Poema de Feliz Aniversario Fabricio Carpinejar
Do Seu Amor,Para A Minha Vida.
Os professores,são mães e pais,de um outro encanto.
Professores,ensinam sobre tudo,e são aprendizes da vida.
De seus doces corações,saem palavras bonitas,para o entendimento de qualquer pessoa.
São queridos, são grandes amigos, dedicando boa parte de suas amáveis vidas,para ensinar.
Com toda a certeza do universo,é a profissão mais linda que existe.
Professores,vocês têm a magia do tempo,o talento nas mãos e pensamentos.
Seja em escolas, universidades,ou em suas casas,seus motivos e emoções, são únicos.
Os professores,podem estar na terra,mar ou entre as nuvens,que estarão à sorrir.
Jamais esquecerei de seus ensinamentos,do seu amor,de como pude ver a vida de uma outra maneira.
Continuem a ensinar e aprender,e falando coisas angelicais.
Com mais amor,e um brilho em seus olhos, pois eternos serão.
Dos Seres,É O Mais Humano.
De onde você veio?.
Será que foi de um outro universo?.
Qualquer pensamento que eu tiver, não será suficiente para saber de sua real origem.
Talvez,tenha surgido do encontro de lobos e luas.
O tempo foi passando,e sua natureza foi se transformando,em uma das mais lindas vidas existentes.
Até que em um momento, muitas espécies,em tantas cores,tamanhos e amores,fizeram desse planeta, ínfimo.
É a mais verdadeira amizade,é um amor sincero e inocente.
Sua bondade é límpida,sua doce companhia,atravessa o destino das cachoeiras.
Um cachorro,uma alma caridosa,um filho,a inseparável metade.
Os dias são alegres com você,o sol é outro,a tarde e a noite se confundem.
Ao teu lado,consigo passear nas estradas de estrelas,na areia do mar,e até nas difíceis planícies.
Sua gentileza é sábia, escuta e entende o que digo.
O cachorro,é o mais especial dos seres humanos,é o ser mais próximo do céu.
O Tempo,E O Nada.
O tempo é dono do universo.
O tempo inteiro,é voraz como o vento no deserto.
Quantos segundos, seguidos de esperanças ou dúvidas,se perderam no tempo?.
Algumas coisas estão diferentes,menos o tempo,o futuro,e a liberdade.
O tempo em uma espiral,vai até as profundezas do ostracismo.
O tempo faz a gente pensar,viver e escolher.
Eu estou pensando e escrevendo,e o tempo não parou.
Algumas coisas estão no mesmo lugar,menos o tempo, pois não espera por ninguém.
Na Luz De Um Olhar.
Amanheceu,mais um vez.
Aquele azul entre as nuvens,e a harmonia,vieram com o sol, para se transformarem em um só.
É um novo dia,o sol é outro,seu brilho é outro,e o céu está mais lindo e agradável.
Hoje vendo a luz do sol,vi realeza sem fim,vi um brilhante amar.
Eu vi o sol e as águas do mar,se prometendo aos céus.
Percebi um lindo gesto em uma cor amarela,ao iluminar e consolar as sombras,que persistiam em ficar.
Eu vivo o sol,em cada passo no chão.
Ele reina absoluto entre os seus planetas,entre satélites e outras circunstâncias.
Segue o sol entre as árvores,entre continentes,e sussuros,e eu fico por aqui,em um simples momento,até o sol voltar outra vez.
Suas Águas Transcedem,Suas Águas Azuis.
O que existe,além dos mares?.
O que atravessa entre as ondas,e chega em terra firme,como uma leve fragrância ?.
Suas melodias,são clássicas e românticas,e não se repetem.
O seu azul transparente,é bem-vindo,em areias, labirintos,e nas felicidades das suas noites lendárias.
Navegando em seus sonhos,ao mesmo tempo que se estranha,ao se ver no espelho da alma.
Suas águas namoram as paisagens,e delas nascem mais vidas.
No quase esquecimento,vejo navios em ondas do mar,indo para outras ilhas.
Vejo sereias,converso com a brisa,e sento na areia,para tentar iludir o mar.
Com sua sabedoria,o mar antes da terra, já cumprimentava a vida.
Não posso amar mais do que o mar, não sou o mar,mais eu tenho algo que o mar não tem,a saudade.
Das Constelações,Para A Imortalidade.
O Egito é um país forjado em uma rica cultura,seja em história, arquitetura,a literatura então é um fascínio,e um pouco misteriosa.
O rio Nilo,é um arranjo entre paisagens,de um lado a outro,é um capricho dos deuses.
Sua culinária é um atrativo,seus sabores estão sobre enigmas.
A cidade do Cairo é o coração,e parte de uma linda vida.
Gizé é graciosa,Alexandria é sabedoria e plenitude,e sem esquecer das outras místicas cidades.
Um passeio,um bem estar em qualquer momento,é um sal ao amor que ali se resume.
E as belas pirâmides,têm raízes nas areias,que o vento não leva.
Foram construídas,entre sonhos faraônicos e sóis.
Enquanto isso,o deserto se deixava encantar,com o que estava acontecendo.
À noite com estrelas rasas, iluminava ilusões,indicava o caminho entre miragens.
E após ventos e frases no ar,as pirâmides estavam feitas,repletas de amor e suor. Cada dia dedicado,cada momento vivido,seriam encontrados na direção do céu.
O sol,mesmo com toda a sua divindade,já se curvou para as pirâmides.
Seu povo têm em sua essência,um pouco do que seus antepassados foram,quando se vislumbravam entre constelações.
O Egito é mais do que oásis e deserto,é um santuário entre areias.
Para Sempre,Em Seu Amor.
Você é a mais linda,nas noites que surgem no horizonte.
É de um amor sem tamanho,é uma fada nos romances enluarados.
Seus cabelos, estão entrelaçados no Planeta Terra.
Durante o dia, você também é paixão.
Lua de canções,de viagens entre eclipses,de versos em flores.
Linda lua,dos palácios,dos vilarejos,das florestas.
Indo em cada lugar, muito delicada ao seu bem querer, é o que te faz feliz.
Coisa amável,é ser você mais de uma vez.
Dona do vestido mais bonito,do brilho encantador e maternal.
As noites se acalmam em seus braços,a Via Láctea é a sua confidente,e protetora.
Lua branca,amiga em todas as suas fases.
Aos olhos do mar, você se perdeu,nas brisas você foi um amar.
Às vezes tímida,se esconde atrás das neblinas,mais seu sexto sentido permanece.
O anoitecer é mais inesquecível com você,e claro,com a confissão das estrelas.
À luz de velas,ou na luz do luar,fica uma sensação ao coração.
É o amor que eu queria ter, têm o amor que jamais irei esquecer.
Os Céus Conhecem Teus Segredos.
Riscos no céu,chuvas douradas,um iluminar inesquecível.
O que meus olhos viram,e não se esqueceram?.
Todas as noites,suas silhuetas,seus jeitos se procuram na direção do meu coração.
Estrelas queridas e cadentes,que vem de lugares distintos no universo,para se reencontrarem na alma do Planeta Terra,em busca de um simples refúgio.
São velozes em luz, carinhosas por serem sós.
Sonham nas noites, estão sobre coisas e lendas.
Estrelas cadentes,que mergulham em desejos,e renascem em esperança.
Estrelas cadentes,em um romantismo,e nos pergaminhos entre as pirâmides.
Sobre o mar,terra,e serenidade estrelas amadas,eu já vi.
Estrelas cadentes não se perdem, apenas mudam seu sentido,para um outro momento.
Não posso dormir,sem antes olhar para o céu,e vivenciar essas estrelas.
Riscos brilhantes, estrelas de amor,para a eternidade,e às vezes para mim.
Para Uma Noite De Amor,E Com Estrelas.
Eu vejo estrelas,amo aquelas estrelas e seus brilhos,mais não sei mais do que estrelas.
São muitas,que no céu noturno se distraem, são lindas do chão aos mares.
Em tantas coisas, refletindo em montanhas, caminhos,e esperando o amanhã,para sempre serem estrelas.
Estrelas pequenas,grandes ou gigantes, ainda são sensíveis estrelas.
O céu noturno, não muda de lugar,e sim suas estrelas.
Estrelas formam lindas e eternas constelações, cada uma em seu destino,e unidas fazem desenhos no céu.
Estrelas de amor, brilhando em canções ao meu pequeno coração.
Estrelas são sóis em outros mundos, têm a luz que acalenta qualquer solidão.
São surreais, são inesquecíveis em diferentes noites.
Meu amor ainda será uma estrela,nem que para isso,eu precise ajoelhar para o céu.
O Amor Sempre Esteve Aqui.
O amor,é o tempo inteiro,ou uma ínfima lembrança.
É a rara razão,que pode ser encontrada acima do céu.
O amor,entre amores é inesquecível.
O seu amar,nem o medo esquece.
Consegue mudar as formas das coisas, escrevendo por tantos corações,o seu jeito de pensar.
As flores,florescem amar,e a paixão têm fagulhas de amor.
Nem sei quando esse sentimento nasceu,mais para além dessa vida,e de outras que virão,ele estará.
Ao coração é único,nas tristezas é a consolação.
Seu dom é amar,seu destino vai além da eternidade.
Sou feito de amor,e mesmo assim,jamais irei entendê-lo.
É o sentimento,às vezes sem sentido,mais de uma alma angelical.
Nem o bem,nem o mal, somente o amor.
A verdade é que não temos motivo para não amar
A verdade é que não temos motivo para não abraçar
Para dizer o quanto se ama
A rotina nos engana e nos faz insensíveis
Tornamos o nosso tempo e vida infinitos
Nos tornamos tão imortais que podemos deixar o amor para amanhã
Ou quem sabe para outro dia
Amanhã tudo pode e vai ser diferente
Não faz sentido odiar, brigar ou reclamar
Na falta ou na solidão tudo será arrependimento
E não haverá mais nada a se fazer
Amar deve ser o caminho e o único entendimento
Ó, meus demônios, sombras que me habitam,
Formas retorcidas de um eu que não quis,
Vós, que me arrastais para abismos sem fim,
E me aprisionais em celas de aço frio.
Medo, imenso abismo, que me devora,
Onde a esperança se afoga e a razão se perde,
Tu, que me paralisa e me aterroriza,
Transformando meus sonhos em cinzas mortas.
Insegurança, tua voz ecoa em meus ouvidos,
Sussurrando dúvidas e plantando espinhos,
Tu, que me roubas a paz e a alegria,
E me faz duvidar de cada passo que dou.
Mas eu vos desafio, demônios e abismo,
Não me curvarei diante de vossa tirania,
Lutarei contra vós, com todas as minhas forças,
E conquistarei a liberdade que me pertence.
Em minhas veias corre um rio de rebeldia,
Que alimenta a chama da esperança que me habita,
E me impulsiona a enfrentar cada desafio,
A fim de construir um futuro mais bonito.
Ó, universo, testemunha minha luta,
E concede-me a força para superar,
Os obstáculos que se erguem em meu caminho,
E alcançar a luz que me guia.
Eu só queria um punhado de felicidade,
Um átomo de luz nesta treva imunda.
Mas a alma, ferida, clama em vão por paz,
Em meio a este caos, a dor me consome.
A vida, um labirinto sem saída,
Um abismo negro, onde a esperança se afoga.
A carne, prisão da alma atormentada,
Em decomposição lenta, feito folha seca.
O cosmos, indiferente, gira em seu eixo,
Enquanto a Terra geme, em sofrimento eterno.
A ciência, impotente, não cura a dor,
E a fé, um véu frágil, que se desfaz ao vento.
A morte, alívio cruel, me chama a si,
Um sono profundo, sem pesadelos e aflições.
Mas a vida insiste, em sua crueldade,
E eu sigo, arrastando meus passos, em direção ao fim.
Um punhado de cinzas, tudo que restará,
Quando a alma se libertar desta prisão carnal.
E no silêncio do nada, encontrarei a paz,
Que em vida, me foi negada.
Sob os arcos quebrados da mente,
uma tempestade uiva, faminta, feroz.
Correntes elétricas dançam nos nervos,
os demônios abrem portas que nunca fechei.
A ira cintila como aço em lâminas finas,
a dor entalhada em ossos como runas de ferro.
Ecos de gritos rasgam o silêncio da carne,
uma orquestra brutal de desespero visceral.
O coração, um tambor torturado,
bate no compasso de desejos caóticos.
A alma, um pergaminho carcomido,
assina seu nome em sangue e sombra.
Oh, cosmos negligente!
Deixe este fogo consumir o que resta,
deixe as cinzas deste espetáculo cruel
sopradas para longe pelos ventos do esquecimento.
Mas mesmo nas ruínas, algo rasteja,
voraz, faminto, indomável.
Uma fera sem rosto, sem remorso,
e seu nome é meu.
Sob um céu onde o tempo se desfaz,
Duas almas encontram o eterno compasso.
Na dança macabra entre a vida e a morte,
Se entrelaçam, desafiando o corte.
Os ecos de um juramento sagrado,
Ressoam nas criptas onde o silêncio é guardado.
Nem o frio do mármore, nem o peso do chão,
Pode deter a ardente união.
Eles caminham entre o limiar sombrio,
Sombras e luz fundem seu brilho.
E em cada suspiro, em cada tormento,
Renascem, imortais, em doce sofrimento.
Quando o véu da mortalha cobre seus olhos,
Ainda assim, suas almas, eternos escolhos,
Se encontram, se tocam, se tornam um só,
Num amor que o cosmos nunca destrói.
As estrelas podem cair e o mundo ruir,
Mas na vastidão do além irão insistir,
Porque mesmo diante do abismo e seu poder,
Essas almas juraram nunca se perder.
Na cripta poeirenta, onde a luz hesita,
Sob arcos quebrados que o tempo medita,
Um homem aguarda, de alma trespassada,
A dama da noite, a espectral amada.
Não carne mortal, mas sombra e desejo,
Com asas de couro e um frio cortejo
De sussurros lascivos que o vento conduz,
Ela emerge das trevas, banhada em não-luz.
Seus olhos são poços de estrelas extintas,
Promessas de gozos e dores infindas.
A pele é alabastro tocado por gelo,
Mas queima o mortal num profano apelo.
Ele busca o toque que a vida abomina,
A garra suave que a carne combina
Com a dor extasiante, o arrepio letal,
Um beijo que rouba a centelha vital.
Entrelaçam-se os corpos em dança sombria,
O mármore frio, a febre que arrepia.
Seu hálito é enxofre e jasmim decadente,
Um vinho amargo que o embriaga e mente.
Mordidas que marcam, não só pele, mas ser,
Um pacto selado no impuro prazer.
O sangue que escorre, um rubro detalhe,
Na tela macabra onde o amor não falhe.
É um amor de abismo, de fim iminente,
Nutrido na ânsia do que é diferente.
Ele, prisioneiro do encanto infernal,
Ela, demônia achando um gozo mortal.
E quando a penumbra reclama seu vulto,
Deixando-o vazio, sozinho, inulto,
Resta a marca na alma, o frio do além,
Do amor proibido com quem não convém.
Noite. E em teus olhos, amada, não vejo estrelas,
Mas sim a fúria gélida de luas estilhaçadas,
O eco persistente de antigas procelas,
As sombras disformes, por medos abraçadas.
Teu peito é um mausoléu de mágoas não ditas,
Um jardim devastado onde só espinhos ousam florir.
E eu? Eu sou o coveiro faminto que visita
Cada cripta da tua alma, sem jamais fugir.
Que venham teus demônios! Que urrem e se contorçam!
Eu os recebo com a fúria faminta do meu desejo.
Rasgo suas carnes espectrais, que me devorem!
Em cada ferida deles, o meu amor eu vejo.
Teus traumas são tapeçarias que eu venero,
Bordadas com o sangue escuro do teu penar.
Eu beijo cada nó, cada fio austero,
E neles encontro o mais sagrado altar.
Não tente esconder a angústia que te corrói,
O veneno lento que gela tuas veias finas.
Entrega-me! Deixa que meu beijo o destrói,
Ou que se misture ao meu, em danças assassinas.
Teus receios são bestas? Eu serei o caçador!
Não para matá-los, mas para domar sua ira.
Montarei em seu dorso, com selvagem ardor,
E farei da tua escuridão a minha lira.
Eu não vim para curar, nem para trazer a luz.
A luz é frágil, mente sobre a podridão que resta.
Eu vim para fincar minha bandeira na tua cruz,
Para reinar contigo nesta noite funesta.
Abraça-me com tuas garras de pavor cravadas,
Deixa teu caos sangrar sobre meu peito aberto.
Sou o guardião voraz das tuas alvoradas
Quebradas, o amante do teu deserto.
Em meus braços, teus monstros encontrarão espelhos,
E em meu toque feroz, um reconhecimento brutal.
Sou o santuário profano dos teus pesadelos,
O inferno seguro, teu paraíso mortal.
Então, chora tuas dores em meu ombro de granito,
Liberta as sombras que insistes em acorrentar.
Eu as devoro, as acolho, as bendigo e as incito.
Pois amar-te, minha sombria flor, é abraçar o teu lugar mais maldito
e chamá-lo, enfim, de lar.
A leitura é bom estimula o raciocínio.
Leia desde a bula de um remédio
a um livro de fábulas, verás o fascinante
mundo da leitura, uma vez dentro é difícil
sair, como uma droga ele vicia, sua vantagem
que só faz bem a sua saúde mental....
Ódio sentimento que é
bom ignorar, vingança deixe
este sentimento passar e ligeiro
ir embora, se não perdoar e não saber
amar, a noite ao dormir levará todos os
seus inimigos para sua cama e perturbaram seu sono....
Escravos da modas muitos
somos, valorizamos mais a vaidade
do que o conhecimento, este comportamento desde que
nascemos estamos disposto a adquirir,
mais um retrato da ignorância essa é
mais uma amarga realidade....
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