Poema de Pai para Filha

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Pai,
desde que partiste
há um silêncio diferente na casa
— um silêncio que tem o teu nome.
Ainda espero, às vezes,
ouvir os teus passos na porta,
como se fosses entrar
com o mesmo sorriso tranquilo
de quem sempre soube cuidar de tudo.
Faz-me falta a tua voz, pai.
Faz-me falta o teu conselho simples,
o teu abraço forte
que parecia dizer
que nenhum problema
era maior do que nós.
Levaste contigo tantas palavras
que eu ainda queria dizer.
Tantos dias que ainda queria viver
ao teu lado.
Mas deixaste tanto em mim.
Deixaste a coragem que me ensinaste,
o coração que me formaste,
e esse amor imenso
que nem a distância da morte conseguiu levar.
Há dias em que a saudade dói tanto
que parece não caber no peito.
E nesses dias eu olho para o céu
e imagino que estás ali,
orgulhoso, como sempre estiveste.
Sei que já não posso abraçar-te,
mas continuo a falar contigo
em pensamento,
como um filho que nunca deixou
de precisar do pai.
E prometo-te uma coisa:
enquanto eu viver,
irei cuidar da tua eterna amada:
a minha querida mãe,
e dos meus queridos irmãos.
Pai, tu viverás em mim
em cada passo,
em cada decisão,
em cada pedaço de amor
que aprendeste a dar-me.
Profundas saudades tuas,
meu querido pai.
Para sempre.
As minhas lágrimas
escrevem no meu rosto:
Amo-te, pai,
como sempre te amei
e como sempre te amarei.

Quem sou eu?


Eu sou aquele menino que quando tinha apenas cinco anos quando perdeu o pai e quando tinha sete anos 99% dos colegas de classes não queria fazer dupla comigo e quando completei treze anos estava desistindo de estudar e que no certo dia tive que mentir para um professor em tão esse sou eu um pouco feliz e um pouco triste.

"Ninguém é como Deus, nem Cristo ousou se comparar ao Pai, quando Ele disse, Eu e o Pai somos um, Ele não disse Eu Sou o Pai, mas sim, quem vê a Mim, vê aquele que me enviou"


- Quem lê entenda.

⁠Nesse 2 de novembro.
A saudade aumenta
A memória aflora
A tristeza não aguenta

Pelo Pai que já partiu
A saudade vai a mil
No coração que já sentiu;
A perda varonil

A certeza que me anima
É o reencontro no céu
Onde Jesus está acima
Com o arcanjo Miguel

Terminando a poesia
Confesso ser a melancolia,
A culpada de tal ato constrangedor
Querendo rimar sentindo dor.

Sombra e Espelho
​Olho no espelho e vejo o rosto do meu pai,
E neles, os olhos de quem veio antes.
É uma história que não morre, que não sai,
Narrada em traumas e gritos distantes.
​A pobreza não é só o prato vazio,
É o medo constante de nunca chegar.
O abuso é um nó, um emaranhado fio,
Que as mãos da criança tentam desatar.
​Somos prisioneiros de um ciclo invisível,
Moldados por sombras que não são as nossas.
Onde a alegria parece algo impossível,
E as raízes da dor são fundas e grossas.
​Porém, o "Eco das Gerações" pode mudar de tom.
Se a consciência desperta e a ferida se trata,
O que era castigo torna-se um dom:
A força de quem a própria sombra resgata.

FREUD


Freud foi um gênio tal
Estudou a nossa mente
Foi pai da psicanálise
Trabalhou o inconsciente
Os sonhos interpretou
E com isso revelou
Não haver só consciente


Freud falou que o Id
É o desejo escondido
Já o superego impõe
O que é certo ou proibido
Mas o ego é o ator
Com papel mediador
Que decide o ocorrido


Freud disse que as fases
Já começam ao nascer
Fase oral é no início
A anal vem ao crescer
Fase fálica, latência
Genital na adolescência
Até o amadurecer


Do complexo de Édipo
Freud foi formulador
Explicou que o menino
Busca o exclusivo amor
Quer da mãe a atenção
E vê como oposição
O seu pai, seu genitor


Dos limites à criança
Freud também comentou
Mecanismos de defesa
Com detalhe explicou
Resistência, transferência
Foi enorme a influência
O que ele nos deixou


Eu encerro esse verso
De homenagem e gratidão
Ao saudoso doutor Freud
À sua grande lição
Nossa mente é um mundo
É um mar muito profundo
De mistérios e emoção

Meu pai cantava essa música quando eu era criança. Me sentia tão amada e orgulhosa de ouvir ele cantando para mim:
"Quero uma mulher
Que saiba lavar e cozinhar
Que de manhã cedo
Me acorde na hora de trabalhar
Só existe uma
E sem ela eu não vivo em paz
Emília, Emília, Emília
Não posso mais
Ninguém sabe igual a ela
Preparar o meu café
Não desfazendo das outras
Emília é mulher
Papai do Céu é quem sabe
A falta que ela me faz
Emília, Emília, Emília
Não posso mais." (canção de Vassourinha)

Na morte de um pai,
a memória insiste em
reconstruí-lo em detalhes,
as palavras, o sorriso,
o olhar, os gestos
— só para depois
deixá-lo partir outra vez.

Sonhei com o pai do meu marido, incomodado com a barraca de feira que meu marido fez para vender na frente da casa dele, ele dizia que falou com um marceneiro para ele cortar o teto da barraca, para deixar menor


JULHO DE 2023

Doce e suave como Tarap
e o meu nome na sua alma,
na sua mente e coração,
Sou feita de amor e paixão.

⁠Enquanto uns precisam de um tropeção para cair nos braços do Pai, outros para tentar quitar o aluguel das cabeças dos asseclas.


Há os que só descobrem a própria fragilidade quando o chão falta sob os pés.


O tropeço, para esses, não é punição: é convite.


Na queda, cessam as ilusões de autossuficiência, e o abraço do Pai deixa de ser discurso para se tornar refúgio.


A adversidade, então, cumpre seu papel mais nobre — revelar limites, ensinar silêncios e reordenar as prioridades.


Mas há os que fazem do tropeço um espetáculo, arrastando para o centro do palco um dos mais nojentos dos comportamentos — o vitimismo.


Não caem para aprender, caem para acusar e se vitimizar.


Transformam a adversidade em vitrine e o sofrimento em moeda, tentando pagar o aluguel das cabeças dos asseclas com versões convenientes da própria dor.


O vitimismo vira estratégia, não confissão; ruído e não arrependimento.


Em vez de atravessar a noite, preferem manter acesa a fogueira da queixa.


A diferença não está na queda, mas no destino dado a ela.


Uns permitem que a dor os humanize; outros a instrumentalizam.


Uns se levantam esvaziados de si e cheios de fé; outros se erguem inflados de razão e pobres de verdade.


No fim, a adversidade sempre cobra seu preço: ou nos reconcilia com o essencial, ou nos aprisiona na necessidade de plateia.


E talvez aí resida o discernimento que nos falta: nem toda lágrima nos cobra empatia, nem toda queda é lição.


Há tropeços que salvam, e há tropeços que apenas alugam consciências.

⁠Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, permita-me ao menos cuidar dos meus antes de sucumbir-me ao cansaço da alma.


Há momentos em que a fé não implora o milagre da retirada do cálice, mas a misericórdia de adiá-lo por amor.


Não é a negação do sofrimento, mas o reconhecimento de que há responsabilidades que ainda pesam mais do que a própria dor.


Quando a alma se vê exausta, não é rebeldia suplicar por tempo; é humanidade.


É dizer: Pai, eu aceito o peso, mas deixa que minhas mãos ainda sirvam, que meu olhar ainda proteja, que minha presença ainda seja abrigo.


Pois, há dores que não escolhem hora, mas há amores que não aceitam partir sem antes cumprir o cuidado.


Cuidar dos seus, mesmo à beira do esgotamento, também é uma forma silenciosa de oração.


É fé traduzida em gesto, em permanência e renúncia…


Não se trata de heroísmo, mas de fidelidade: a fidelidade de quem sabe que o fim pode esperar alguns instantes quando o amor ainda precisa ficar.


E talvez seja nesse intervalo — entre o cálice e a rendição — que Deus mais se revele.


Não como quem afasta a dor, mas como quem sustenta o coração para que ele não se torne empedernido.


Porque às vezes, a maior graça não é ser poupado do sofrimento, mas não deixar de amar enquanto se sofre.

⁠⁠Meu Pai só permitiu à Tristeza me abraçar até a minha alma aprender a chorar, porque Ele já havia tecido Lenços de Misericórdia.


Há dores que não chegam para nos destruir, mas para nos ensinar a linguagem que antes não sabíamos falar.


A Tristeza, quando autorizada pelo Pai, não vem como castigo, vem como professora silenciosa.


Ela nos abraça não para nos aprisionar, mas para que a alma — ainda rígida, ainda orgulhosa de resistir — aprenda a chorar.


Embora haja choros de remorsos e infortúnios, chorar é um verbo sagrado.


Ainda que muitos infalivelmente fortes considerem fraqueza.


Mas admitir isso seria também admitir que o Filho do Homem fraquejou.


É quando o coração finalmente admite que não é de ferro, que precisa ser cuidado, que não foi criado para atravessar desertos sozinho, longe do Pai.


E Ele sabe disso.


Por isso, Ele não impede o abraço da Tristeza de imediato.


Ele permite o tempo exato: nem um minuto além do necessário, nem um segundo aquém do aprendizado.


Enquanto a alma aprende a chorar, o céu trabalha em silêncio.


Cada lágrima encontra um destino, cada soluço é ouvido, cada queda é contada.


Antes mesmo que o pranto escorra pelo rosto, Lenços de Misericórdia já estavam sendo tecidos — fio por fio, com paciência eterna, do tamanho exato da dor.


Esses lenços não apagam a história, mas secam o excesso de peso.


Não negam a ferida, mas impedem que ela infeccione.


São gestos suaves de um Pai que nunca esteve ausente, apenas respeitou o processo.


Quando a Tristeza se retira, não leva consigo a fé; deixa uma alma mais humana no lugar, mais inteira, mais capaz de consolar.


Porque quem foi enxugado pela Misericórdia aprende, um dia, até a ser lenço nas mãos de Deus.

⁠Independentemente da prova que o Pai nos permitiu, aonde quer que estivermos, celebremos com júbilo o nascimento do Filho d'Ele.


Para muito além da prova que o Pai nos permitiu, há um convite que atravessa todas elas: celebrar.


Não porque a dor se ausentou, nem floresceu de repente, mas porque Deus decidiu nascer dentro da nossa história — inclusive nas suas frestas.


O Filho não veio quando tudo estava em ordem, veio quando o mundo estava cansado e carente.


Tudo era caos!


Ele não escolheu palácios, escolheu manjedouras.


Não aguardou aplausos, aceitou o silêncio interrompido apenas pelo choro de um recém-nascido e pela respiração dos que também não tinham muito a oferecer.


Por isso, aonde quer que estejamos — no vale ou no monte, na sala cheia ou no quarto solitário — há espaço para o júbilo.


Um júbilo que não nega a prova, mas a atravessa.


Um júbilo que não faz barulho para disfarçar a dor, mas canta baixo, com a alma ajoelhada.


Celebrar o nascimento do Filho do Homem é confessar que nem a noite, nem o medo ou a dúvida nos venceram.


É afirmar que, mesmo quando não entendemos o “porquê” da prova, confiamos no “para quê” do Amor.


É reconhecer que Deus não ficou distante do sofrimento humano — Ele entrou nele.


Que o nosso coração, onde quer que esteja, se faça manjedoura para o nascimento e renascimento do Filho do Homem.


Que o júbilo não seja euforia, mas esperança viva.


E que, mesmo em meio às provas permitidas pelo Pai, a Luz continue encontrando lugar para nascer em nós.


Feliz e Abençoado Natal para todos os que creem no Aniversariante de hoje.

⁠Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, poupe-me ao menos dos amantes da espetacularização.


Não temo os tropeços, as tempestades ou a morte — nem minha, nem dos meus — pois nenhum destes barulhos consegue ser mais ensurdecedor que o espetáculo feito deles.


Há cálices que não doem pelo amargor do conteúdo, mas pelo coro que se forma ao redor deles.


O tropeço ensina, a tempestade depura, a morte silencia — todas cumprem um papel sagrado no trato da alma.


O que fere é o aplauso, o holofote aceso sobre a dor alheia, a pressa em transformar cruz em palco e lágrima em argumento.


Quem caminha com fé não pede a ausência da noite, mas a dignidade do escuro.


Não implora pela fuga da provação, mas pelo recolhimento necessário para atravessá-la.


Há dores que só frutificam no segredo, há processos que se perdem quando exibidos.


O espetáculo rouba o sentido; o silêncio, ao contrário, devolve profundidade.


Por isso, minha súplica parece-me justa: se o cálice não puder ser afastado, que ao menos não venha acompanhado da plateia.


Que a dor seja escola, não vitrine.


E que o barulho venha do céu, não dos que confundem compaixão com curiosidade e fé com entretenimento.


Amém!

⁠Um pai imprestável é igual ou até pior que um c0rn0: o último a saber dos feitos dos próprios filhos.


Há ausências que gritam mais alto do que qualquer traição.


O pai imprestável não é apenas o que erra — é o que se ausenta do palco onde a vida do filho acontece.


Enquanto aprende tarde demais, não porque foi enganado, mas, porque nunca quis olhar.


Ser o último a saber não é azar, é consequência.


Não da falta de informação, mas da falta de presença.


Porque quem caminha junto percebe os passos antes do tombo, os sonhos antes da fuga, os feitos antes do aplauso alheio.


A ignorância, nesse caso, não é inocência: é abandono disfarçado.


E o preço disso não se paga em humilhação pública, mas em vínculos que não se formaram — e em histórias que o tempo já contou sem ele.

⁠O que esperar dessas Almas Sebosas que arregimentaram as almas “inocentes” para salvar o país e, desde então, nunca mais pararam de tentar vendê-lo para se salvarem?


Talvez nada além do que já entregam: a velha arte de travestir interesses pessoais em projetos de nação, a habilidade de manipular esperanças alheias enquanto negociam, sob o apagão das luzes, o próprio futuro.




Porque quem sempre se salvou à custa dos outros — da boa-fé, da ingenuidade, da fome por esperança — não aprende a sustentar o peso da verdade.


Passa a vida em mercados de ocasião, onde cada crise vira moeda, cada medo vira mercadoria, cada voto vira barganha.


E é justamente nesse teatro de sombras medonhas que se revela a nossa parte: perceber que país nenhum é salvo por quem está disposto a vendê-lo.


Talvez a verdadeira inocência não esteja em quem foi enganado, mas em quem ainda insiste em acreditar que o destino de uma nação pode caber no bolso de uns poucos iluminados por suas próprias ambições.


O resto, no fim, é só ruído — só guerra palavrosa — de almas sebosas riscando fósforos perto demais do futuro que prometem proteger.

Meu Pai do Céu, eu nunca me esqueci.
(Cresci)
Teu amor velou por mim.
(Protegendo)
Que seja feito assim.
Conforme a tua vontade!
Juntos em oração.
Não nos deixeis sozinhos.
Nesse mundo de maldades.
Cuida das nossas crianças.
Livrai-nos de todo o mal.
Livrai-nos da omissão.
Onde houver trevas, que o amor prevaleça.
Começa mais um dia comum.
Terminem, como crianças.
Que elas cresçam na Fé .
Com a paz de Jesus Cristo.
Onde não houver saída.
Dei-lhes uma solução.
Faça-se voltar à infância.
(Á)
Esses pobres pagãos...

1 de fevereiro


"Pai, em Ti encontro ânimo para cada novo amanhecer, pois Tua luz dissipa toda sombra de desânimo. És minha força quando as batalhas parecem pesadas, meu refúgio seguro nos tempos de aflição.
Minha esperança e meu exemplo


Com fé inabalável, sigo firme em Teus caminhos, sabendo que Tua mão me guia sem cessar. Sou mais que vencedora, pois Tu és o meu sustento.


Que assim seja!"


Amém!

A identidade espiritual cristã:
🕊️ Eleição segundo a presciência de Deus Pai.
🔥 Vida em santificação do Espírito Santo.
✝️ Obediência e fé na aspersão do sangue de Jesus Cristo.
💧 Batismo nas águas, como testemunho público da fé.
🙏 Vida de oração diária, em comunhão constante com Deus.
📖 Referências: 1Pe 1:2; Mt 28:19; Rm 6:3–4; At 2:42