Poema de um Homem Apaixonado
Pedagogo, o único sábio, erudito, que caminhará na estrada de todo homem aprendiz, o seu ofício é diferençar com saber a realidade do educando.
O aluno é o único voraz do conhecimento em sala de aula. O homem educador é o único que transforma os seus alunos em voracidades do novo saber.
Criar não é buscar palavras novas para dar vida a um texto, mas sim, o homem escritor dar vida ao seu texto com o seu próprio talento sem precisar utilizar de outros.
Quando o homem escreve mais em base aos outros do que ele mesmo, percebe-se que ele é mais os outros do que si próprio.
O homem educador é a única universidade que transforma o conhecimento ao aluno em ideias. O educador homem é a única faculdade que estimula a aptidão do saber ao educando.
O homem sábio não copia, cria. Por mais que o ser humano que quer ser um artista rebusque novos universos por meio de outros, a sua arte será algo superficial e já existida, pois alguém antes dele já criou, em razão não conseguirá ter reconhecimento pelo seu trabalho, devido ser um "trabalho" que já existe, é como se resumisse um livro, a obra verdadeira sempre será única e preferencial ao seu público.
Será que o homem sabe ler ou apenas emite o eco, o som das palavras em seus lábios?! A leitura é um preparatório para tirar o ser humano de onde está e transportá-lo para um plano que faça parte do que é saber ler, interpretar, compreender o significado das palavras. Ler por ler é como ir a uma festa por ir, é como beijar para apenas tocar os lábios e não para sentir a espessura da carne, é como olhar por olhar para uma pessoa sem reparar se as suas pupilas estão foscas ou brilhosas. Ler é uma interpretação do coração, pelo o que ele sente ao sentir o efeito do alfabeto, das letras, das palavras em sua alma. Ler é belo, mas entender a fala de um livro é uma purificação, é sentir o toque da educação em sua vida. Para ler exige alguém escrever para lermos, sem escritores, autores, leremos aquilo que apenas conseguimos escriturar. A leitura é uma temperatura, um solo que aquece o coração, a mente e o corpo. É um submarino que nos conduz no oceano do escritor que nos permite acesso para conhecer o seu trabalho entre páginas de papéis e rascunhos transformados em em exemplares. Ler não é somente valorar quem escriturou com esforço, mas saber que ler é uma terra de ideias, é uma rosa que floresce, é uma bailarina que depois que aprendeu a desvincular os seus giros e torná-los dessemelhantes nunca mais parou de falar com os seus pés. Ler é resenhar, rasurar a ideia do literato e interpretá-la ao seu entender e saber.
Viver é peculiar, é uma única introspecção de momentos e sentimentos que o homem sábio não se transforma em um arredio humano, ser, existente.
O homem é contemporâneo, é um cientista de sua própria natureza, é a evolução marcada pela sua existência.
O homem não deve sentir-se um beldroegas. Um lagalhé mesmo nas piores circunstâncias; uma vida bangalafumenga. Fulustreco do cotidiano. Berdamerda do século atual. Um mucufa em meio ao seu ningres-ningres. Jamais sentir-se uma calhorda. A senil, senilidade faz parte de toda respiração humana. Alguns corações são macróbios, tão vetustos quanto os seus existencialismos na sociedade. Longevos, anosos seres, ares. Cadê a pujança de cada "solo" do próprio eu?! Serás que estás libitina na mancebia; no mancebo?!
O homem escritor está atrás ou dentre as letras, o alfabeto? Ele corre, perpassa ou acalenta no universo letrário?
A alma fica plácida com a brotação de ideias não pensadas. De repente, chegadas como uma brisa perambular.
Escorreitos não eram os pensamentos não merecedores de integrar ao homem; pensamentos despiciendos, tantos prejudiciais a saúde mental humana.
Nenhuma religião é inteiramente verdadeira ou falsa. Cada homem deve descobrir e ter a própria religião, sem se tornar escravo de quem quer que seja. Ninguém pode lhe dar a verdade, que tem de ser descoberta por si mesma. A verdade só existe em Deus.
Benê
