Poema com o None de Andreia
O tolo não valoriza o discernimento, tolo anuncia sua própria ignorância, ele fala sem pensar, sem levar em conta as consequências, e repete os mesmos erros.
Assim, somos feitos de infinito aprisionado no finito, de absoluto fragmentado no relativo, de felicidade que chora na dor, da sabedoria que se tornou ignorância, de vida eterna despedaçada no ciclo das vidas e das mortes; somos verdadeiramente anjos decaídos. Então, para reencontrar o infinito, vamos acumulando insaciavelmente fragmentos de finito e tentamos aproximar-nos da imortalidade, agarrando-nos a esta vida breve e prolongando a sua recordação com grandes obras. (...) E prosseguimos, cimentando as pedras com lágrimas e sangue para refazer a nossa bela morada de conhecimento, de liberdade, e de bondade, donde saímos. (...) Queremos viver. A centelha divina originária do espírito, embora sufocada nas angústias da morte, não pode morrer. Sobreviverá a todas as lutas e a todas as dores, até que o organismo imperfeito, correndo em busca da perfeição, a torne a encontrar e tudo assim fique sanado, para poder reentrar no seio do grande organismo perfeito, o Tudo-Uno-Deus do qual derivou"
Nós temos muita coisa em comum, a mesma terra, o mesmo ar, o mesmo céu.Talvez se olhássemos o que temos em comum em vez de sempre procurar o que temos de diferente... Bem, quem sabe?
A vida é um sopro, aproveite hoje, perdoe hoje, grite hoje, viva hoje, ame hoje, nunca se sabe quando pode ser seu último dia, último “eu te amo” ou a última vez que vai ver alguém que você ama sorrir.
Um dia eu vou vencer na vida, as pessoas vão dizer que eu roubei ou trafiquei, mas nunca vai dizer que trabalhei.
Existem pessoas que constroem jardins, e tristemente... existem pessoas que se dedicam ao cultivo de pragas e espinhos.
A desigualdade se apresenta como acaso, mas se perpetua como (e com) uma engenharia refinada de privilégios.
Acredito que muitas e muitos de nós, doloridos e doloridas, violadas e violados pelo que o colonialismo, capitalismo, dentre tantos outros terríveis "ismos" tem feito conosco, estamos transformando isso em ódio (o que amarga nosso coração), fazendo a burrice nada lucrativa de jogar esse auto-ódio entre nós. Que aprendamos a nos amar, respeitar, fortalecer, proteger, e vamos lançar esse ódio contra quem nos explora.
Sérgio O Cancioneiro Eta saudade danada dos meus tempos de piá,...Em que eu brincava tão solito nas sombras dos maricás,...Corria feliz pelo campo um ar puro pra respirar,...Nossas raízes são tão belas pra se relembrar,...Até das vacas no campo que eu tinha que buscar,...E a cachorra de estimação ia comigo ajudar,...Pra botar na mangueira pra meu velho Pai cedito o leite tirar,...Hoje só lembranças pra se recordar,...Feliz daqueles que ainda tem essa maravilha pra visitar,...Porque eu o destino privou os meus olhos de nunca mais olhar,...Pois a tecnologia avançou e veio pra acabar,...Com os meus sonhos mas os de outros realizar,...Mas ficou a saudade e a lembrança que me faz chorar...
O rico é pobre quando tem tudo pra ser invejado...
O pobre é rico quando não tem nada e mesmo assim causa inveja...
Pobre é o rico que tem tudo e não consegue ser feliz,
Rico é o pobre que mesmo não tendo nada consegue ser feliz...
O verdadeiro amor acontece, quando nossos olhares se fixam,
fazendo nossos corações pulsarem fortemente ao mesmo tempo...
