Poema Arnaldo Jabor - Deus e Satanas
Quero cuidar bem da nossa cidade e de nossa gente, ser o melhor o prefeito da região do Bolsão, cuidar com carinho das nossas crianças e idosos, ao lado da minha vice Neusa Junqueira e dos vereadores, com o apoio do governador Reinaldo Azambuja vamos fazer um grande trabalho para o bem de Inocência e o seu desenvolvimento.
Mais é bom mesmo dar uma sacudida de vez em quando na vida, jogar tudo pro alto, abrir os braços e ver o que que fica e o que cai no chão, o do chão a gente deixa pra traz...
Pessoas especiais valem a dedicação e o esforço...
Afinal de conta, o ouro e a prata tem que passar pelo fogo para ganharem forma e valor...
Seria muito mais fácil para nós aprendermos com os erros dos outros, mais tem uma maldita coisa que está presente em todos nãos chamada de "orgulho" que insiste em que temos que errar para aprender
"Para ajuizar algo como belo, alguns se guiam por argumentos de axiologia, eu porém prefiro pela sapiência, a ilimitada sabedoria. Considero que assim será mais difícil deixar- me guiar por paixões humanas".
"A partir de hoje vou ser mais exigente ao escolher meus relacionamentos e menos com legumes porque marcas em tomates a gente tira mas coração partido não se pode jogar fora..." Arnaldo Lopes..
"Não é meu sonho ter uma historia de amor que quando se referirem a ela tenham como saudação final "E foram felizes para sempre " se tiver um " E foram felizes sempre que dava" eu já vou ser feliz para sempre."
"O despertador não poderia ter nome mais apropriado desperta-dor dor de levantar pra sentir a dor do dia a dia o odor da fumaça dos carros e como uma represália por tamanha afronta de nos tirar da cama lhes revidamos a violência tacando-lhe a mão na cabeça até que ele pare. Quem mandou desperta-dor."
"Sabe o que me deixa esperançoso é que sei (todo mundo sabe)que depois, lá na frente você vai olhar pra trás e vai ver que teve opções diferentes, teve alguém te dizendo que valia a pena vir comigo (e você não foi) se atirou ao mesmíssimo caminho que por tempos te levou a nada e você preferiu isso preferiu o nada agora não é que vai ser tarde é que vai ser impossível você mergulhou no nada e eu entrei com os pês descalços no que pra mim foi até sofrido no inicio mas pelo meio vi que nossas mãos se soltaram no tempo certo na velocidade certa. estatuas de sal é que olham pra trás eu ainda sigo meus pés apesar de ainda descalços já não sofrem tanto já se habituaram às pedras, aos percalços, coisa que não seria igual com o coração ferido que seria andar do teu lado pedras no chão a gente dribla mas com o coração ha que se ter cuidado pois apesar de estar envolto num corpo ele sempre se deixa levar pela porosidade das nossas escolhas."
"2014 não foi assim uma Brastemp mas tambem não foi nenhuma CCE que venha então um Semp Toshiba 2015." Arnaldo Lopes.
"E o amor não anda de porta em porta como um menino distribuindo panfleto, o amor é o panfleto, e de repente ele aparece sabe-se lá da onde, quem o traz e pra que veio, estenda o braço.
" No vacilo que a realidade dá a gente faz de conta que é feliz e que é feliz pra sempre" poesia arnaldiana
Quando a primeira impressão é ruim eu troco o cartucho, eu pago de novo dez centavos, ajeito a letra troco a folha dou um tapa na impressora. Não sou desses que já boto um basta na primeira, eu tento repito, retento digo até que meu olhar errou, testo retesto, assopro como meu pai me ensinou ao tentar desatar aqueles nó de marinheiros que se tenta dar na vida eu desfaço qualquer mal entendido eu faço pedido não coloco barreira pra o novo pra o velho pra o que vem de longe ou o que esteve o tempo todo ao meu lado e por descuido ignorei eu não sou de rasgar o verbo prefiro costurar as palavras. Não brinco de trava língua com amigos eles sempre me fizeram ser língua solta palavras presas são palavras mortas, eu sempre cito eu ressuscito, eu dou a mão eu dou o colo eu até imploro, estiro o braço eu volta e meia dou abraço eu estou no raso mas se quiser eu vou pro fundo eu movo o mundo, eu fico são eu só não fico na primeira impressão.
Aí faremos assim marcamos de nos encontrar lá no acaso e se por acaso der certo não vai ser nem planejado nem sorte, nem coincidência nem destino. Vai ser amor.
Quando eu morrer quero levar comigo todas as poesia que li, que vivi que esqueci. quero todas escritas não na minha lápide, quero elas escritas a lápis no meu corpo nu. Outra coisa que quero é ser enterrado assim com vim ao mundo, roupa é coisa de burocrata, que culpa os vermes têm se vestir estar na moda. Não quero fila, quero roda em meu enterro por que roda agrega mais. Ao chegar no céu, seja lá qual for quero bater um papo de homem pra homem com Deus e lhe dizer porque sempre fui ateu e lhe falar de uns amigos aqui de baixo sobre alguns dos seus pedidos, mas antes de bater a porta de Deus quero tirar onda com o tio dêmo nem que seja só por desaforo vou lhe informar do meu destino e talvez até lhe lembrar das confusões que ele tem aprontado lá na terra vou lhe contar só por despeita que na frente dele tem muita gente se saindo melhor que seu primo Hitler fez muito mais em 4 anos que ele na vida toda e não poderei esquecer de quando era menino meus vizinhos o tempo todo me diziam o quanto éramos parecidos. Quando eu passar dessa pra melhor vou fazer questão de dá uns toques a aquele bocó do São Jorge com uma lua tão linda a sua espera e ele brigando com o dragão quem sabe eu até não me demore por lá esperando a condução visto que farei questão de pegar uma carona no Halley que de expresso não tem nada passa somente a cada 76 anos e sempre deve tá lotado tem nada não sei que nesse tempo fumarei um com o Raul que sei anda por aí entre o céu e as estrelas.... Poesia arnaldiana
