Poema de Amor Pedindo de Desculpa
Continuo te amando, e sempre irei te amar, pois um amor nunca é esquecido e quem esquece não sabe o que é amar.
"Aquilo que chamam de amor me machucou. Mas, teu amor de verdade e teimoso vive a me salvar, vive a me reviver..."
Pensamento da criatura para o seu incomparavel Criador
Quando se ama de verdade, pode demorar o tempo que for, mas permanecerá. O verdadeiro amor é paciente e sabe esperar.
O meu amor não tem pudor, nem acanhamento. Não tem paciência, não aguenta mais a urgência do desejo.
Desde que o amor e o medo dificilmente podem coexistir, se escolhêssemos, é mais seguro ser temido do que amado.
Inicie seu dia com muita positividade e amor... amor pelo que faz, amor pelos que te cercam e, principalmente, amor por si mesmo!
E mesmo que em uma fase a sua melhor amiga esteja um pouco distante, o amor, a confiança e intimidade tornam essa distância menor.
A pior tortura à paixão, o castigo, é deixar um amor não correspondido morrer de fome, no chão, com o silêncio de um despido
Porém, morrer para fugir à pobreza, ao amor, ou a qualquer coisa dolorosa, não é próprio de um homem corajoso, mas sim de um covarde, pois é fraqueza fugir do que nos atormenta, e um homem dessa espécie enfrenta a morte não por ela ser nobre, mas para escapar de um mal.
Algumas pessoas têm amor por você, outras têm raiva. O que sentem nem sempre depende de seu comportamento.
Deus jamais encontrará em nós algo digno do seu amor, senão que Ele nos ama porque é bondoso e misericordioso.
Quando a Igreja, em Éfeso, perdeu o primeiro amor, Deus não disse para chamarem alguém para fazer um culto mais "quente". Ele ordenou que se arrependessem.
Que tolos são os que parecem mais sábios no amor,
Como são sábios os que não passam de tolos apaixonados.
ele nunca soube se eu voltaria: chegava sempre alvoroçada, com pressa pra consumar o amor. quando me demorava no abraço, ele fazia eternidades daquele instante. envolvia-me com zelo temendo qualquer movimento que o afastasse, qualquer menção de buscar a roupa espalhada. ele o fazia cheio de delicadeza, não havia como me prender por mais que algumas horas. buscava um brilho do meu olhar em sua direção, uma entrelinha num sorriso breve, uma malícia qualquer na piscada de olho antes da ida para o banho. esperava meu convite, mas eu o tinha com tanta abundância que achava que não o queria. era como se nunca fosse se ausentar porque se doava inteiro e sem pressa. um dia ele chegou antes da hora do meu desejo cru. e ficou contemplando a minha ausência. não me abraçou como sempre, esperou que eu me aproximasse. disponível que estava, mas seguro da sua parte feita, esperou que eu me assustasse, que entendesse que eu poderia não voltar se eu não quisesse, que ele saberia conjugar a minha ida no pra sempre. com alguma dor, naturalmente. mas estava sereno, quase se despedindo, conformado. e eu me sobressaltei. porque nunca tinha imaginado que ele pudesse ir embora. nunca tinha imaginado a ausência do toque dele, a falta do beijo, a serenidade que cabia no desejo. eu esperava alguma coisa mais aflita, uma paixão que gritasse pra eu ficar, um desespero, os argumentos. mas não, ele me contemplou sem falas, sem pedidos, deixou que todo aquele tempo fosse preenchido por grossas gotas de silêncio e calma. naquela hora, naquele meu sorriso sem jeito, naquele olhar cheio de frases, um brilho, um brilho tão forte abraçou todo ele com as minhas retinas. e eu o vi como nunca tinha visto antes. eu o quis como se nunca o tivesse tido entre as minhas pernas. e abandonei o meu corpo no abraço dele, eternizada... ele que sempre esteve ali e era como se tivesse chegado só naquele instante.
