Poema Jardim
Corpo-jardim
"Eu não sou homem
Que recusa um elogio.
Confesso que me
Enrubesço.
É a cor do coração
Resplandecendo
Pela minha face.
Me enrubesço tanto
Quanto um jardineiro,
Que cultiva o seu
Corpo-jardim.
Rastelando com seus
Dedos, as gramas e
As colinas bem feitas.
A copa da árvore
Mais bela, entrevém
Sob suas folhas,
Bebe do rio-suor.
Palmeia todo o campo.
Da raíz, às folhas,
Aos frutos suculentos.
Ao cheiro de jasmim.
E por mais enrubescido
Que se sinta, ao cheiro
Feromenal que exala
Essa planície rasa e
Misteriosa.
Permita-me ó
Corpo-jardim,
Permita-me ser
O enrubescido
Jardineiro."
O Carpinteiro ⚜️
O Jardim da Prosperidade
Como semear a terra, e colher bons frutos, sem ao menos intender o mínimo que seja para uma boa colheita? Você já se perguntou alguma vez na sua vida como algumas pessoas prosperam e você não? Porque algumas pessoas conseguem ir tão longe, conseguem tudo o que desejam, e você não.
Você deve está pensando; “Eu sou uma pessoa boa, nunca fiz o mal a ninguém, no entanto, as coisas não fluem para mim, a minha vida não anda.” Pois é, você não fez o mal, porém você não pratica o bem.
O que realmente você deveria analisar é: “eu já pratiquei o bem hoje”? O que você fez para semear o bem?
Para seu Jardim florir, semeei, plante, regue com a sua alma, sua bondade interior. Doe mais, vista alguém sem camisa, alimente alguém com fome, se livre de coisas quebradas na sua casa, e consequentemente, você abrirá espaço para coisas novas entrarem em sua casa, seja elas, roupas, utensílios, ou esperança, aquela que você achou que já tinha perdido. Pois é, à esperança sempre será a ponte entre você e a sua prosperidade, nunca perca a esperança, nunca perca sua fé, seja grato e seja generoso, mas não seja tolo, o tolo perde, e não semeia, o tolo afunda em sua própria lama. Seja bom, seja feliz no seu próprio jardim.
Texto: Gleiciele Oliveira
No jardim da vida, você é a flor,
Com pétalas de risos e um jeito de amor.
Teu olhar é a luz que ilumina meu caminho,
Cada passo ao seu lado é como um doce carinho.
Sapekinha gostosa, como você é bela,
Teu jeito travesso, uma dança tão singela.
Em cada palavra, uma doce canção,
E em cada abraço, encontro a perfeição.
Teus sorrisos são estrelas que brilham no céu,
E o calor do teu abraço é meu maior troféu.
A vida contigo é um sonho encantado,
Uma história de amor que nunca tem fim marcado.
Quero ser o poeta do teu coração,
Escrever versos lindos com toda emoção.
Juntos, vamos pintar nosso futuro de amor,
Sapekinha adorada, você é meu esplendor.
Eis que surge uma flor de botão no jardim da vida. O caminho que a espera é bem longo, mal sabe ela o que a encontrará nas estações.
As estações se passavam e lá estava o botão de flor, passando pelas chuvas e ventanias do inverno. Logo me surgiu a ideia de que esse botão de flor tinha medo de desabrochar para conhecer a primavera.
Se ela soubesse como a estação das flores desabrochadas é uma das mais lindas do ano... é uma dádiva da vida, do tempo.
Penso que o medo estaria consigo de qualquer forma, mesmo que em botão de flor ou florida. As pragas podem a sufocar, as ervas daninhas podem ser os parasitas que sugam as suas energias, os pulgões podem roubar o seu brilho... tudo isso pode acontecer, vivendo a estação da primavera ou não.
O medo iminente do florescer a impedia de conhecer a primavera. Mal sabe ela que os seus pólens estão em polvorosa para fecundar outras flores, para fazer florir mais ainda o seu próprio jardim.
Vão-se as pétalas, as sépalas... mas fica o desejo insano de florir em meio à primavera que a tanto espera. O botão de flor, florescerá quando menos esperar! É um convite para viver a estação mais bela: a doce e linda primavera que a espera.
Deixa Deus cuidar do seu coração,
Só Ele sabe como acalmar sua tempestade
e florescer o teu jardim.
A Lição das Flores...
As flores conversavam no jardim
Falavam dos beija-flores
Que lhes visitavam todas as manhãs
De certo modo,
Eles eram-lhes um toque de carinho...
E a margarida disse a violeta,
Não podemos esquecer as borboletas
Elas pousam, delicadamente,
Sobre nossas pétalas no entardecer...
E a rosa falou baixinho:
Não há como não falarmos
Do afago dos passarinhos
Levam nossas sementes além dos rios,
E trazem aos nossos pés um raminho.
Devemos pensar como as flores,
Valorizar todas as pessoas que nos cercam
Cada uma, em sua essência,
Nos doam um pouco de si!
Plantei uma flor no meu jardim,
ficou perfumada,com o cheiro a jasmim,
uma rosa que cresce perfumada,
uma bela planta cuja flor,
chama-se amor e perdão,
Esta é a flor,mantém o meu,
jardim perfumado e belo,
as suas pétalas têm a cor do amor,
e sua fragrância,é de uma paz perfeita.
Os espinhos caem à medida,
que a flor abre pura e bela,
somos nos meu amor.!
O maior prazer
que se pode ter na Vida
é saber que
no nosso jardim
tem nossas sementes,
germinaram
nossas flores,
com suor do nosso trabalho.
A recompensa
é o perfume que dele emana,
levando um pouco da gente,
sem egoísmo!
Aceita uma flor?
28/11/2015
Cuida da sua mente, como se ela
fosse o seu jardim preferido, o lugar
que você quer encontrar sempre limpo.
No jardim calmo da minha saudade,
brotou teu nome feito flor na noite,
perfume doce, pura verdade,
luz que me guia, amor que me acoite.
Teu riso é fonte, teu toque é chama,
tua voz embala minha vontade,
é vento leve que sopra e chama
minha alma pra tua eternidade.
Se o tempo ousar querer nos levar,
eu cravo tuas mãos nas minhas, forte,
pra juntos rirmos do medo e do mar
e navegarmos contra toda sorte.
Sapekinha minha, céu e luar,
te amo além do que sonha a morte.
No jardim nasce a poesia,
numa encantada flor;
as cores trazem magia,
paixão de um grande amor.
Uma flor vermelha
no campo a brilhar,
divina centelha,
beleza sem par.
Mil Razões
Você teve mil razões para ser feliz sem
Mas bastou uma pra jogar tudo no jardim
Te dei mil razões pra ficar aqui
Mas bastou uma pra dizer adeus e sumir
Mil flores colhi pra te dar
Mas uma com espinho fez você se afastar
Te dei amor, calor,
Passamos noites, dias, varamos madrugadas sem parar, vivendo o amor de duas pessoas que se amavam
Mas do dia pra noite você decidiu voar
Quem diria
Que tudo muda em um segundo
O amor era imenso,
Você teve mil e uma chances de sorrir
Mas bastou uma pra destruir o que era pra florir
E quando você olhou pra trás só por um instante
Vi nos seus olhos que queria algo constante
Mas a vida trocou as cartas do baralho
E agora sofro em silêncio nesse atalho
Te dei mil canções
Mil notas de saudade
Mas bastou uma para virar uma tempestade
As noites eram longas com você do meu lado
Agora sinto frio no espaço vazio e calado
Quem diria
Que tudo muda em um segundo
O amor era imenso,
Você teve mil e uma chances de sorrir
Mas bastou uma pra destruir o que era pra florir
Mesmo que o seu dia não se iniciei como o desabrochar de uma
rosa no jardim;
Será você quem decidirá florir.
EU TIVE/TENHO TEMPO
Eu tive tempo de plantar flores,
mas deixei o jardim em silêncio.
Tive tempo de escrever versos,
mas calei o papel em branco.
Tive tempo de abraçar mais forte,
e, às vezes, abracei o vazio.
Eu tive tempo de sonhar alto,
mas temi o vento das alturas.
Tive tempo de arriscar caminhos,
mas caminhei na margem segura.
E, no entanto, o tempo não partiu.
Ele pulsa agora, dentro de mim.
Ainda há sementes à espera da terra,
a canção ainda mora na garganta,
o abraço ainda cabe nos braços,
e os sonhos ainda sabem voar.
Pois nunca é tarde quando há desejo,
e nunca é distante quem tem coragem.
Eu tive tempo…
e, mais que isso,
eu tenho tempo.
A borboleta e o lirio
O lírio ergue-se, altivo,
como templo branco no jardim das eras.
Enraizado no mistério,
não se curva ao vento,
não se rende ao efêmero.
A borboleta o busca,
peregrina das auroras,
traz no voo a lembrança dos mundos,
na cor das asas —
o sopro das almas que já se amaram.
Ela pousa,
e em silêncio o universo desperta:
pétala e asa não se tocam apenas,
se reconhecem.
É a paixão que não se mede em carne,
mas em eternidade.
O lírio permanece,
irredutível em sua pureza,
e a borboleta dança,
abandonando o tempo a cada batida de asa.
São diferentes como raiz e vento,
mas unidos como chama e oxigênio.
Na eternidade, não há fronteira.
O amor deles não é desta vida —
é um cântico gravado na alma do cosmos,
onde o lírio espera,
e a borboleta retorna,
sempre, sempre.
Soneto do jardim
Você levou a melhor parte de mim
Por outro lado deixou no meu peito
Um belo, grande e lindo jardim
Lugar onde faço do amor meu leito
Vejo flores por todos os lados
Porém, em toda rosa há seus espinhos
Por isso, ando com todos os cuidados
Procurando você por todos os caminhos
Amo-te mais do que tudo
Sinto sua falta quando não te vejo
Conto os segundos para teu perfume aspirar
Infelizmente, na vida há algum contudo
Você é o que mais desejo
Como a mulher para a vida compartilhar
Consertei meu jardim —
as flores voltaram a sorrir,
o vento brinca entre os ramos
e a terra respira por vir.
Mas hoje há muros altos,
feitos de calma e cautela;
onde antes havia frestas,
agora há grades, sentinelas.
Entre as rosas, pus tranças,
raízes firmes, seguras;
nenhuma lagarta ousada
ultrapassa minhas muralhas puras.
O jardim segue belo, enfim,
mas aprendeu com a dor:
flores que um dia sofreram
agora florescem com amor —
sem deixar de lembrar
quem tentou roer seu florir interior.
