Poema do Jardim de William Shakespeare
Saudade, sensação que não conseguimos descrever, mas que o sentimento descreve através de uma ausência.
Sejamos bons de coração, façamos apenas o bem. O nosso maior tesouro está no bem que fazemos ao próximo.
Ser bom e justo num mundo corruptível é o mesmo que estar no meio de uma guerra sem munição. Tenhamos sabedoria suficiente para sair ileso.
Somos compostos de muitas partes, muitos sentimentos e emoções fortes. Muitas vezes nossa alma é fragmentada e essas rupturas causam grandes traumas deixando nosso interior perdido entre os destroços. Buscamos então nosso Eu dentre estes destroços e tentamos resgatar como se fossem elos de uma corrente. Elos que unidos se tornam único, como o Uno.
Sobrevoar os horizontes da imaginação é uma oportunidade que a vida doa. Se não embarcarmos a tempo nessa viagem, ficaremos a deriva aguardando a sua chegada.
Somos escravos das nossas paixões. É preciso evoluir, colocando a vontade acima da nossa personalidade.
Somos somente aquilo que desejamos ser. Ninguém poderá fazer nada por nós a não ser nós mesmos. Esconder-se atrás do véu da insegurança, não resolverá. O momento será sempre propício para recomeçar e aceitar o que foi determinado. Busque apenas o que faz bem ao seu coração. A vida proporciona isso, portanto não tenha medo.
O que é felicidade, senão um bem estar interior? Uma sensação de liberdade? Quando percebemos estamos voando nas asas do infinito.
Existem segredos que jamais revelados aos olhos do homem. Eles nasceram e permanecerão ocultos até o último dia de vossa existência.
A poesia é o meio mais seguro de esconder do mundo todos os segredos e todas as vontades; também é uma forma de se chegar mais perto dele.
Alma! Algo intenso e grandioso, não podemos mensurar e nem definir; ela pesa o que sentimos no momento.
O mar presenciará o fim de vossos dias. Ele não dorme, vive em constante vigília. Mesmo quando em maré baixa, parecendo-vos esmorecido, ele observa e ouve atento e silencioso os vossos lamentos.
