Poema de Justiça
O tempo, com sua justiça silenciosa, sempre traz a lição.
Um dia, o sedento lembrará da água que ignorou... não por castigo, mas porque o vazio da alma sempre clama pela fonte que lhe faltou.
Há momentos em que o coração clama por explicações, por reconhecimento, por justiça. Queremos ser entendidos, valorizados, acolhidos… e quando isso não acontece, algo em nós se contrai.
A justiça tem numa das mãos a balança em que pesa o direito, e na outra a espada de que se serve para o defender. A espada sem a balança é a força brutal, a balança sem a espada é a impotência do direito.
"A dúvida não é o erro da justiça, mas o exercício da prudência. O fracasso ocorre quando o ceticismo abandona a prova e se nutre do preconceito disfarçado de técnica. A retidão do juízo não se mede pela condição do narrador, mas pela harmonia dos fatos e pela solidez das provas. Impor perfeição à memória é ignorar a condição humana; nesse equívoco, confunde-se a hesitação com o embuste, trocando a análise lúcida por convicções temerárias."
A justiça que cura não busca vingança, ela restaura o que foi quebrado e acalma o coração em ruínas.
A justiça imensurável de Deus não se satisfaz com aparências ou com a lei friamente escrita, Ela busca a verdade que se esconde no recesso mais profundo do coração humano, desalojando os medos, as mentiras e as intenções obscuras que se mascaram de retidão. Ele faz um "check-up por dentro", onde só Ele pode entrar, e revela os segredos que nem nós mesmos ousamos encarar. É um amor que julga para curar, que expõe para libertar do peso da dissimulação. Permita que a luz da verdade penetre e revele a beleza imperfeita que reside em você.
A maior sabedoria é saber que a justiça sem misericórdia é tirania, e o amor sem limite é a verdadeira liberdade.
O Poderoso, em sua justiça, move as peças para que o amor incondicional seja o vencedor final do jogo da vida.
Que o seu coração seja o trono onde a compaixão e a justiça se sentam lado a lado para governar suas ações.
A vida nos chama a ser justos, não perfeitos, e a justiça começa no reconhecimento da nossa falibilidade.
"O Direito deve ser um instrumento de libertação e justiça, não uma cela de conceitos e formalismo." Dr. Fabrício de Spontin, jurista e doutrinador, no livro Não Existe Lide Sem Prejuízo, 2026.
A revolta política perde a justiça quando o povo, feito marionete, volta-se contra si mesmo e esquece de quem puxa os fios.
Quase tudo!
O dinheiro compra quase tudo: justiça, amigos, status, mentiras, silêncio e tantas outras coisas. Mas há algo que ele ainda não pode comprar — a morte. Pelo menos, por enquanto.
