Poema Nao Ame sem Amar
todos os dias
Em busca de um consolo da sua ausência, falo para mim mesma.
Não vale apena ele nem merece isso, sai dessa você consegue.
Mas verdade seja dita, é mais difícil que pensamos.
Reciprocidade. As pessoas querem reciprocidade, mas a maioria não é recíproco.
Um pai ausente espera que no dia de seu aniversário, Páscoa, Natal, Ano Novo receba de seus filhos votos de boas festas e muitas felicitações. Porém, nunca faz com seus filhos nenhuma dessas coisas.
E fica cheio de ódio e vive amargurado por não receber atenção alguma de seus filhos.
Mas esquece que tudo começa por ele, pai ausente. A reciprocidade é como você trata ou outros e não como os outros te tratam. O que você recebe é reflexo do que você tem sido.
A decisão
Quando tudo parece não está de acordo com o que desejamos.
Pensamos em desistir de quem amamos
Pensamos em ser o melhor caminho
Partir ...
Mas basta um olhar sincero e toque com carinho que todas as certezas já são incertas
Como viver sem aquele amor ? Como viver sem aquele cheiro dos lábios encostando em seu rosto?
Certamente eu estou presa e quero e preciso dessa prisão:porque uma coisa é óbvia meu amor é todo seu e você é a luz dos meus dias.
E hoje
Lembranças para esquecer
Vontade nenhuma de te vê
Se for amor ? Não, amor é outra
Coisa...
Apenas uma experiência a mais
E um aprendizado para viver.
Cruzei a evidência dele
Por muitas manhãs
Ignorada por todas vezes
Planejei por não cruzar um único dia
Hoje te vejo não me vê
Se me vê não te vejo
Espero esquecer de lembrar
E por fim no fim Se efetuar.
Forever
O covid 19 não tem cura, mas ainda pode ser feito um remédio que o cure. Mas e a dor da alma quando vai se produzir algo para amenizar a dor e que a cure por completo?
Acho que nunca.
Zélia Gamel 💞
Escreveu sua história me colocou em um único capítulo dela e quer que fique aqui pra sempre ? Não faz sentido amor
Zélia Gamel 💞
Se toda essa dor que estou sentindo hoje não me mata, eu prometo aprender a viver nos dias seguintes.
Zélia Gamel 💞
Quando fala comigo eu sinto um vazio
Profundo, que faz gemer minha alma.
É inevitável não que as lágrimas não sai do meu rosto.
Zélia Gamel 💞
Texto
Amizade ...
Você pode até acha que alguém é seu amigo, embora essa pessoa não seja, seja apenas um colega ou colega. Mas se você conversa com essa pessoa e muitas vezes fala da sua vida e até lhe conta algo que é segredo e essa pessoa sabe que é algo participar seu, Mesmo você não sendo amigo deve guarda isso com você e não expor sua vida a público. Quando uma pessoa se abre com você quer dizer olha eu confio eu confio em você, até porque você se abriu há mais entrega ali de total confiança. Quando a confiança se quebra nada mais pode ser salvo.
Hoje mais forte eu sei que o melhor Deus tem pra mim.
Não preciso mais mendigar respingos de falso amor.
E nunca mais implora por beijos sem desejos.
"Não vou mais te ver"
Eu era farol,
mas você só queria a luz.
Quando clareei teu caminho,
pisou nos meus cacos —
e nem notou que eu sangrava.
Me dei inteira,
como quem acredita em alma.
E você?
Você só queria o que fosse útil,
o que brilhasse pra te elevar.
Usei meu próprio corpo como ponte,
e quando atravessou,
jogou no rio o que restava de mim.
Você riu enquanto eu afundava,
com o bolso cheio das moedas
que eu tirei da minha própria fome.
E ainda sussurrou meu nome com desdém,
quando alguém perguntava quem te ajudou.
As mãos que te ergueram,
foram as mesmas que você mordeu.
Os olhos que choraram tua dor,
você cegou com inveja.
E ainda quis me destruir
só porque eu disse "não".
Porque eu não quis ser tua próxima mentira,
nem teu passatempo egoísta.
Eu quis ser verdade.
E você?
Você quis palco.
Mas aprendi.
Aprendi que quem mais recebe,
é quem mais odeia quando a fonte seca.
Que quem a gente mais salva,
é quem mais deseja nosso naufrágio.
Hoje eu sou tempestade.
Não mais cais.
Hoje eu sou silêncio.
Não mais explicações.
Hoje,
não vou mais te ver.
Porque eu vejo, sim.
Vejo claro.
E quando a gente enxerga o que o outro é de verdade,
não tem mais volta.
Tem fim.
MANIFESTO DE QUEM TRABALHA PELO TODO
Por Diane Leite
Eu não trabalho para lados.
Eu não defendo bandeiras.
Eu não sirvo a partidos, nem a religiões.
Eu trabalho para o TODO.
Porque tudo o que divide, é controle.
E tudo o que é controle, é prisão.
Partido divide.
Religião afasta.
Ritos criam muros.
E eu sou ponte.
Não estou aqui para ser símbolo de grupo algum.
Estou aqui para ser canal de algo maior.
De algo que inclua e liberte.
Eu trabalho por inclusão, não por conveniência.
Pelo coletivo, não pela aprovação.
Pela verdade, mesmo que doa.
Pelo TODO, mesmo que custe.
Não me curvo à seletividade emocional.
Não me silencio por alinhamentos ideológicos.
Não me vendo por aceitação social.
Sou sensível.
Sou estrategista.
Sou mãe atípica.
Sou essência em movimento.
E o meu compromisso é com o que é justo, inteiro, verdadeiro.
Se uma árvore queima, eu grito.
Independente de quem esteja no poder.
Se alguém é excluído, eu acolho.
Independente de quem esteja aplaudindo.
Se algo dói no mundo,
é comigo também.
Eu não vim para agradar.
Eu vim para unir.
Carta de Cura (não enviada) – Para quem me feriu e eu ainda estendi a mão
Autoria: Diane Leite
Eu esperava de tudo, menos de você.
Justo você, que dividiu mesa, risadas, confidências.
Justo você, que conheceu minhas dores e ainda assim decidiu cutucá-las por trás.
Eu não precisava saber o que você falou — eu senti.
Mas mesmo ferida, eu não me curvei.
Eu me levantei.
E escolhi te lembrar, com educação e firmeza, de tudo o que já fiz por você.
Sem cobrar.
Só para que você mesma enxergasse que o que você está tentando destruir foi parte do que eu te dei com amor.
Eu não sou melhor por isso.
Mas sou maior.
Maior que a mágoa, maior que o ego, maior que a vontade de revidar.
Você me ensinou, sem saber, a ser mais forte.
E eu te ensinei, sem querer, que luz não se abafa com sombra.
A SOLITUDE QUE SALVA
por Diane Leite
Você não precisa estar onde não pertence.
Não precisa forçar sorrisos em festas que te esvaziam.
Nem vestir máscaras para agradar quem não te enxerga.
Você não precisa ser aceito por todos — só precisa se aceitar inteiro.
Enquanto você perde noites tentando se encaixar,
poderia estar criando dias inteiros ao lado de quem te entende.
Enquanto arrisca sua paz por medo de ficar só,
poderia estar cultivando um silêncio que cura, que te revela, que te devolve a si.
Você não está errado por gostar da solitude.
Ela não é solidão — é reencontro.
É nela que os pensamentos se alinham.
É nela que sua verdade se apresenta.
É nela que sua alma começa a respirar fora das expectativas alheias.
O mundo é barulhento, e o excesso de ruído afasta a gente de quem somos.
Por isso, aprenda a fazer silêncio.
Não só ao redor, mas dentro.
E quando amar alguém, que seja com presença.
Sem medir, sem cobrar, sem mendigar.
Mas com sabedoria o bastante para sair, caso aquele solo não floresça.
Você não tem obrigação de regar jardins que só existem para esgotar suas águas.
Amar é sublime —
mas se amar é essencial.
Se um amor exige que você se abandone, ele não é amor: é disfarce.
E você nasceu para dançar a vida com leveza, não para rastejar implorando por companhia.
O amor verdadeiro começa quando você entende que
ninguém tem obrigação de te amar…
mas você tem o dever de nunca esquecer que merece amor.
E merece amor, principalmente, de si mesma.
O amor-próprio é o presente mais raro e valioso que você pode se dar.
Quando você se ama, não sobra espaço para entregar ao mundo nada menos que amor.
A empatia começa dentro — com o jeito que você se escuta, se acolhe, se honra.
Quem se ama de verdade não fere, não mendiga, não implora.
Oferece presença, oferece paz.
Porque sabe que quem transborda, não precisa implorar por migalhas.
Seja o seu amor mais bonito.
Autoria: Diane Leite
O nosso abraço era lar
(por Diane Leite)
Não importava o que acontecia lá fora.
Podia ser morte. Ruína. Doença. Traição.
Podia o mundo estar caindo em pedaços sobre nossas cabeças —
mas bastava um abraço.
Um.
E tudo silenciava.
O tempo parava.
O corpo descansava.
E a alma…
a alma dançava em paz.
Não era sobre rótulos. Nem promessas.
Era sobre reconhecimento.
Aquela sensação rara — quase impossível — de estar exatamente onde se deveria estar.
Como se nossos corpos fossem feitos um para encaixar no outro,
não por carência, mas por memória antiga.
Nosso abraço era refúgio.
Era altar.
Era abrigo do que o mundo não entendia,
do que os outros julgavam,
do que a gente próprio não sabia explicar.
Talvez a gente tenha se perdido.
Talvez nunca tenha dado certo.
Talvez tenha sido caos, confusão e cicatriz.
Mas aquele abraço…
Ah, aquele abraço…
foi verdade.
Foi inteiro.
Foi lar.
E por isso, mesmo que não sirvamos um ao outro como amor duradouro,
servimos como lembrança do que o amor deveria ser.
Que outros encontrem o seu lar assim —
não em promessas vazias,
mas no silêncio sagrado de um abraço que para o tempo.
