Poema da Ilusao
Em mim, faz morada fracionadas lembranças; colhidas, guardadas, aromatizadas, grafadas, sufragadas; trazem a mim teu nome Flor.
Nada mais pueril encher o cesto com frutos de sementes não plantadas;
comemos o que produzimos com sabor doce do mel.
Sinto-me criança quando deslizo minhas mãos
sobre as folhas brancas da alma registrando minha evolução.
Minha inspiração advém do silencio provocado na alma,
bebido com vinho gole a gole, degustado e reservado até a última gota.
Tantos interlocutores autores, poucos executores.
A vida necessita conjugar o verbo fazer como ação.
São tantas as marcas que a totalidade da alma está mapeada e tatuada.
Aceitá-las, caberá espaço para te abrigar.
A cega dos fartos pensamento a ver,não o ideal ser,não há e nem a de nascer!
O que digo que não há ninguém perfeito,nem o paraíso nesta babilônia conturbada e que todos se expressa sua filosofia em suas canções,poesias que cantam e se lança em suas próprias loucura do dito,mal dito lendário livro do dito verbo futuro a de vir.
Não é loucura,e nem é ilusionar com seu próprio medo,no escondido quarto no invisível cega dos olhos !
Se eu fosse o que eu não sou,seria eu o que seria ser e o que não sabia saber o que seria o que já sou!
O amor que causa dependência é uma droga. Se liberte.
Não haverá barreira e clausura para quem tem as chaves das algemas da vida.
