Poema de Apaixonado e Amantes

Cerca de 110106 frases e pensamentos: Poema de Apaixonado e Amantes

Na perspectiva da Leitura e Escrita na Educação Infantil, a leitura se fortalece quando é vivida em comunidade, pois cada voz amplia a compreensão da outra e transforma a experiência individual em aprendizagem compartilhada. É nesse movimento que educadores também se constituem como leitores, mediadores e pesquisadores de suas próprias práticas.

O nacionalismo é uma forma sútil de violência: começa-se amando, com um olho fechado, a própria pátria, e termina-se desprezando, com ambos os olhos fechados, todas as outras.

Não me ofende que tua opinião política seja contrária à minha. Se tens respeito, tens minha estima. Pois, se há algo de que estou plenamente convicto, é que a cortesia não pertence à esquerda nem à direita; ela é própria dos homens civilizados.

A sabedoria é um fardo; quanto mais compreendemos a vida, mais conscientes nos tornamos da morte.

Não pedimos para nascer, e cá estamos; tampouco para morrer, e para lá seguimos.

A felicidade é um sentimento pouco autêntico. Só quando naufragamos no inferno da desesperança nos encontramos - ou melhor, encontramos algo além de nós mesmos.

O ciúme é um demônio a ser aprisionado; há, porém, tolos que insistem em mantê-lo livre como prova de amor.

Nas decepções, não se perde a fé no amor; passa-se a crer apenas no próprio.

Desejamos ser amados, ao passo que, muitas vezes, pouco nos esforçamos para amar.

As pessoas evitam discutir política e religião; por isso, tornam-se ignorantes em uma e cegas na outra.

A tentativa dos adultos de parecerem adultos o tempo inteiro revela a mais profunda infantilidade. Creem que amadurecer é abandonar aquilo que um dia os encantava. Mas a verdadeira maturidade está em deixar para trás as coisas de menino - isto é, a necessidade de parecer adulto.

Partidos são falsos deuses: prometem o paraíso na terra, mas fazem dela um inferno.

Para o ignorante, a política é corrupta; para o sábio, necessária; já para o canalha, útil.

O homem é a mais bela das tragédias; fábrica de poesia e horror; o único ser capaz de escrever sobre o amor, e ainda assim erguer campos de extermínio.

⁠Se desejam realmente me matar, não recorram às armas; antes, impeçam-me de escrever. Pois, enquanto houver em mim o desejo de escrever, não morrerei nunca.

⁠Enquanto formos úteis à economia, teremos valor; quando deixarmos de sê-lo, nos tornaremos cadáveres indignos até mesmo de um simples caixão.

Destruir uma vida é destruir a si mesmo; é apertar o gatilho e matar não apenas o outro, mas também uma parte da própria humanidade.

O criminoso pode estar mais próximo da redenção do que qualquer outro que se julga essencialmente bom.

Somente a prisão pode libertar um homem atormentado pelo próprio crime; enquanto estiver livre, estará preso.

Em tempos de padronização curricular e de cultura dos resultados, a leitura do texto “Currículo, surdez e diferença: sobre cálculos e margens; educação e por vir” (Ribeiro; Uhmann, 2024) nos provoca a refletir sobre a importância de compreender o currículo como espaço de alteridade, diálogo e abertura ao porvir. Uma reflexão necessária e potente para a formação docente.