Poema da Ilusao
Precisamos implantar com urgência cotas para mulheres cis e trans negras e brancas para combater a desigualdade de gênero, a misoginia e a escravidão moderna. Precisamos de mulheres professoras, médicas, policiais, diplomatas, juízas, promotoras e desembargadoras com salários compatíveis com a competência de cada mulher.
Psicopatas narcisistas têm autoconfiança e autoestima elevadas ao extremo, podendo se achar mais bonitos e inteligentes que os outros. Se você conhece alguém assim, pule fora urgentemente.
Existem alguns tipos de violências que podem parecer acidentes. Tenham atenção. Aprender a enxergar os pequenos vestígios é algo primordial.
A justiça e a verdade andam sempre juntas. Uma jamais conseguirá existir sem a outra. Mentiras pequenas são até aceitas nos tribunais brasileiros, mas somente com a verdade é que conseguirá alcançar o improvável.
Na escravidão moderna no século XXI, as mulheres e as meninas se apresentam mais vulneráveis ao tráfico humano, por isso as cotas para mulheres cis e trans, negras e brancas, são necessárias nos concursos públicos, nos vestibulares, nas polícias e nas forças armadas. Por isso, plebiscitos e referendos devem ocorrer com maior frequência em governos democráticos.
O governo brasileiro precisa implantar com urgência cotas para mulheres cis e trans negras e brancas, pois na escravidão moderna as mulheres são mais vulneráveis ao tráfico humano.
O cérebro deprimido sofre de hiper-conectividade na Rede de Modo Padrão (DMN), o circuito do ego e da autorreferência obsessiva; a psilocibina desativa temporariamente esse nó genético, forçando a mente a quebrar o ciclo do pensamento ruminante.
O que a ciência chama de 'experiência mística' gerada pela molécula é, na verdade, um pico de entropia cerebral controlado, capaz de reconfigurar o sistema de crenças estruturais do indivíduo a nível celular.
Em um estudo pioneiro publicado em 2016 por pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo), liderados pelo Dr. Rafael dos Santos, ficou demonstrado que a psilocibina atua diretamente na fenda sináptica, reduzindo de forma imediata e sustentada os sintomas de ansiedade e depressão.
Uma revisão sistemática publicada pela equipe de neurocientistas da USP de Ribeirão Preto em 2018 comprovou a segurança e a tolerabilidade do princípio ativo do Psilocybe cubensis, atestando que a substância possui baixíssima toxicidade e risco nulo de dependência física.
Cientistas do Instituto do Cérebro da UFRN, em uma série de artigos publicados entre 2020 e 2022, mapearam que substâncias indólicas e serotoninérgicas causam um 'reset' na Rede de Modo Padrão do cérebro, quebrando circuitos neurais rígidos que causam pensamentos obsessivos.
O que o público geral vê como um 'milagre' na recuperação da fala após uma paralisia cerebral é, na verdade, a psilocibina reabrindo janelas críticas de aprendizado biológico e forçando os neurônios sobreviventes a assumirem o controle das funções perdidas.
Relatos clínicos na área de neurologia experimental mostram que microdoses e doses terapêuticas de psilocibina ajudaram pacientes com Parkinson a quebrar o estado de 'congelamento' motor, melhorando a trepidação e a rigidez através do estímulo das vias dopaminérgicas secundárias.
O composto do Psilocybe cubensis ganha respeito na medicina por agir como um analgésico neural central; ele reorganiza o mapa somatossensorial do cérebro, fazendo a mente finalmente entender que o membro ausente não precisa mais doer.
Estudos liderados por neurocientistas na Universidade da Califórnia relatam a cura da 'síndrome do membro fantasma': pacientes amputados que sofriam com dores crônicas há anos tiveram o circuito cerebral da dor 'resetado' após poucas doses de psilocibina.
A literatura médica documenta o caso extraordinário de pacientes com cegueira psicogênica que voltaram a enxergar após a intervenção com a psilocibina, que reativou o córtex visual ao forçar o cérebro a contornar o bloqueio psicológico provocado pelo trauma.
Casos documentados de regeneração pós-AVC com o uso de psilocibina mostram que a substância atua como um potente catalisador do fator de crescimento neuronal, fazendo o cérebro reconstruir a fiação que a paralisia havia bloqueado.
A nível celular, a psilocibina desencadeia uma cascata bioquímica que estimula a liberação de glutamato e o aumento do fator neurotrófico derivado do cérebro, promovendo a sinaptogênese e remodelando circuitos afetados pelo estresse crônico.
Um dos relatos mais marcantes da neurociência moderna documenta o caso de uma paciente que, após sofrer um AVC que paralisou parte de suas funções motoras e da fala, recuperou a capacidade de falar e se movimentar após o uso planejado de psilocibina, evidenciando o poder da neuroplasticidade estrutural acelerada.
"Estudos translacionais coordenados pela UFRN na última década demonstram que compostos como a psilocibina estimulam o fator neurotrófico BDNF, promovendo a sinaptogênese acelerada, ou seja, forçando o cérebro a criar novas ramificações e conexões físicas.
