Poema Nao Ame sem Amar
- Não consigo compreender
Mas eu já consigo ver
Quando o grande dia chegar
Preparada eu já vou estar
Coragem de Ser amanhã
Viver é um ato de coragem. Não dessas bravuras que se estampam em manchetes ou que fazem as multidões aplaudir, mas daquela coragem miúda, que se levanta todos os dias, encara o espelho e diz: "Hoje eu vou tentar de novo." Porque, no fundo, a vida não é sobre certezas, é sobre o risco de errar, o risco de doer, o risco de amar.
Quantas vezes nos prendemos às grades invisíveis do “e se”? E se não der certo? E se rirem de mim? E se eu me machucar? Mas a verdade é que a vida não nos dá garantias. Não há contrato assinado, não há promessa de finais felizes. Só há o agora, esse instante breve que escorre pelos dedos enquanto pensamos demais.
Manuel Bandeira queria “passar a vida limpa, útil, fraterna”.
Drummond tropeçava em pedras que só ele via.
E você? Qual é o poema que está escrevendo hoje? Será que está parando nas reticências do medo?
Ou será que, como Clarice, arrisca o abismo só para descobrir que lá embaixo há asas?
Seja como for, vá! Vá com o coração trêmulo, vá com a voz insegura, vá mesmo sem saber se é o caminho certo. Porque não ir é pior. Não ir é morrer um pouquinho de cada vez, é ser metade onde poderia ser inteiro.
Dance no meio da sala, mesmo que os vizinhos escutem. Grite seus sonhos no vento, ainda que ninguém os ouça. Ame tanto que o peito quase não aguente. Porque viver é isso: abraçar o caos, aceitar o improviso, celebrar o inacabado.
E se der errado? Ah, ao menos você viveu. Ao menos você foi mais do que uma sombra caminhando pela vida. Foi humano, foi poesia, foi fogo. Amanhã pode nem existir, mas hoje é seu.
Então vá, sem medo de ser feliz.
O amor não se anuncia com palavras grandiosas nem se prende a gestos extravagantes. Ele se esconde nos detalhes, na forma como alguém ajusta o cobertor à noite, no silêncio que respeita a dor do outro, no olhar que percebe o que ninguém mais nota.
Está no café preparado sem pedir, no jeito de lembrar pequenas coisas que pareciam esquecidas, no toque leve que acalma sem precisar explicar.
Ele não exige reconhecimento nem faz alarde.
Vive nos momentos que passam despercebidos, nos sacrifícios silenciosos, na paciência de esperar sem pressa.
O amor verdadeiro não precisa ser gritado para ser real.
Ele existe onde há cuidado, presença e verdade—nos detalhes que muitos ignoram, mas que fazem toda a diferença.
Mestre iluminado é só pela fé, Jesus Cristo,e fora dele não há liberdade e extensão de amor e luz ,saúde, bem estar,felicidade e espiritualidade.
Jesus Cristo é a videira verdadeira e fora dele não há vida.
"Xamanismo
Na sombra da noite, um suspiro silente,
Um amor não dito, um adeus iminente.
O coração que pulsa, em ritmo incerto,
Guarda um segredo, um amor desperto.
Palavras que fogem, em meio à agonia,
Um amor que se cala, em melancolia.
O tempo escorre, como areia entre os dedos,
E o amor não declarado, em lamento se perde.
Nos olhos cansados, um brilho fugaz,
A esperança que morre, a dor que se faz.
O silêncio que grita, em meio à solidão,
Um amor não vivido, uma triste canção.
A vida se esvai, em um último suspiro,
E o amor não declarado, em lamento se inspira.
As palavras que ecoam, em um vazio profundo,
Um amor que se perdeu, em um adeus moribundo.
Além do Nome
Não, eu já não piso nas mesmas calçadas,
Nem ouço as canções que um dia me abraçaram.
As telas que antes me prendiam,
Hoje, são apenas sombras do que já fui.
Minhas atenções lançaram para longe,
Minhas prioridades vestiram novas cores.
E você, perdido no ontem,
Ainda diz que me conhece.
Mas o que sabe?
Do meu silêncio que grita mudanças,
Das noites em que renasci em pedaços,
Ou do novo caminho que tracei, sozinho.
De mim, só restou o nome,
E mesmo ele, talvez,
Já não me reconheça.
Os pensamentos não param. A mente trabalha até quando os olhos fecham pra dormir.
A insônia bate e com ela o passado, o presente e até o futuro.
Com o silêncio da madrugada consegue - se enxergar tudo com clareza e detalhes. Palavras, olhares, sorrisos, lágrimas...
As lembranças é o que perturba, pois as lembranças trazem cada momento; e cada momento uma lembrança... Se tornando um ciclo. Um ciclo de memórias...
🔹 PATERNIDADE VAI ALÉM DO LAR: LÍDERES TAMBÉM SÃO GUIAS 🔹
Ser pai não é apenas uma questão biológica, mas um compromisso de orientação, presença e exemplo. No lar, no trabalho, na vida, existem pessoas que assumem esse papel com dedicação, transmitindo valores, inspirando e conduzindo com sabedoria.
Muitas vezes, um líder, um colega de trabalho ou um mentor desempenha essa função ao ensinar, apoiar e ajudar no crescimento de outros. São aqueles que estendem a mão, compartilham conhecimento e abrem caminhos. Ser pai é mais do que criar filhos, é formar pessoas.
Deus nos ensina que o verdadeiro líder é aquele que serve, inspira e transforma. Seja no ambiente familiar ou profissional, o que realmente importa é o legado que deixamos na vida dos outros.
A todos que, de alguma forma, são referência e guias, o meu reconhecimento. No Guia do Vencedor, compartilho princípios que ajudam a construir um legado de impacto, porque ser pai é também ser um líder na jornada da vida.
💡 Quem foi essa figura paterna e inspiradora na sua trajetória? Deixe sua homenagem nos comentários!
#FelizDiaDoPai #LiderançaInspiradora #Mentoria #PaiPresente #MãeQueÉPai #LíderQueEduca #Legado #Família #GuiaDoVencedor #Valores
“Internacionalizar não significa perder identidade, mas amplificar impacto.“
Rafael Serradura, 2025
Ao líder de sucesso não convém a hipocrisia, a mentira e a consciência cauterizada. Essas qualidades são dos líderes fracos e medíocres.
José Guaracir
Às Gerações Futuras: Parte II
Quando olharem para trás, saibam: a história não se apaga. Entre as sombras do século XXI, a Palestina sangrou sob a ocupação sionista, apoiada por potências que vestiram a máscara da civilização enquanto financiavam a barbárie. Cidades arrasadas, famílias despedaçadas, crianças enterradas sob escombros tudo em nome de um projeto colonial disfarçado de "direito histórico". Israel, armado até os dentes pelos Estados Unidos, transformou terras sagradas em campos de extermínio lento, onde a limpeza étnica foi meticulosamente planejada: demolições, muros, checkpoints e leis racistas.
O sionismo, ideologia que envenenou mentes com a ilusão de superioridade, não é apenas uma ameaça aos palestinos; é o câncer que corrói a humanidade. Enquanto uns silenciavam, outros lucravam. Enquanto a ONU balbuciava condenações vazias, bombas caíam sobre Gaza.
Que este registro os lembre: a cumplicidade com a opressão não é neutralidade, é crime. A Palestina resiste, e sua luta é um espelho para toda luta contra a tirania. Não compactuem com narrativas que apagam dores reais. Honrem os que não se calaram.
Justiça não tem prazo de validade. A memória, armada com verdade, será sempre a semente da liberdade.
Aos que Virão: Parte IV
A história é cíclica, mas não precisa ser fatal. Guardem-se daqueles que, em nome de Deus, erguem muros de ódio e tecem discursos de exclusão. A tirania da direita e da extrema direita não veste apenas trajes políticos; veste-se de púlpitos, distorce escrituras e transforma fé em facão. Usam o divino para justificar o desumano: segregam, oprimem, matam em nome de uma moralidade que só serve ao poder.
Cuidado com os que confundem Deus com bandeira, transformando o sagrado em arma, a verdadeira espiritualidade não cerceia liberdades, não alimenta preconceitos, não cala vozes. Ela acolhe, questiona, liberta.
Sejam vigilantes: o autoritarismo disfarçado de piedade é o mais perigoso, não chegam com tanques, mas com pregações; não invade corpos, mas mentes, e sua crueldade está na perversão do amor em dogma, da compaixão em julgamento.
Herdeiros do futuro, lembrem-se: nenhum deus legitima a opressão e a fé que não dança com a justiça é ídolo vazio. Resistam aos que vendem céus pequenos para terrares ainda menores.
Plantem, em vez disso, um mundo onde o divino seja sinônimo de liberdade ou nada será sagrado.
Aos que Virão: V
A Terra não é herança, é empréstimo. Nossas mãos a rasgaram, envenenaram rios, sufocaram o ar com fumaça de ambição. Construímos desertos onde havia florestas; trocamos o canto dos pássaros pelo ronco de máquinas. Em nome do “progresso”, escrevemos o obituário de espécies inteiras.
Cuidado com a mentira de que destruir é desenvolver. Quem vende a natureza em pedaços não traz riqueza, traz dívida e vocês pagarão o preço. Os oceanos engasgam de plástico, o clima enlouquece, e o solo, exausto, já não nos sustenta e tudo isso enquanto aplaudíamos contas bancárias inchadas e corações vazios.
Não repitam nosso erro: a ganância veste terno, assina contratos, mas seu fim é canibal, ela devora montanhas, seca nascentes, envenena o amanhã.
Se ainda restar verde em seus olhos, protejam-no. A resistência começa quando se enxerga a vida como sagrado, não como recurso, plantem árvores onde deixamos cinzas; resgatem os rios que aprisionamos em concreto.
A natureza não pede perdão ela devolve, com juros, cada ferida. Salvem-se salvando-a. O futuro não é uma linha reta; é um círculo quebrado. Refazê-lo ou enterrá-lo: a escolha, agora, é de vocês.
Para os que Virão: VI
Se algum dia lerem estas palavras, saibam: nossa maior doença não foi a depressão, mas a cegueira que nos impediu de vê-la como tal. Durante séculos, tratamos a dor da alma como fraqueza, o desespero como falta de caráter, o vazio existencial como preguiça. Transformamos sofrimento em vergonha, e a vergonha em silêncio. Enquanto negávamos diagnósticos, construímos um mundo doente: competitivo até a exaustão, individualista até a solidão, rápido até a desconexão.
A depressão não é "falta de Deus" ou "modinha". É o corpo gritando que a vida pesa mais que os ossos podem carregar, nós ignoramos a química cerebral, menosprezamos traumas, romantizamos a resistência. E, assim, permitimos que milhões definhassem em leitos invisíveis, sem remédio ou acolhimento.
Vocês, que herdarão o futuro, não repitam nosso erro. Enxerguem a saúde mental como direito, não luxo, ouçam os suspiros antes que virem colapso. Construam uma sociedade que não precise adoecer para descansar. Lembrem-se: a humanidade só avança quando cuida dos que caem não quando os chuta para frente.
Sejam mais sábios. Sejam mais humanos.
Para os que Virão: Parte VII
Não permitam que a infância seja engolida por retângulos de luz, pois, as telas são um veneno doce, que adormece mãos curiosas e aprisiona olhos que deveriam decifrar o mundo. Exijam que as crianças caiam no chão, risquem os joelhos, sintam a terra úmida escorrer entre os dedos. A lama não é sujeira: é tinta, é mapa, é o primeiro diálogo com a vida real.
Há uma conspiração silenciosa para substituir o cheiro de grama molhada por notificações, o susto de uma minhoca por likes. Resistam. Brincar na terra não é nostalgia é treino para ser humano, é ali que se aprende a criar com o que existe, a frustrar-se com as formigas que invadem o castelo, a celebrar a tempestade que arrasa tudo. A tela ensina a consumir; a terra, a transformar.
Não tenham medo do tédio, do barro nas unhas, do silêncio que parece vazio. É nele que a imaginação cresce raízes. Seu futuro não será salvo por algoritmos, mas por mãos que sabem semear.
Desliguem. Cavem. Existam.
Para os que Virão: VIII
Não se enganem: todo sistema que aprisiona sonhos, engessa corpos e cala vozes nasce frágil. Sua força vem do medo que plantam em nós. Rebelar-se não é apenas queimar estruturas; é recusar-se a engolir mentiras vestidas de normalidade.
Olhem em volta: as grades são invisíveis, mas estão lá nos salários que não alimentam, nas regras que humilham, nos corpos que definem quem merece existir. Resistir é honrar os que vieram antes, com nomes apagados e histórias roubadas. Cada passo contra a opressão é um fôlego novo no pulmão da humanidade.
Não tenham medo da desordem. O mundo que prometem "seguro" é o mesmo que adoece, exclui e apaga. A verdadeira pergunta não é "O que vamos perder? ",mas"O que mais podemos ganhar se ousarmos?".
Rebelião não é destruição: é cura. É dizer "não" quando o sistema exige seu "sim" silencioso. Herdem esta chama. Não a deixem morrer na comodidade do esquecimento.
Aos inquietos do futuro, com fé.
VALOR DAS COISAS
Claros e justos como um pavão
Você não é só mais um em meio à multidão,
Você é único, o que importa é sua intenção.
De que vale a nota, se um dia ela vai acabar?
De que vale a vida, se um dia ela vai terminar?
De que vale o amor, se um dia sempre hei de olhar?
Sois tão justos quanto todos,
Sois todos distintos.
Somos seres extintos por natureza,
Por que hei de ter alguma certeza?
Até as folhas, quando caem das plantas,
Sentem a energia, a força da natureza.
Nós, que pensamos, amamos, sonhamos,
Achamos que a natureza é bárbara.
Os podres de coração é que são bárbaros.
De que se limita o amor,
Quando o único problema é amar?
E, em vista disso,
Por que se limita na presença do amor, do verdadeiro amor?
