Poema com Soneto sobre o meio Ambiente

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A vida cristã não é sobre religiosidade vazia ou rituais sem significado, mas sim sobre a intimidade profunda e o relacionamento sincero de um filho com o seu Pai celestial, que nos acolhe incondicionalmente. A nossa morada, o nosso tesouro e o nosso maior desejo é a Sua presença, e o nosso coração se recusa a ser um templo silencioso, entregando-se como um altar vivo de adoração e serviço. Toda honra e toda glória pertencem a Ele, e a nossa jornada se resume em buscar o sobrenatural, permitindo que o Seu Mover nos consuma por inteiro.

A vida é sobre colecionar almas, não coisas, porque as coisas enferrujam, mas as conexões te salvam do vazio.

O perdão que me salva é lento e sem lampejos. Ele se instala como casa simples, tijolo sobre tijolo. Não é espetáculo, nem notícia de jornal. É a rotina de admitir e soltar ao mesmo tempo. E aí a alma respira sem urgências.

A dor é o único mestre que nunca mente, ela nos despe de todas as vaidades até que sobre apenas o osso da nossa fragilidade radical.

A vida não é sobre chegar ao topo da montanha, mas sobre o que você escreve nas pedras enquanto está tentando não escorregar no barro da encosta. O topo está sempre nublado, a beleza está no esforço da subida e nas feridas que o caminho nos deixa de presente.

Ser forte nunca foi sobre não cair, mas sobre levantar com o coração em pedaços e ainda assim acreditar que vale a pena continuar tentando.

O peso do corpo sobre a cama nas manhãs difíceis não é preguiça, é a gravidade da alma sentindo o peso de todas as batalhas internas que ninguém viu você lutar, mas que deixaram marcas de exaustão que nenhum sono de oito horas é capaz de apagar.

A vida não é sobre esperar a tempestade passar, nem sobre aprender a dançar na chuva como dizem os pôsteres motivacionais; é sobre entender que você é a própria chuva, o trovão e o arco-íris, e que nada disso faz sentido sem o solo firme da sua aceitação.

O peso do corpo sobre a cadeira, o calor da xícara entre as mãos, o ritmo da respiração... a felicidade não é um evento grandioso, mas a soma desses pequenos momentos de presença absoluta onde o passado e o futuro deixam de nos assombrar por alguns minutos.

Há um tipo de tristeza que não afunda: ela paira, pesada, sobre a rotina, transformando o banal em lembrança de naufrágio.

“Na psicanálise, entende-se que a dependência emocional muitas vezes não é sobre o outro, mas sobre o vazio que tentamos preencher através dele. O difícil não é perder alguém — é reencontrar a si mesmo sem precisar dessa repetição afetiva.”
Dr Ederson Dantas psicanalista CBO 2515-50

A geração das redes sociais criou o assassinato de reputações. E o brilho sobre a desgraça alheia.
Um crime sem legítima defesa e contraditório.

A falta, ela nos diz muito sobre aquilo que ela nos subtrai e o reflexo desta perda nos potencializa a algo, pois a vida é uma superação, como o hoje é a superação do ontem, para que o ontem tenha tido sentido em nosso viver, o hoje precisa ter muito mais, é isso que a vida nos pede, não pra esquecer, mas pra que superemos a falta.

As pessoas falam muito sobre o perdão, mas raramente o exercem na prática. O orgulho e a vaidade acabam interrompendo o cumprimento de um dos nossos principais mandamentos.

⁠Precisamos recuperar o entendimento sobre nossas figuras de linguagem urgente! Ou perderemos a filigrana do humou/ironia e mataremos ou morreremos por isso. Sem contar a poesia, que já perde faz tempo.

Que tudo o que pesa sobre sua alma seja removido; a bonança seja sempre a bandeira dos seus dias.

Não existe inclusão verdadeira quando a responsabilidade recai sobre uma única pessoa, um único profissional ou apenas sobre a escola. Ela acontece quando escola, família e sociedade assumem, juntas, o compromisso de construir oportunidades reais de aprendizagem, participação e pertencimento.

A sobrevivência do mais forte é sobre ter coragem de matar algo para poder continuar vivo.

Todo dia é dia de refletir sobre as vitórias e conquistas de ontem, para que as de hoje vejam em você o potencial de vencê-las. Mais uma vez, estamos aqui, nas trincheiras da vida, superando as guerras.

⁠Quando não se sabe o próprio valor, tornamo-nos refém da percepção do outro sobre nós mesmos. Talvez pelo medo de encarar a realidade do que se é, medo de não gostar do que se vê, medo de saber que é preciso mudar e melhorar sempre. Pois se o outro me valida sempre, então estagno-me confortavelmente em mim mesmo e visto a minha própria pele e defeitos sem culpa.
No entanto, perde-se a autenticidade de ser germinado em si mesmo.