Podia ser Pior

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⁠Quando o ser humano perceber que a bola, ainda que chutada, agarrada, liberada, agredida e até acolhida, tem mais voz que o “livro mais vendido” e 'menos vivido do mundo', não haverá mais brigas nem trapaças no futebol.


Há algo de profundamente humano no destino da bola.


Buscada e tocada de todas as formas, e ainda assim continua rodando, unindo pessoas que, fora do campo, talvez jamais se entenderiam.


A bola não julga quem a toca. Ela gira para todos, sem distinção de credo, cor ou fronteira.


E é justamente nesse movimento, tão simples e tão leve, que mora uma lição que o ser humano parece ter esquecido.


Enquanto o mundo se curva diante do livro mais vendido — e, ironicamente, menos vivido —, a bola segue pregando seu evangelho silencioso: o da partilha, da alegria e da verdade do instante.


No gramado, não há espaço para disfarces; o que se é, se mostra.


A bola não aceita trapaças por muito tempo.


Quem tenta enganá-la, mais cedo ou mais tarde, tropeça no próprio engano.


Talvez, quando o ser humano perceber que a bola fala muito mais alto que muitos púlpitos, que seu giro é mais honesto que muitos discursos e que seu jogo é mais limpo que muitas pregações, o futebol voltará a ser o que sempre foi: um espelho do que temos de melhor.


E então, quem sabe, já não haverá mais brigas nem trapaças — apenas o som puro da bola correndo livre, leve e solta, ensinando em silêncio aquilo que tantos livros gritam sem entender.

Ninguém deveria ser tão magoado a ponto de temer amar novamente.

⁠Ai, credo, deixa de ser duas caras… És linda de dia, maravilhosa de noite!

Num mundo onde quase tudo pode ser dito, mas quase nada escutado — talvez o bom ou mau-humor seja nocivo aos Donos da Verdade que não conseguem se despir da Toga do Moralismo.


Onde se fala muito e ouve-se muito pouco — o ruído é constante, e o humor se torna muito perigoso.


Talvez o bom ou o mau-humor sejam nocivos apenas aos donos da verdade, esses que vestem a toga do moralismo como se fosse um escudo contra qualquer desconforto.


Não suportam o riso porque o riso desarma, não suportam a ironia porque ela revela, e não suportam o espelho que o humor, em sua essência, quase sempre oferece.


Enquanto o mundo se divide entre os que falam e os que reagem, o ouvir continua sendo o ato mais revolucionário — e o rir de si mesmo, o mais Libertador.


Pois, para os que não conseguem rir de si próprio, as palavras perdem o dom de tocar para alimentar o vício de ferir.

⁠E eu que, vez em quando, deito um travessão na mensagem — só para ser confundido com um “Chatbot”.


Mas um travessão é muito mais do que sinal gráfico — é um gesto.


Um pequeno ato de ousadia que só pratica quem não teme ser percebido.


Quem escreve com consciência do que carrega, e com a leveza de quem não precisa provar nada além da própria honestidade com as palavras.


Porque, no fundo, escrever é isso:
um jogo silencioso entre coragem e sensibilidade.


Coragem para tocar onde dói —
Sensibilidade para não machucar lugar nenhum.


E um travessão, bem deitado, talvez seja o símbolo mais humilde dessa bela dança.


Ele separa, sim, mas também aproxima...


Às vezes, pausa… mas empurra adiante.


Ele corta… mas também convoca.


Às vezes parece apenas um traço, mas é um traço que fala:
"Ei, aqui entra algo que só os atentos percebem."


E quem ousa usá-lo não o faz por frescura gramatical —
mas por afeto estético, intuição narrativa,
e essa espécie de maturidade que só têm os bem resolvidos:
bem resolvidos consigo, com o que dizem,
e até com o que deixam de dizer.


No fim, o travessão é como o pincel que se deixa cair de propósito:
não é descuido, é assinatura.


Não é desatenção, é presença.


E se alguém confunde isso com um “Chatbot”…
ah! — que continue confundindo.


Porque a arte, quando bem feita, normalmente já confundiu até quem a criou.


E aqui para nós — risos — às vezes um travessão bem deitado é mesmo isso: um pincel que se joga, de caso pensado, sobre a tela.


Um atrevimento sereno, cheio dessa sinergia rara entre arte, responsabilidade e sensibilidade — um trio que costuma morar apenas nos que já fizeram as pazes consigo e com a própria forma de criar.


A intenção, claro, era fornecer lenha para queimar.


E o fogo aceitou.


Porque, é preciso muita coragem para se aventurar na arte de escrever.


É preciso alguma loucura mansa para deixar palavras escaparem sabendo que podem ferir, curar, provocar ou até acalmar.


E é preciso ainda mais sensibilidade para permitir que elas se entendam com as imagens — porque, quando elas resolvem brincar juntas, quem escreve vira mero coadjuvante.


A palavra abre caminho.


A imagem acende.


O travessão risca.


E o gesto final surge sozinho —
como se a chama tivesse vontade própria.


Talvez não haja atrevimento mais bonito e charmoso do que o dos que se aventuraram e se aventuram no ofício de escrever.


Porque escrever é primeiro se arriscar —
e só depois se revelar.


E haja atrevimento pra tocar quem se atreve a ler!


Pois, quem escreve, abre portas, mas quem lê, precisa ter coragem
de entrar.


No fim, talvez seja assim que a arte realmente nasce:
do encontro entre um risco, uma intenção e a ousadia de se deixar queimar.


E nós apenas sopramos o fogo —
porque a Lenha, a Faísca e o Incêndio Poético
já estavam ali — todos —
pedindo pra brincar.

O Crime Organizado costuma ser mais previsível que muitos Líderes Religiosos que se ajoelham diante da política.


E talvez seja exatamente aí que mora o perigo: na previsibilidade do perverso e na imprevisibilidade dos que deveriam ser farol.


Quando o crime se apresenta, já sabemos o que esperar — sua brutalidade não promete virtudes, nem esconde seus métodos.


Ainda que precipitado nos infortúnios da própria escuridão, ele consegue ser até mais honesto do que quem tem agenda oculta para cumprir.


Mas quando a fé, aquela que deveria ser abrigo, se confunde com palanque;
quando o altar, aquele que deveria ser refúgio, vira plataforma;
quando a palavra sagrada, que deveria orientar consciências, começa a servir a conveniências… passa a ser usada para se esconder, aparecer e se promover,
então a confusão deixa de ser acidente e se torna estratégia.


A fé não é o problema.


O problema é quando ela é sequestrada por ambições.


Quando mãos que deveriam erguer feridos, erguem partidos.


E quando vozes que deveriam consolar, inflamam disputas.


Quando líderes que deveriam curar feridas, as utilizam como moeda política.


E, por ironia muito amarga, enquanto o crime mantém sua lógica previsível — tão trágica quanto constante — a espiritualidade distorcida por interesses se torna um território nebuloso, onde o risco não é apenas o engano, mas a perda do discernimento coletivo.


Porque quando quem deveria apontar o caminho se ajoelha diante do poder, os que com ele caminham é que se perdem.⁠

⁠Ninguém consegue ser mais respeitoso do que aqueles que respeitam até os que não se respeitam.

De repente os Direitos Humanos são necessários, a Saúde Mental importa e a Ciência deixa de ser negada…


Há uma irrisória esperança nisso…


Quando a palavra de Deus deixar de ser usada para se Esconder, Aparecer e se Promover e voltar ao propósito original — acender luzes, não ofuscar e confundir mentes e espíritos descuidados ou mal intencionados — talvez o mundo se reencontre.

⁠Com tantos Vendendo Certezas por aí, suponho que muitos têm medo de tentar ser fortes e descobrirem-se Feitos de Dúvidas.

⁠⁠E se o medo de tentar ser forte para não nos descobrir Feitos de Dúvidas, fomentar a comercialização das certezas por aí?

⁠O manipulador convencido de ser o único inquilino das cabeças dos seus asseclas, pode até lhes mandar buscar o chicote para chicoteá-los.

Infeliz será o destino daquele que tentar vencer suas batalhas e ser bem-sucedido em seus ataques, mas que não cultiva o espírito empreendedor, criador; porque o resultado será a perda de tempo exatamente estagnação geral.⁠

SER IDOSO E UM PREVILEGIO ATE PORQUE O TEMPO NÃO VOLTA ATRÁS.
Ser idoso significa ter experiência, ter vivido momentos bons e difíceis, e ter passado por várias provas na vida.

Ser idoso é poder aproveitar a vida com mais calma e tranquilidade, depois de uma fase cheia de movimento e esforço para garantir o bem-estar da família. Assim, no futuro, é possível viver com mais paz e sossego

Se as pessoas fossem o que aparentam ser ...já não seriam pessoas, mas deuses.

SER IDOSO E UM PREVILEGIO ATE PORQUE O TEMPO NÃO VOLTA ATRÁS.
Ser idoso significa ter experiência, ter vivido momentos bons e difíceis, e ter passado por várias provas na vida.
Ser idoso é um privilégio, pois muitos idosos lutaram para que as gerações mais jovens tenham uma vida mais saudável.
Ser idoso é poder aproveitar a vida com mais calma e tranquilidade, depois de uma fase cheia de movimento e esforço para garantir o bem-estar da família. Assim, no futuro, é possível viver com mais paz e sossego.
Jovens, lembrem-se de pensar bem antes de fazer piada com o idoso. Foi o idoso quem ensinou vocês que a vida é valiosa, e foi a sabedoria deles que deu o impulso para que vocês possam conquistar seu sucesso na vida.
A juventude depende do idoso para ser um vencedor na vida até porque cada dia que passa surge inúmeros obstáculos que são superados com a colaboração dos idosos.
A juventude precisa do apoio dos idosos para conquistar o sucesso na vida, pois a cada dia aparecem novos desafios que podem ser vencidos com a ajuda e a experiência dos mais velhos.
Pessoal, é importante lembrar que ninguém consegue fugir do envelhecimento. A vida é como uma gangorra que sobe e desce: hoje vocês são jovens, mas amanhã podem estar na fase de idosos. O tempo passa muito rápido e não para, por isso é essencial respeitar os mais velhos, porque logo vocês também vão chegar nessa etapa da vida.
Ser idoso é ser maduro o suficiente para ensinar aos jovens que a vida vale a pena, que a juventude também vai envelhecer. Jovens de hoje , idosos de amanhã.
Ser idoso é uma vantagem. Isso porque, ao envelhecer, a gente acumula experiências, vivencia momentos felizes e também enfrenta desafios. Cada fase da vida traz aprendizados que só quem viveu bastante consegue compreender bem.


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A juventude depende do idoso para ser um vencedor na vida até porque cada dia que passa surge inúmeros obstáculos que são superados com a colaboração dos idosos.

Ser idoso é um privilégio, pois muitos idosos lutaram para que as gerações mais jovens tenham uma vida mais saudável.

Ser idoso é uma vantagem. Isso porque, ao envelhecer, a gente acumula experiências, vivencia momentos felizes e também enfrenta desafios. Cada fase da vida traz aprendizados que só quem viveu bastante consegue compreender bem.

Num mundo de personagens, ser verdadeiramente humano é o maior ato de rebeldia.