Poema de Mario Quintana o Espelho

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Então encontro a Tua Palavra, Espelho que revela quem sou, Ela quebra minhas máscaras E mostra o quanto preciso do Teu amor. miriamleal

As obras revelam se o coração é regenerado ou perverso, como um espelho da alma.
📖 Mateus 7:16–20⁠

O espelho reflete o mesmo rosto, mas os olhos que o habitam pertencem a um estranho que nasceu no momento em que a dor chegou.

Somos o espelho do cosmos: a matéria do universo que despertou consciência para contemplar sua própria existência.

" A face ante o espelho não de pé, de joelho no vasto da solidão as falhas de uma lâmina mistura o escarro lançado no chão. "

" Entre o voo do beija-flor e o reflexo do espelho, a delicadeza revela que a verdadeira beleza não se encontra nas flores exteriores, mas naquilo que a alma reconhece e contempla em silêncio. "

"Um espelho reflete o seu exterior, e suas virtudes refletem o ser humano que você é. Portanto, reflita sempre a melhor versão ao mundo."

"Um espelho quebrado distorce o seu reflexo. Da mesma forma, nem todas as pessoas que se aproximam de ti te completam."

" O espelho não faz justiça à tua beleza a realidade qual tu vives merecida se impõe da natureza. "

Ser contemporâneo eu sou também e ser antológico e medieval eu...
No espelho da consciência o eu pode causar a paredolia do eu

Eu do espelho repete ecos de outras realidade se tornam realidade ambígua ate que eu seja realmente crítico diante sombras implantada por sua mente.

Toda constante tem um espelho quantico. Pois a variável e parte da energia para energia não há espaço ou tempo se existe hoje sempre existiu pois ate nos primórdios houve um momento que energia tocou o homem na fogueira ouve evolução existencial dos humanos.

Nas minhas sombras de madrugada não vejo mais meu rosto.
No espelho vejo meu reflexo buscando um paradigma neste imenso mundo.

homem nada cria, tudo se transforma; no exato momento em que existo, logo copio. O espelho contemporâneo virou apenas a sombra da caverna digital. De um lado, o perfil do "eu" pragmático que se rende às dancinhas; do outro, a realidade crua de chineses se matando de estudar. Na pragmática do meu eu profundo, pergunto-me por que existo. Só sou eu diante de uma comédia vazia. Por que rir, se nada disso é realmente engraçado? São apenas velhas piadas coreografadas num novo ritmo.
No entanto, o abismo não é o fim: ele começa e termina num rio que flui, moldado por um cenário de árvores e um pôr do sol lindo. Suspiro. É melhor que qualquer filme, porque esse cenário real continua a despertar o suspiro pela vida inteira.

O um pode ser tempo no espaço de frente para o espelho o espaço tornasse a distorção e multiplicação do foco num fonto da relativismo abrido a estrada da constante como fluxo é simplicidade o retrato do espelho no escuro da imensidão vemos o horizonte de eventos se dobrar diante a gravidade.

O sujeito não precisa do outro apenas como espelho que confirma sua imagem, mas como diferença que o desloca, confronta e amplia. É a alteridade que impede a consciência de fechar-se em circuito próprio. Sem esse encontro com o que escapa e contradiz, a identidade torna-se superfície repetida — lisa, estéril, incapaz de transformação. Toda subjetividade que não encontra diferença acaba apodrecendo dentro da própria imagem.

A memória é um espelho quebrado que reflete não o que fomos, mas o que tememos que sejamos. Cada gesto carregado de intenção deixa rastros invisíveis, e o mundo, indiferente, coleciona-os como quem guarda cinzas frias. No fundo, toda presença é sombra de ausência, e toda certeza, prelúdio de um silêncio que ninguém ousa ouvir.

A tristeza é um espelho que reflete o que a alegria jamais ousou tocar; e, ao contemplá-la sem medo, descobre-se que o abismo também pode ser palco de beleza.

O espelho não mente sobre nossa aparência, porém nossa alma possui reflexos que apenas os olhos da compaixão conseguem verdadeiramente decifrar e compreender.

O smartphone já não é ferramenta — tornou-se espelho opaco. Não reflete o que se é; absorve o olhar e o devolve fragmentado, filtrado, condicionado. Diante dele, o sujeito não se reconhece — se projeta, se edita, se consome. E, nesse ciclo silencioso, quanto mais se busca ver, menos se enxerga: porque o espelho que absorve não revela — captura.