Poema dentro e Fora
Filtre suas emoções, jogue fora velhos pensamentos, ilusões e se deixe abraçar, levar por novas sensações.
Todas as coisas, todas as circunstâncias que acontecem fora de nós, no cenário deste mundo, são exclusivamente o reflexo do que interiormente levamos.
Não existe nada melhor que a chuva caindo lá fora, um cobertor quentinho, um chocolate quente e um bom livro para distrair a mente!
Se você começa a derrapar, o carro fora de controle, a tendência é olhar para o muro que se aproxima. Mas se continuar a focalizá-lo, é exatamente lá que vai parar. Os pilotos sabem que você vai para onde olha; viaja na direção de seu foco. Se resistir ao medo, tiver fé e focalizar para onde quer ir, suas ações o levarão nessa direção, e se for possível se desviar, você vai conseguir... mas não terá a menor chance se focalizar o que teme. Invariavelmente, as pessoas dizem: "Mas você não ia bater de qualquer maneira?". A resposta é que você aumenta suas chances ao focalizar o que quer. Focalizar a solução sempre redunda em seu benefício.
Simbora, com fé e alegria.
Lá fora o cenário ainda não é de normalidade, mas o coração continua multiplicando esperança. Viver é bom demais. Sejamos agradecidos, mesmo que nem tudo esteja como gostaríamos. Feliz quarta-feira!
Errada, sufocada, torta, deprimida, vazia, mergulhada no meu próprio poço, fora de ordem, depressiva, pra baixo, triste, esquecida, abandonada... Normal.
Menos dor, menos amor, menos ódio, menos vontade de fazer cortar. De sangrar pra fora pra poder ser menos. Por favor.
É possível entrar em relacionamentos devagarinho. E assim podemos sair fora se ele se tornar insano. Nunca é tarde demais para tomarmos conta de nós mesmos. O cuidado próprio é um compromisso e uma responsabilidade para a vida inteira. E não termina quando se inicia um relacionamento. É justamente aí que precisamos intensificar nossos esforços.
É instrutivo ver os vários retratos que fazem de nós pela vida fora. Com traços lisonjeiros ou desagradáveis, entram-nos sempre pelos olhos dentro como estranhos, a perturbar uma paz que tinha um rosto habitual, familiar, a que estávamos acostumados. À imagem tranquila, sobrepõem-se outras inquietantes que não servem no cartão de identidade, e, contudo, nos identificam publicamente mais até do que a que nele figura. É que não se trata de neutras fotografias. São perfis apaixonados, justos ou injustos, com as virtudes e os defeitos cruamente patenteados. Quem um dia nos lembrar, é por eles que nos lembra. Somos o que nós sabemos, e parecemos o que os outros dizem de nós.
Não quero jogar tudo fora a não ser que seja realmente obrigada, mesmo que muitas vezes ele ponha em prática esse plano subliminar de me perder.
Deus não tem um plano. Não existe um plano. Lá fora só existe o caos. Dor… e caos! As pessoas são ruins. Maliciosas, maldosas. A vida é uma espiral de dor. E o mundo deve acabar.
O perigo não pode vir de fora. Se houver destruição daquilo que temos, nós mesmos seremos os responsáveis.
A gente se apaixona é pelo jeito. O jeito de caminhar. O jeito de usar a camisa pra fora das calças. O jeito de suspirar no final das frases. O jeito de beijar. O jeito de sorrir. Vá tentar explicar isso.
A felicidade está onde a colocamos e não onde a procuramos?
Às vezes procuramos fora, o que está dentro da gente
