Poema de Mario Quintana o Espelho
Encontre-se antes que te façam perder-se.
Perca-se antes que te façam encontrar-se.
Não deixe que sejam eles os autores de suas vitórias e derrotas.
Não temos uma democracia no Brasil,
apenas uma cortina vermelha esfarrapada,
escrito em letra cursiva:
"Em Construção?"
INTOLERÂNCIA é não aceitar e ser explícito.
TOLERÂNCIA é apenas não ser explícito.
Seja COMPREENSIVO e não TOLERANTE
O que fazemos com tudo que vemos, lemos, ouvimos e percebemos espiritualmente?
Reagimos ou agimos?
Questionamentos e reflexões ou imediatismo primitivo?
Mesmo estando num túnel escuro, úmido e desconfortável, lá longe existe um ponto de luz inquestionável, sempre presente, e sabemos que prosseguindo vamos encontrar a saída.
FÉ RACIOCINADA
O Agora reina absoluto independente de crenças, da ciência ou opiniões.
É um presente, nos dois sentidos.
Sou o Agora e nele vivo e me deito...
Verdades.
Eu as procuro por que detesto a ideia de ficar "engessado".
Questiono tudo que está consolidado em mim para evitar a arrogância e prepotência.
Você pode ser aquele que toca a vida ou o que é levado por ela. Pode ser quem está com o remo ou o que deixa o rio levar.
Autor ou personagem?
Como tem sido a sua vida?
OLIVRO DOS ESPÍRITOS.
III – Percepções, Sensações e Sofrimentos dos Espíritos.
254. Os Espíritos sentem fadiga e necessidade de repouso?
[ ...A espécie de fadiga que os Espíritos podem provar está na razão da sua inferioridade, pois quanto mais se elevam,de menos repouso necessitam. ]
" LEMBRAR É RUIM? FAZ MAL? "
488.A.K. Os parentes e amigos, que nos precederam na outra vida, maior simpatia nos votam do que os Espíritos que nos são estranhos?
R: “Sem dúvida e quase sempre vos protegem como Espíritos, de acordo com o poder de que dispõem.”
A.K.a) - São sensíveis à afeição que lhes conservamos?
R. “Muito sensíveis, mas esquecem-se dos que os olvidam.”
{É, de certo modo, a chave da ciência espírita, porquanto só ele pode explicar as anomalias que as comunicações apresentam, esclarecendo-nos acerca das desigualdades intelectuais e morais dos Espíritos. Faremos, todavia, notar que estes não ficam pertencendo, exclusivamente, a tal ou tal classe. Sendo sempre gradual o progresso deles e muitas vezes mais acentuado num sentido do que em outro, pode acontecer que muitos reúnam em si os caracteres de várias categorias, o que seus atos e linguagem tornam possível apreciar-se.}
(Allan Kardec.
"Verdadeiramente, a juventude não está no corpo,
mas sim na mente!"
Otávio Abadio Bernardes (Tavinho, o "Joli"!)
"Vencer não é uma questão de potência...
mas, sim, de persistência!"
Otávio Abadio Bernardes, Tavinho, o "Joli"
- Espinhos e flores -
Te quero rosa celestial,
Margarida vital,
Do ocaso irreal.
Amo-te puro lírio,
Essência de meu delírio,
Espinho do meu martírio.
Por que poeta,
Por esta flor te encantastes,
Não sabes que com espinhos,
Ela pode perfurar-te.
- A minha paz -
Quero sentir-te paz,
Suave como a brisa por entre as árvores,
Doce como o perfume das flores,
Mas, ter-te em sua plenitude no mundo,
É um pensamento utópico desejável,
Um belo delírio irrealizável,
Tu sublime paz,
É a dádiva dos poetas amantes,
Porque somente quem ama possui a paz,
E no mundo falta amor; falta esperança; caridade; empatia,
Falta-lhe no mundo paz,
E nada mitiga tua ausência,
Porque sois bela, ó paz,
Como flores ao amanhecer primaveril,
E sois passiva,
Como o vento praiano no lusco fusco.
Rejubila-te amor,
Pois tu és a raiz da paz,
Resplandece-a porém,
Com mais êxito que a aurora,
E acalentas a euforia,
Com mais suavidade que a lua,
Ao emergir do ocaso solar,
Amo-te como o orvalho,
Que entre as pétalas e as folhas quer sempre estar,
Desejo-lhe, pois sou poeta,
E sei amar.
Um dia não serei mais
Mas antes de partir
Com as palavras tocarei
As melodias da Alma
Coisas que embelezam o mundo
Coisas que só o Silêncio profere
Crítica
Existem muitos poemas
Tecidos sob as nuvens
Cujos repetidos temas
Nada mais intuem
São reles afirmações
Sequências de quase nada
Daqueles que sem inspirações
Querem dos outros a estrada
Dedicatória:
Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico como saudosa lembrança estas memórias póstumas.
Poesias me alimentam de esperança e de fé no que pode ser e no que poderia ter sido; Sou amante de mim mesmo, e me vejo em cada rosto que venero e amo, pois tudo que amo é belo e tudo que é belo eu amo!
Passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem era eu, para ter certeza de mim. Se era o mesmo que, já mentiu, fingiu, sofreu, sorriu chorou e descobriu que tudo é lição para se viver bem e sentir-se feliz.
