Poema Carolina
cara já to ficando com odio raiva tristrza quero viver de novo no lugar muito longe daqui não vou fugir mais não vou ficar a qui
Irei tentar realizar no sonho, o que na realidade é impossível acontecer. Vou deixar meu coração livre, para que ele sinta novamente o que é o amor.
Que a mesma força que me faz continuar, me faça acreditar que existirá dias melhores, momentos inesquecíveis e ter por quem acordar.
Tem gente que, de tão transparente, acaba se tornando invisível. Não deixem de ter uns mistérios guardados no fundo da alma, nem tudo precisa ser dito (muito menos no Facebook).
"Ponto final, sem virgulas.
Pense como quiser, mas é necessário um ponto final para que se comece um novo parágrafo. vírgulas nunca levaram a lugar algum, a não ser a falsas esperanças de um novo começo. o ponto final renova, trás a esperança de que tudo pode ser diferente e de que ainda há muito para se escrever, se não em um próximo parágrafo mas sim um novo capítulo ou até um outro livro, de gênero diferente. o ponto final não apaga o que foi escrito, mas ler de novo o mesmo livro nunca terá tanta emoção como da primeira vez, até porque você já sabe onde se encontra o ponto final. penso que é com o ponto final que se escreve com mais propriedade, experiência e criatividade. É necessário um primeiro ponto final, para que os próximos sejam melhores aproveitamos com capítulos mais bem escritos. e que venham, novos parágrafos, capítulos e livros, com muitos pontos finais..."
Dar aula é como aprender a andar de bicicleta... você lembra dos tombos que já levou, mas não sabe dos tombos que te esperam
Os amores são belos porque são finitos e deixam aquele “quê” de saudade, ninguém gosta de nada que permaneça intacto para sempre.
O imortal é tedioso, sem cor e sem graça. O coração é criança e não se atem a nada que não brilhe, não ilumine e seja saboroso
Eu não consigo viver com a sensação eterna de fim eminente, como se a qualquer momento você me fosse escapar pelos dedos.
Não se estenda por mais cinco minutos porque de fração em fração você bagunçou minha vida e me virou do avesso.
Não me diga até logo se não tem a pretensão de voltar em breve. Não se despeça como se amanhã ao acordar eu ainda fosse te ter ao meu lado. Não seja leviano de sair da minha vida como se estivesse saindo para ir à padaria.
Não se atreva a criar expectativas que limitam as minhas ações ao seu bel prazer. Não me faça te esperar quando você sabe que não vai voltar.
Um arrepio me desce pela espinha e sinto meu coração comprimido em uma dor imensurável. Fecho os olhos e faço um pedido: “traga ele de volta porque tudo o que eu tenho é o seu amor”
Apago a luz, deixo a nossa música tocando e me aninho na cama. O silêncio cresce entre as paredes e o quarto que outrora foi pequeno pra tanto amor, agora me parece infinitamente grande e vazio.
Vejo-te assim, entre os dedos, sinto vontade de curar-te a alma, tirar o pó dos teus sonhos, re-harmonizar a sintonia da tua vida.
Olho-te outra vez e percebo lágrima em seus olhos, como alguém pode suportar ser o motivo do teu choro? Com cautela me aproximo dos teus lábios e dou-te um beijo na tentativa vã de fazer-te sorrir. Hoje não. Bem sei que hoje não.
Vejo-te e guardo-te, assim em um lugar onde a qualquer momento eu possa rever. E aguardo, na esperança de ver um sorriso brotar em teus lábios.
Não é carência. Carência se cura com qualquer companhia, qualquer abraço, qualquer colo. Minha carência é particularizada, é carência de você.
