmo maneira que Cristo amou a igreja.

Inserida por ricardodejulho

⁠Há um engarrafamento em minha cabeça.
Não de carros — desses já me cansei nas ruas —
mas de pensamentos.
Ideias que bateram uma na outra como caminhões desgovernados.
Palavras estilhaçadas. Conceitos esmagados.
E eu, no meio,
como um pedestre distraído que atravessou fora da faixa da lógica.
Meu psicológico está acidentado.
Não é figura de linguagem, não!
É um fato clínico — e ninguém sinalizou o caos.
E tudo continua fluindo lá fora —
gente indo, vindo, vivendo!
E eu? Eu estou aqui, preso entre as ferragens,
num cruzamento sem sinal,
onde todos os caminhos levam ao mesmo lugar:
nenhum.

Inserida por raulbardeiga

⁠Malditos sejam os deuses!
que nos deram só a febre —
e não o infinito para ardê-la!
aqueles que plantam a dor em nossos corpos
e a regam com o veneno da incerteza.
Deus — ou seja lá quem desenhou esse esboço de carne —
condenou-me a ser
um ser tão pequeno, tão estreitamente humano,
e ainda assim —
carregado de sonhos desmedidos,
maiores que os pulmões onde tento respirá-los,
maiores que o corpo onde tento suportá-los!
Pela janela da minha casa,
o céu me olha com indiferença —
infinito, azul, mudo.
Tão vasto quanto o desejo de nele desaparecer,
de me dissolver em nuvem, em vento,
em qualquer coisa que não saiba o que é ser eu.
Malditos sejam os deuses que,
no entanto, deixam a dor crescer em nós,
como uma árvore podre,
somente para se deliciar com o vento que a faz tombar.

Inserida por raulbardeiga

⁠É preciso estar em silêncio.
Não o silêncio de fora —
o de dentro.
Aquele que vem quando a alma
para de se explicar.

Só assim. Só no vazio do ruído
é que as coisas miúdas falam.
E elas — tão pequenas —
são as mais belas.
Porque são as únicas verdadeiras.

A cachoeira escorrendo sobre as pedras,
sem pressa de chegar.
O pássaro tecendo o ninho,
com o mesmo fio do tempo.
A semente rachando o solo,
num instante que ninguém vê.

As coisas pequenas —
essas, sim, sussurram em maiúsculas.
São tímidas, como o amor
quando ainda é um segredo.
Mas belas. Inteiras.

Mas a paixão...
ah, essa berra.
Espetada no peito,
atropela as frases,
rouba o fôlego e o sentido.
E cega.
E ensurdece.
E transforma o outro
num eco do que falta em nós.

O amor não.
O amor é a pausa.
Espera a febre passar.
Senta ao lado.
Não exige.
Olha —
e reconhece.

Só quando tudo se aquieta
é que o coração entrega
sua palavra crua.
Só quem para — de verdade —
ouve, enfim,
o que as bocas nunca disseram.

E então, no silêncio que sobra,
toca o impossível:
ser entendido
sem precisar falar.

Inserida por raulbardeiga

⁠Você me pergunta se eu te amo.
Digo que sim.
Você me pergunta o porquê.

Mas a resposta não cabe nas palavras.
Ela mora nos gestos que escapam da boca:
nas panquecas com mel feitas de surpresa,
no silêncio que não coça a garganta,
no erro que você comete
e eu deixo passar como nuvem.
Não por dó —
mas porque o amor é míope (como eu sou)
e prefere enxergar embaçado.

O amor é transcendental.
Ou seja: escapa.
Foge das definições como um gato —
no peitoril da janela,
olha para você, mas não obedece:
é a imprevisibilidade que se deixa ficar.
É um peixe vivo na banheira da alma —
algo inadequado, mas presente.
Ou a sombra de um pássaro:
risca o chão e some antes de você apontar —
pura efemeridade.

É sagrado,
porque é inútil (não serve para nada).
Como um copo d’água na madrugada —
não sacia, só umedece os lábios.
É real,
porque não precisa ser provado.

E é impossível.
Como traduzir o cheiro da chuva
sem nomear a saudade?

Inserida por raulbardeiga

⁠O quanto a gente não tem nutrido mais o amor e a tolerância familiar.
Nenhuma família é perfeita!
Não é porque seus pais erraram com você, mesmo tentando acertar, te contrariaram, que eles são tóxicos, abusivos e ou narcisistas.
Parem com isso!
Já imaginou, quantas vezes, nós somos tóxicos para com nossos pais? A gente não agradece, somos abusivos, não ajudamos, damos desgostos, decepcionamos e trazemos preocupações para eles.
Quantas vezes somos negligentes com nossos pais?
Quantas vezes controlamos eles?
Inúmeras vezes, erramos...
Mesmo assim, os nossos pais sempre estavam ali, dispostos a conciliação e ao perdão.
Que tenhamos mais amor e compaixão!
Ame mais, julgue menos!

Inserida por EusouCrisNunes

⁠Você já acordou...
Então,não perca tempo não!
Torne o mais simples momento, o melhor!
Viver o hoje!
Viva o agora!

Inserida por EusouCrisNunes

⁠Não dá para construir uma vida de felicidade no presente, sem lidar primeiro com os traumas do passado.

Cris Nunes
Psicoterapeuta

Inserida por EusouCrisNunes

⁠Aprendi que não basta ter um amor...
É preciso ser um amor...
Aprendi que não basta ter uma família...
É preciso ser família...
Aprendi que não basta ter uma casa...
É preciso ser lar...
Aprendi que não basta dizer que amo meu amor...
É preciso viver esse amor...
Aprendi que não basta ter...
É preciso SER...
E hoje eu não sou apenas abundante...
HOJE EU TRANSBORDO!

Inserida por EusouCrisNunes

⁠O amor, verdadeiro
Não se pode “ter”, nem se criar
Apenas sentir, viver, contemplar
E guardar no coração, na memória...
como o mar

Inserida por paulo_pincel

⁠Cada um que encare a morte do seu jeito.
É livre arbítrio, um direito.
Não vou a velório por um porém
Cultuar a partida é morrer também
É triste, é penoso, chega a doer,
Ver a dor do outro sem nada poder fazer.
Enterrei meus pais outro dia.
E dói até hoje a saudade, a agonia.
É inesperado, o adeus, o ponto final
Na morte não há poesia, é tudo real...
Por essa e por outras, sempre me recusei a ver gente morta.
Não por medo. Os mortos não traem, não matam.
Prefiro celebrar a vida, os momentos felizes, os sorrisos, as boas histórias, as lembranças.
Eu apenas choro. Calado. Por dentro.
Choro e deixo ir!
Vai pai! Vai mãe!
Vai tia, tio, irmã, irmão, vai amigo, amiga.
Vai na paz.
Sejam luz!

Inserida por paulo_pincel

⁠Nas redes se prega [o que não se pratica]
Em nome da "santíssima trindade" virtual
Faça o que posto em perfil fake
Não faça o que eu faço na real

Inserida por paulo_pincel

Não adianta tentar transformar o instante em felicidade,
nem mesmo pensar que a saudade um dia ira passar.
Amigos, verdades,
Paixão e desejo, que se perdem por falta do que se falta.

Inserida por WilsonAlberto

falemos de amor e não de comodidade,
falemos de sentimentos e não apenas de momentos.
O mundo pouco se torna mas muito se faz ausente de sentimento.
que a flor que tu desejas tenha o perfume que agrade a muitos.

Inserida por WilsonAlberto

me perco em detalhes
percebo que à saudade
já não é igual a sua ausência
e que o meu amor so perde
para os minutos . .
pois aumenta com meu desejo
que jamais deixei de ter por você.

Inserida por WilsonAlberto

sou aquele que
o tempo não tirou,
vastidão se formou.
pensamento quando chega logo leva.
partilhas de tempo
acaso não sou.

Inserida por WilsonAlberto