Poema de Desejo

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Para que explicar? Nada desejo explicar. Explicar é limitar. É impossível limitar Gabriela, dissecar sua alma.

Jorge Amado
Gabriela, cravo e canela. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

"Meu Amor, não sou nada! E na imensidão do meu "nada"... eu te desejo "tudo"!

Quando o dinheiro é consequência de trabalhar, e não desejo em ter, é porque você está trabalhando no que gosta.

Seus olhos castanhos, sensíveis, mas com um desejo magistral, que tanto me quer para satisfazê-la com poemas carinhosos que curam suas ansiedades;
Parece o mesmo pensamento, mas só muda o coração e as intensões de amar infinitamente;

O desejo de estar com você ainda é maior que a distância que nos separa e das dificuldades que há entre nós;

Os meus sentimentos ocultos, vivem um imensurável desejo de resistir tamanha saudade de me encontrar;

⁠Desejo um dia de alegria, por isso o meu cumprimento é de um verdadeiro BOM DIA!

Nesse feriado de 21 de abril, desejo a todos a mesma coragem e força dos heróis!

⁠Livre-se da tirania através do desejo de liberdade, não obedecer e fazer oposição é resistir, conscientizar é resiliência, somente assim o Tirano perde a sua força.

"Sonhar é um desejo tão grande que leva você a buscar aquilo que hoje parece impossível."

Nem todo altruísmo nasce do puro desapego — muitas vezes carrega o desejo de permanecer, de ser lembrado, de inscrever o próprio nome no gesto que deveria dissolvê-lo. Raramente é anônimo, e nisso se revela a ambiguidade: há doação, mas também há busca. Talvez, em certos casos, o altruísta não seja a negação do ego, mas sua forma mais refinada — um narcisismo que aprendeu a vestir a máscara da generosidade.

O desejo humano raramente suporta a presença real do outro, porque o outro verdadeiro contradiz, escapa, possui vontade própria e rompe as fantasias que sustentam a idealização. Por isso, prefere-se muitas vezes amar versões fabricadas: silenciosas, previsíveis, obedientes ao roteiro interno de quem deseja. Não se ama o outro em sua alteridade, mas a imagem domesticada que dele se constrói. E é aí que muitos afetos fracassam — não pela ausência de amor, mas pela incapacidade de suportar que o outro exista para além da própria imaginação.

O desejo de compreender o mundo é, muitas vezes, apenas o reflexo do esforço inútil de compreender a si mesmo; e nesse espelho quebrado, cada fragmento revela uma verdade que assusta mais do que esclarece.

Entre o desejo e a realização existe uma ponte frágil chamada esforço, que muitos veem mas poucos se atrevem a atravessar completamente.

A maior liberdade não é fazer tudo, mas não precisar de tudo. Quando o desejo deixa de governar como tirano, o ser passa a escolher com clareza. E descobre, enfim, que autonomia não é excesso de opções, mas fidelidade ao que não se negocia.

A modernidade não reprimiu o desejo — domesticou a potência. Ensinou o sujeito a interpretar seu próprio impulso vital como ameaça, e o que a clínica nomeia como sintoma é, na maioria dos casos, a resposta mais honesta do organismo psíquico a uma interdição que nunca foi elaborada, apenas engolida. Oferece-se então o fármaco como substituto do luto: não para curar, mas para silenciar o que poderia ser escutado. O resultado é uma existência anestesiada — funcionante na superfície, mas incapaz de acessar a camada mais profunda de si, onde o conflito que poderia amadurecê-la aguarda, ainda vivo, ainda não integrado.

Enquanto houver interesse de momentos fotografar, há desejo de memórias registrar.

Desejo sem ação é ficção. Desejo com ação é realização. A chave da vida é a ação. Pensar e falar é muito fácil. Agir que é realmente difícil. Diante do dilema entre fazer e não fazer, não hesite: faça, faça, faça!

⁠Se a gente nunca mais se encontrar nessa vida, tudo bem, quero que saiba que te desejo o melhor. E quem sabe, em uma outra vida, a gente tenha mais sorte e coragem.

Quem controla a mente, controla o desejo; quem controla o desejo, alcança a conquista.