Poema de Pais para Filhos
DEUS É BOM O TEMPO TODO
Todos somos filhos de Deus abençoados no sublime caminho
da fé que nos ergue em meio a espinhos.
Que Deus abençoe igualmente quem insiste sozinho.
Boa tarde!
Deus sempre cumpre suas promessas e mantém sua fidelidade para com seus filhos. Ele é bondade, justiça, misericórdia e, acima de tudo, o amor.
Podemos confiar e descansar em Sua palavra, sabendo que nunca nos abandonará.
"Deus é fiel", essa é uma verdade poderosa e reconfortante que nos lembra do cuidado e amor inabaláveis de Deus por nós.
Podemos confiar nele em todas as coisas e esperar, com alegria, suas bênçãos e promessas se cumprindo em nossa vida.
- Edna Andrade
Não espere seu marido, mãe, pai, filhos, irmãos, chefes, mudarem, mude para que você possa mudar.
Torne-se uma pessoa melhor .
Trate-os do jeito que você gostaria que eles os tratassem.
Quando eu olhava as flores, via algo impossível.
Quando pensava em ter filhos apegados ao pai, imaginava um péssimo relacionamento entre nós.
Quando me via velhinha, não conseguia imaginar alguém ao meu lado.
Quando pensava em 28 anos de relacionamento, me via com um papel de divórcio na mão.
Queria que as coisas dessem certo apenas com o esforço das minhas próprias mãos, sem a ajuda de ninguém.
Também queria que ninguém soubesse da minha vida.
Odiava quando mexiam no meu cabelo ou quando faziam carinho em mim na frente da minha família.
Adorava me sentir sozinha. A solidão era a minha paixão.
mas, quando te conheci,
as flores começaram a ter cheiro.
me vi sorrindo ao imaginar uma criança correndo até você com os bracinhos abertos.
e, pela primeira vez, me imaginei velhinha com alguém segurando minha mão — e esse alguém era você.
os 28 anos já não eram uma sentença de fim, mas um livro cheio de capítulos bonitos, difíceis, e nossos.
percebi que não sou fraca por precisar, nem errada por dividir.
entendi que o silêncio não precisa ser solidão, e que carinho também é amor quando feito na frente dos outros.
minha paixão pela solidão foi dando espaço à calma da companhia.
e hoje, se olho pra mim... não sei exatamente quem sou sem você.
mas pela primeira vez, isso não me assusta.
🌸 Nossos filhos aprendem mais com o cheiro da nossa vida do que com o som da nossa voz.
Trecho do livro: Lá em Casa
Negar alimento espiritual aos filhos, podendo oferecê-lo, é negligência diante do céu.
No mundo, isso seria crime. No reino de Deus, é abandono espiritual.
Se até os maus sabem dar coisas boas aos filhos, quanto mais Deus! Mas será que nós temos dado o que Ele deseja?
Se o mundo não tolera maus-tratos físicos, por que toleraríamos o abandono espiritual das nossas crianças?
trecho do livro Lá em casa
A espiritualidade dos nossos filhos precisa ser prioridade, não um detalhe da rotina.
Não é maldade, é distração. Mas negligenciar a fé infantil tem consequências eternas.
trecho do livro "Lá em casa"
Muitos perderam a guarda espiritual dos seus filhos por negar-lhes a Palavra.
trecho do livro Lá em casa
O maior legado que podemos deixar aos nossos filhos é uma vida cheia de maná, uma infância regada com a presença de Deus.
trecho do livro Lá em casa
Uma aljava cheia de filhos bem guardados espiritualmente é um testemunho de vitória e honra no céu e na terra.
trecho do livro Lá em casa
Nossos filhos são herança do Senhor — não brinquemos com o valor dessa responsabilidade.
trecho do livro Lá em casa
A maior pregação que seus filhos ouvirão será sua vida, não suas palavras.
trecho do livro Lá em casa
O lar é a primeira igreja que seus filhos frequentam – e você é o pastor deles.
trecho do livro Lá em casa
Às vezes parece que Deus tem filhos favoritos, mas o que Ele tem mesmo é propósito.
trecho do livro Lá em casa
O Melhor Presente
Seu João estava de aniversário. Aquele pai que sempre tratara os filhos, com muito amor, carinho e além de tudo ensinando-lhes a terem um bom caráter com certeza merecia o melhor presente do mundo. Júlio, o filho mais velho pensou logo em comprar alguma coisa que alegrasse o seu pai. Foi até uma loja de eletrodoméstico e trouxe embrulhado o seu valoroso presente.
Gabriela, a filha caçula também queria presentear o seu pai. Porém ela não tinha emprego como seu irmão Júlio, e o dinheiro da mesada só dava cobria os gastos escolares. Então como agradar seu pai com um presente? – pensou Gabriela. Ela não poderia simplesmente parabenizá-lo de mãos vazias.
Enfim, chegou o momento da festinha que a família preparara para seu João. Júlio entregou o presente ao pai. Seu João ficou muito emocionado. Era um presente muito caro: uma TV LCD. Mas quando Gabriela entregou o presente que seu João abriu aquele pai não resistiu sem derramar as lágrimas, emocionado. Era um poema que Gabriela fizera, agradecendo o amor que seu João sempre lhe oferecera. Seu João abraçou a filha, ainda chorando. Ele sabia que ela não tinha dinheiro para comprar um presente caro, como o de Júlio, mas lhe presentou com uma coisa que dinheiro nenhum pode comprar. Ele sabia que cada palavra contida naquele poema que a filha fez era do fundo do coração dela. E isso ninguém pode pagar.
É engraçado como a vida é: filhos têm vergonha da mãe, mas se abrem para pessoas que nem conhecem. Filhas têm vergonha de seus pais, de ficarem nuas na frente deles ou de falar sobre a vida sexual, mas se deitam com homens que nunca viram e/ou nem sabem se eles as amarão e serão pessoas boas em suas vidas. Pastores pregam a palavra, mas muitos não as praticam. Padres falando em Deus, mas as igrejas parecem valer mais que a palavra do Senhor. Esposas querendo casamentos felizes, mas fazendo tudo ao contrário do que é de fato o casamento. Maridos querendo esposas que edificam seus lares, porém não criam a base para que suas esposas possam edificar o lar. É fácil viver, difícil é aceitar e fazer o necessário para ter uma vida plena.
Receba, confie e agradeça!
Tenho muito mais do que preciso e muito mais do que mereço.
Ainda sobre o fatídico dia 28/10/25, no RJ.
Me impressiona alguém que, tendo filhos e netos, consequentemente nos sugere que saiba da importância afetiva deles na vida dos seus pais e de todos aqueles que os amam, apesar dos seus defeitos, e que se diz cristão, não hesita em comemorar a morte do filho de outro alguém.
Ninguém precisa ficar triste com a morte de bandido. Porém, ficar feliz me parece não ser o exemplo deixado, segundo a Bíblia, por Jesus.
Como reflexão, fica mais essa suspeita que esta figura divina chamada Jesus, no fundo, não tem potencial suficiente para ensinar aos seus "fiéis".
O triste é quando vem a vida e ensina.
Nós, filhos do silêncio emocional, crescemos com a alma ferida antes mesmo de entender o que era o amor.
Aprendemos que chorar não muda nada, que o colo não vem, que o abraço esperado não chega.
E então nos tornamos mestres em esconder a dor — empurrando-a para o canto mais escuro do peito, onde ninguém ousa tocar.
A falta de afeto se torna um buraco que tenta ser preenchido de qualquer forma.
Transformamos o corpo em linguagem, o desejo em refúgio, e o toque em anestesia.
A sexualização vira um disfarce bonito para um desespero mudo.
Ser desejado é, por um instante, sentir-se acolhido — mesmo que seja mentira, mesmo que doa depois.
Mas o tempo revela o engano.
Na vida adulta, o espelho devolve o rosto de quem tentou ser tudo, menos ele mesmo.
Percebemos que moldamos nossos caminhos para caber no amor do outro, para sermos vistos, aceitos, amados — e que, no fim, seguimos sozinhos.
O afeto negado na infância cria adultos que sangram por dentro e sorriem por fora.
Carregamos a morte simbólica daquilo que poderia ter sido: o eu verdadeiro, o amor simples, o pertencimento.
E então, quando a vida perde o sentido, resta apenas o entendimento.
Não o perdão, não a paz — mas a consciência de quem nos tornamos.
E talvez, dentro desse reconhecimento amargo, exista o primeiro passo da cura
VOLTA MEU FILHO
(Inspirada em Lucas 15:11-32)
Um pai tinha dois filhos, casa cheia de amor
Mas o mais novo cansou, pediu a parte que restou
“Me dá minha herança, vou viver do meu jeito”
E partiu sem olhar pra trás, com o coração desfeito
Longe de casa, gastou tudo em prazer
Viu a alma vazia, começou a entender
A fome chegou, e ninguém estendeu a mão
Num chiqueiro ele pensou: “Preciso voltar então…”
“Pequei contra o céu, pequei contra o meu pai
Não sou mais digno, mas talvez ele me aceite lá…”
Mas o pai correu ao ver o filho voltar
Abraçou, beijou, mandou festa preparar
“Esse meu filho estava morto e reviveu
Tava perdido, mas agora se encontrou, é meu”
E o irmão mais velho ouviu a música soar
Ficou com ciúmes, se negou a festejar
Mas o pai saiu e disse: “Tudo o que tenho é teu
Mas esse teu irmão voltou, e o coração do céu gemeu…”
Tem festa no céu quando um filho se arrepende
O amor do Pai é ponte, não depende do que a gente entende
Não importa a lama, o erro, nem a ilusão
Quem volta com verdade, ganha veste e perdão
Porque o Pai sempre espera, mesmo em silêncio
Com os braços abertos, no alto do tempo
O amor não calcula, não joga na cara, não mede o chão
Ele apenas te chama… pra voltar pro coração
"Às vezes, o amor pelos filhos é a única algema que mantém o pai no cárcere do casamento."
— Valter Martins / Santo da Favela, o Poeta da Rua
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