Poema de Mario Quintana o Espelho
Eu também tenho pesadelos. Um dia, vou explicar para você. Por que eles acontecem. Por que eles nunca acabarão. Mas vou te contar como sobrevivo a isso. Faço uma lista na minha cabeça de todas as coisas boas que vi alguém fazer. Qualquer pequena coisa de que me lembre. É como um jogo. Faço isso repetidamente. Ficou meio chato depois de todos esses anos, mas há jogos muito piores de se jogar.
O amor é matemática de inexatidão. É transbordamento de universo em célula. É revelação gritante no mistério do silêncio. Razão da qual só ele a si o explica!
O falso amor necessita de proximidade física para ser seu palco, porém é na ausência que o verdadeiro se revela!
Eu acredito muito mais no aplauso covarde e enrustido da crítica do que no confete hipócrita do elogio mecânico!
"A felicidade plena é um objetivo almejado por todos. Porém, para ser feliz o suficiente basta ter um pouco menos exigências..."
Não quero ajudá-lo a ir embora. Você não é meu amigo. Você é meu irmão. E você pertence a este lugar.
Apenas dois tipos continuam aqui: frouxos e cães de caça. Os frouxos vivem com medo, jogam a culpa nos outros e nunca se responsabilizam. Já os cães de caça farão de tudo para que a justiça prevaleça. Seguem o rastro do criminoso e não descansam até que ele tenha o que merece.
Se você deseja ajudar seu amigo, faça-o de maneira que não traga sobre si os fardos de seu amigo.
Tempo. O tempo é uma coisa engraçada. O passado, o futuro. Tudo se confunde. Só há uma maneira de manter tudo certo: lembrar sempre e quem se é.
Se este mundo vai se tornar um mundo maravilhoso, ou um mundo horrível, vai depender apenas de você.
Temos que nos preparar para tudo o que vier. Então, trate de esquecer o passado e comece a pensar no que ainda tem pela frente.
Assim como a Lua é o satélite da Terra, o ódio tem seus próprios satélites. Suas altas expectativas, sua fé, e seu carinho por uma determinada pessoa estão todos interligados. Mas quando algum desses elementos sai de órbita ou retrógrado, pode se transformar em ódio.
Eu estava me perguntando… Você pode me deixar passar o resto da minha vida com você?
