Poema de Mario Quintana o Espelho
A VIDA é feita do NOVO.
Novo dia, novas descobertas, novos projetos, novo ambiente, novos amigos e se necessário um novo amor. Não se contente com o pouco, com o parado, com a mesmice, com a rotina. Siga em frente, busque. Há sempre algo a realizar.
Então realize-se!
A vida é uma grande escola que nos permite a toda instante descobrir, substituir, recomeçar.
Alguma vez parou para fazer uma faxina dentro de você?
Jogar todos aqueles lixos do passado porta a fora?
Se não fez, experimente, se senitirá mais leve. E sabe aquele "traumazinho" que te bloqueia impedindo de tomar algumas atitudes em sua vida?
É bem possível que ele se vá também. Tudo depende de você, dá força e coragem que põe em suas decisões.
Não fique aí parado (a) lendo essa mensagem, comece agora, jogue tudo o que não presta fora, mas lembre-se: fique com as experiências porque elas te ajudarão na caminhada.
É preciso que a vida seja vivida com intensidade e sem desperdícios, mesmo que sofrida, a lição que se tira é sempre garantida.
Em cada amanhecer surge um novo dia, e com ele a oportunidade de transformações, novas descobertas, novos caminhos...
A vida de cada um é o que se faz dela.
Então, dê a sua melhor energia, resgate sua força interna, encare com determinação, otimismo e...
CORAGEM!!!
Pare de construir obstáculos em sua vida, com medos, indecisões, pensamentos negativos...
CONSTRUA PONTES!
Deixe a esperança e a segurança trilhar novos caminhos, se unirem a determinação em tomar
ATITUDE
para que o mar de alegrias contagie muitos momentos de sua passagem pela terra.
Se você não tem coragem de assumir uma pessoa que te ama.
Não fique alimentando esperanças e a iludindo para massagear seu ego. Isso fere, machuca.
Se afaste e vá viver a sua vida, curar suas feridas, se conhecer, aprender a amar.
Pelo resto de nossos próximos dias me olhe por minutos e minutos e não me deixe se esconder entre seus braços, insista em me olhar.
Diga sempre com seu beijo o quanto me ama, sei que vou entender.
Pelo resto de nossos próximos dias me abrace forte, faça isso como se fosse ser a última vez. Fale baixo no meu ouvido.
Cante sempre pra mim, me ligue sempre que puder, escreva bilhetes e os coloque em qualquer lugar que eu possa encontrar. Mande-me mensagens, diga sempre que me ama.
Dance comigo mesmo quando não houver música.
Não me deixe entrar em casa tão rápido, me deixe presa em seus braços e beijos. Segure forte minhas mãos, e as olhe junto as suas sempre que puder.
No silêncio ou no barulho, esteja comigo.
Seja meu amigo, me ouça sempre. E se não quiser ouvir o que tenho a dizer, ao menos olhe pra mim.
De vez em quando me interrompa enquanto eu estiver falando e diga o quanto sou linda.
Diga que sou sua, acredite nisso. Eu sou!
Admire-me. Mecha no meu cabelo sempre que quiser e quando me beijar o segure forte.
Entenda-me, mas me repreenda sempre.
Brigue comigo quando for necessário, mas me mime sempre que puder.
Faça-me rir. Seja meu esconderijo nos dias de tristeza e seja sempre onde quero estar.
Ame-me com suas atitudes.
Farei o mesmo. Confie em mim.
Vou te surpreender!
Meu coração se encontra atualmente em estado de espera. Sinto-me como se estivesse anestesiada, como se nos estivesse mais belos de meus sonhos, deitada em um lindo jardim, olhando para um céu perfeito, vejo borboletas ao meu redor, o sentimento é bom, me faz querer ficar ali por um bom tempo, como se estivesse fingindo que quero estar ali pra sempre.
Consegue imaginar isso? Essa imagem? As borboletas? O céu? Esta tudo dentro de mim nesse exato momento.
Estou esperando ser encontrada por alguém que nesse lindo sonho se deita ao meu lado por um instante para olhar o céu, e agora as borboletas estão ao nosso redor, ficarei feliz por não ser somente eu e sim nós, isso com certeza me soa bem melhor. Ao segurar minhas mãos me levará para fora do sonho e só depois disso vou acreditar que é verdade, enquanto isso não quero que ser incomode por ninguém que não esteja disposto a segurar minhas mãos.
Até isso acontecer, saibam que estarei ali… esperando.
Bom dia!
Em águas límpidas canta o mar
entre acordes de sal e sol
em sua imensurável força
que o tempo não poderá levar
Entre perdas e danos,
escrevia poemas a rodo
no livro de sua vida,
um desengano
Enganou-se sozinho,
pleno de ilusão,
nunca teve, nunca foi seu
aquele coração
Não soube distinguir
qual era a verdade,
nem perceber que ela
tinha-lhe apenas amizade
A tarde se vai,
e que não tarde !
mas enquanto ela cai
a nostalgia nos invade,
vem a noite sussurrando
nos ermos de sua escuridão,
todo tipo de saudade,
que sabe, temos no coração
Não é o poeta que faz a poesia, ela é quem o faz. Apesar dos pesares - em todo momento bom ou ruim - ela está junto a ele, num laço apertado envolvendo sua alma que não consegue calar.
Poesia é a arte, o poeta é apenas seu tradutor. Não pode fugir disso porque foi escolhido.
A poesia não tem explicação, não pode ser definida e cada um a sente de uma forma.
Poemeto
Ondas cantam no mar
em acordes de sal e sol
para a todos encantar
Acordes de sal e sol - metáfora criada pela autora
Poemeto
Ondas cantam no mar
em acordes de sal e sol
para todos se encantarem
e entre suas espumas brancas
num mergulho de sereia
cantarem junto a melodia
que sem parar o mar pranteia
Tristeza, noite que se aprofunda em escuridão,
trazendo sussurros de mais além, do vale e dos ermos,
vozes que flutuam em sustenidos em tristes ais,
é difícil sermos felizes e despreocupados, quando sabemos,
que há em algum lugar deste planeta lindo,
uma guerra que destrói e mata, levando inocentes,
que dão seu último olhar para o céu, pedindo paz...
Esperamos o outono chegar,
ver as folhas saindo em disparada
voando loucas, pelo vento levadas
e querendo junto aos galhos ficar,
O vento chega ousado dando beijos,
para uma, a uma, logo conquistar...
e a nossa alma tem os lampejos
de outros outonos, lembrar !
Outonos de beijos amorosos,
abraços que pareciam sem fim,
em tempos que eram mais ditosos,
nas manhãs em toques de clarins
Outros outonos de frias brisas,
mas que aqueciam o coração ,
agora, tudo rapidamente desliza,
já sem a mesma emoção
Despedidas do tempo, que, ingrato,
vai passando com muita pressa,
e a tudo leva quase de arrasto,
e deixa a saudade, o ontem, a promessa...
O vento canta um mantra
tão forte como um alarme
mas o vento não é pilantra
ele gosta de fazer charme
Quando rabisco não sou eu,
apenas a caneta é que resvala
trazendo o que a brisa soprou
e dela revelo, aos poucos, cada fala...
