Poema Carolina
É importante não ter pressa! Deus poderia ter criado o mundo em 1 minuto. Mas, o fez em 6 dias e ainda descansou.
Todos deveriam ter a oportunidade de sair de suas cavernas
e ver o universo com outro olhar, e, quem sabe, voltar e conseguir transformar seu entorno num lugar melhor.
Quando o seu sorriso não for por alguém ou por alguma coisa você saberá o que é estar feliz de verdade. Não busque sua felicidade pelo que você tem ou pelos amigos e família. Si sinta bem contigo mesma, com seus pensamentos e ações. Se permita ser sua melhor versão a cada dia, com seus defeitos e qualidades. Se for julgar, julgue a si mesma e melhore. Somente você pode se rotular feliz. Sua felicidade vem de você. Não se limite.
De certa forma isso já não funciona mais. Um olhar aos variados olhos a quem pode se enxergar a sinceridade. A certeza, os vícios, a verdade. E tudo pode ser encontrado no olhar.
É aquela maldita frase: "Como você me vê". E eu já nem sei mais o que os olhos dizem.
Nos momentos mais difíceis da sua vida, você precisará de ajuda e você poderá entregar teus problemas nas mãos de Deus que ele resolverá. Não importa quanto tempo demore.
Sentir algo desocupado e ao mesmo tempo absorvente, - tipo aquele que se localiza entre as pernas tão feminis. - O vento me traz as folhas de outono na margem da vidraça pintada de vapor pelo embate do frio que faz lá fora com tal carcaça exalando calor aqui dentro. As pontas dos dedos congelados. Tantos adágios e nenhum debuxo que preste. – Ironia. - Acho que já se narrou muito sem nem ao menos ter posto em prática antes tanta literatura. Acabou que aquele corpo casto sumiu, mas ainda sente-se como tal. – Um signo, talvez. - Precisava sentir aquilo de novo, ter certeza que foi concretizado, fato consumado, e não apenas mais uma de muitas fantasias – de renda preta com pérolas entre os seios - O abrir do zíper de uma calça masculina. – E o sentir ansiedade daquele audaz com seu órgão genital, varão, vindo pra cima deste corpo já denegrido.
Que renasçam os jardins! Que me venha a Babilônia! A ti pertenço, divino mundo permeado de mitologias patéticas nas quais me encaixo perfeitamente. Patético ser perverso simultaneamente submisso às doçuras e encantos vedados da carne humana, seja qual for, basta ser carne. Deliciar-me-ei do fel derramado pelas ruas onde passei, dali nascerão flores negras e meu nome estará lá, assinado. Os olhos cerrados e os braços abertos pro mundo – que me venha o que for de menos necessário, eu quero o fútil. As pessoas que por mim passaram... Ah! Passaram, elas sempre passam. “... E eu passarinho”. Abri as asas. Voei.
As flores da invernia encobrem as ruas em rubro e rosa e nem sequer escuto mais o crepitar das folhas de outono. Eu te amei em ventos de maio, mas te odiei em cores de verão. Em primavera a pele desbotada te vestia tão mais desejável... Hoje é inverno e eu delicio outros doces, dos mais confeitados, aquele tipo que alimentam os olhos, engordam o corpo, mas não matam a sede da boca seca.
