Poema da Ilusao
Os caiporas radicalmente chiques, com suas confrarias críticas de doer, celebram a feiura e a deformidade como se essas tranqueiras fossem a expressão da mais refinada daquilo que eles chamam de vanguarda artística.
O belo, o verdadeiro e o bom, no Brasil, encontram-se artificiosamente divorciados; e se essa tríade é apresentada dessa maneira fragmentária às tenras gerações, a apreciação da beleza, o contemplação da verdade e a realização da bondade tornam-se uma impossibilidade.
Os invejosos são elementos integrantes da glória; indivíduos que, contrariados, acabam sempre dando seu testemunho fecal sobre as conquistas dos outros.
Quando um intelectual, todo cheio de direitos dos manos e demais tranqueiras paridas pelo marxismo cultural enxovalhar os policiais militares sem dó ou clemência, lembre-o: esses homens e mulheres, bem ou mal, com e sem farda, arriscam suas vidas diariamente para, dentro do possível, fazer valer a segurança de ilustres desconhecidos como eu e você.
A nobreza de caráter consiste em não exagerar na descrição de nossos padecimentos. Ao contrário! Para os indivíduos altivos todo e qualquer sofrimento é visto como uma oportunidade para levantarmos a cabeça e olharmos para além da poeira do momento. E, por essas e outras que onde não há um povo com essa têmpera a democracia não passa de uma assembleia de medíocres - com almas de geleia - manipulados por escroques e canalhas da pior estirpe.
Algumas bads que me dá eu não sei se eu fico deprê ou se eu fico alegre. O sangue flui com um espírito que não parece bad. Estranho...
Eu acrescentaria ainda que eu gosto de cair nesse abismo. Creio que só assim a minha intuição de super-homem pode existir.
Se me atirares pedras, eu as usarei para ornar os caminhos, por entre as flores que estarei plantando. Não as devolverei e ofereço-te as mais lindas flores que possam ser produzidas nestes caminhos, embelezados pelas pedras ali depositadas.
EU QUERIA FUGIR, DO TEMPO OU ATÉ MESMO DA REALIDADE.
PARA VOLTAR NAQUELE MOMENTO, ONDE VC E EU PASSAMOS A SER UM. MISTURADOS COMO, LEITE COM CHOCOLATE. ARDENDO DE DESEJO, COMO SE NADA PUDESSE NOS ATINGIR. NESTE INSTANTE TUDO SE TORNA ETERNO...
Lembremos que primeiramente, é a natureza quem governa. E governa nela quem tem poder. Os tipos de poder são variados e faz-se mister saber qual é o poder em questão que tem a ficha, ou seja, que vale mais que os outros em cada contexto. Se eu tivesse em um duelo, eu preferiria ter boa agilidade ao invés de conhecimento mecânico sobre a arma que atira.
É mister descobrir o poder que tinge com sua cor tal contexto, e apoderar-se desse poder. Não adianta ser "bom" se é que essa merda existe mesmo, é necessário ter poder, pois de outro modo você não pode fazer nada, ou melhor, na medida do seu poder.
A fé ilumina a razão e essa fundamenta a fé. A fé que abandona a razão acaba desesperando e, quando a razão ignora a fé, ela também, da sua maneira, cai em aflição.
Um diploma, pouco importando do que seja e de onde ele venha, é apenas um papel que atesta que nós passamos por um determinado lugar e que cumprimos certos ritos burocráticos. Porém, esse papel tão valorizado pela sociedade contemporânea, pouco ou nada diz a respeito do tipo de pessoa que nós somos. Pouco mesmo.
Desconfio sempre daqueles que dizem representar os meus interesses sem jamais ter me consultado. Gente assim, de um modo geral, está apenas procurando defender os interesses de sua patotinha política ao mesmo tempo em que afirma cinicamente estar, como dizem, lutando pelos meus direitos. Infelizmente, biltres desse naipe abundam em nossa sociedade.
Não espere realizar um bem repetindo um punhado de imbecilidades mal disfarçadas sob o mando roto do politicamente correto.
O politicamente correto com todo seu bom-mocismo enjoado e engajado nada mais é do que a expressão atualizada daquilo que a Sagrada Escritura chama de sepulcros caiados.
É no silêncio da consciência individual que podemos exumar o cadáver putrefaz da bestialidade coletiva.
Negar que o sistema educacional brasileiro é uma poderosa máquina de doutrinação marxista seria algo similar a afirmar que a grama é rosa e não verde. É negar o óbvio.
Toda vez que o Estado começa a soberbamente decretar o que é bom e o que é mal em matéria moral é porque que ele está transubstanciando-se num Leviatã totalitário.
Reconhecerei a seriedade das reformas e contenções de gastos propostas pelos bernes que parasitam a maquinaria estatal quando esses, primeiro, conterem a sua voracidade canina frente ao erário e começarem a cortar a própria carne dando assim um exemplo de responsabilidade. Infelizmente, até agora, tudo o que vem sendo apresentado para a sociedade que agoniza em meio à crise como solução, francamente, a mim parece apenas uma encenaçãozinha bufa de populismo histriônico do mais baixo nível. Só isso e olhe lá.
Toda vez que você nega um debate, você perde. Toda vez que você sai gritando fascista pro primeiro cara que aparecer na sua frente não concordando as suas ideias, você perde. Toda vez que você age de forma truculenta em universidades que promovem encontros com pessoas que não fazem parte do seu espectro político, você perde. Toda vez que você se fecha numa bolha, você perde.
