Poema com Soneto sobre o meio Ambiente
"A metrópole é dura? Ótimo! Porque o diamante só nasce sob pressão extrema, meu nobre. A vida urbana tenta te esmagar, mas mal sabe ela que você é feito de pura resiliência e vontade de potência. Pegue o barulho infernal das buzinas e transforme na sinfonia da sua vitória. Você não veio para essa selva de pedra para passear, você veio para dominar a cadeia alimentar corporativa!"
"Acorde, guerreiro da selva cinza! O sol nasce quadrado entre os prédios, mas o seu brilho tem que ser esférico e total! Engula o estresse com farinha e faça da adversidade o degrau para o seu pódio. A cidade é grande, mas a sua ambição tem que ser astronômica. Vá e vença!"
O tolo não valoriza o discernimento, tolo anuncia sua própria ignorância, ele fala sem pensar, sem levar em conta as consequências, e repete os mesmos erros.
Assim, somos feitos de infinito aprisionado no finito, de absoluto fragmentado no relativo, de felicidade que chora na dor, da sabedoria que se tornou ignorância, de vida eterna despedaçada no ciclo das vidas e das mortes; somos verdadeiramente anjos decaídos. Então, para reencontrar o infinito, vamos acumulando insaciavelmente fragmentos de finito e tentamos aproximar-nos da imortalidade, agarrando-nos a esta vida breve e prolongando a sua recordação com grandes obras. (...) E prosseguimos, cimentando as pedras com lágrimas e sangue para refazer a nossa bela morada de conhecimento, de liberdade, e de bondade, donde saímos. (...) Queremos viver. A centelha divina originária do espírito, embora sufocada nas angústias da morte, não pode morrer. Sobreviverá a todas as lutas e a todas as dores, até que o organismo imperfeito, correndo em busca da perfeição, a torne a encontrar e tudo assim fique sanado, para poder reentrar no seio do grande organismo perfeito, o Tudo-Uno-Deus do qual derivou"
Nós temos muita coisa em comum, a mesma terra, o mesmo ar, o mesmo céu.Talvez se olhássemos o que temos em comum em vez de sempre procurar o que temos de diferente... Bem, quem sabe?
A vida é um sopro, aproveite hoje, perdoe hoje, grite hoje, viva hoje, ame hoje, nunca se sabe quando pode ser seu último dia, último “eu te amo” ou a última vez que vai ver alguém que você ama sorrir.
Um dia eu vou vencer na vida, as pessoas vão dizer que eu roubei ou trafiquei, mas nunca vai dizer que trabalhei.
Existem pessoas que constroem jardins, e tristemente... existem pessoas que se dedicam ao cultivo de pragas e espinhos.
A desigualdade se apresenta como acaso, mas se perpetua como (e com) uma engenharia refinada de privilégios.
Acredito que muitas e muitos de nós, doloridos e doloridas, violadas e violados pelo que o colonialismo, capitalismo, dentre tantos outros terríveis "ismos" tem feito conosco, estamos transformando isso em ódio (o que amarga nosso coração), fazendo a burrice nada lucrativa de jogar esse auto-ódio entre nós. Que aprendamos a nos amar, respeitar, fortalecer, proteger, e vamos lançar esse ódio contra quem nos explora.
Sérgio O Cancioneiro Eta saudade danada dos meus tempos de piá,...Em que eu brincava tão solito nas sombras dos maricás,...Corria feliz pelo campo um ar puro pra respirar,...Nossas raízes são tão belas pra se relembrar,...Até das vacas no campo que eu tinha que buscar,...E a cachorra de estimação ia comigo ajudar,...Pra botar na mangueira pra meu velho Pai cedito o leite tirar,...Hoje só lembranças pra se recordar,...Feliz daqueles que ainda tem essa maravilha pra visitar,...Porque eu o destino privou os meus olhos de nunca mais olhar,...Pois a tecnologia avançou e veio pra acabar,...Com os meus sonhos mas os de outros realizar,...Mas ficou a saudade e a lembrança que me faz chorar...
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