Podia ser Pior

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Qualquer um consegue, desde que deixe de ser qualquer um.

No silêncio descobri que nem tudo que é verdadeiro precisa ser anunciado.

A paixão não fica menor porque não virou álbum de família. Um romance pode ser pleno, honesto, inteiro e, ainda assim, caber em pouco tempo. O que azeda não é a brevidade: é a cobrança de que toda história precise virar projeto de longo prazo, com meta, cronograma e prestação de contas para terceiros.

Ser lembrar, é um sinal que você foi visto antes, mas a lembrança pode ser boa ou ruim.

Muitos querem ser vistos, com aplausos etc...Mas são tão vazios por dentro, que passam o que não são no seu dia a dia. Cuidado com essas pessoas, elas só querem ser vistas por vocês. Não entrem nessas! No final, vocês podem chegar no fundo do poço com essa enganação.

⁠Em uma vida repleta de desafios, recordemos o exemplo de Daniel, que optou por ser lançado na cova dos leões em vez de abrir mão da oração. Essa decisão corajosa nos inspira a ponderar sobre a relevância da comunhão com o divino, mesmo nos momentos mais árduos.
Adentremos nesse pensamento, reconhecendo que, assim como Daniel, confrontamos nossos próprios leões diariamente. Por vezes, as circunstâncias parecem intimidadoras, e a tentação de desistir é poderosa. Contudo, a oração nos conecta a algo maior, algo que transcende nossos receios e inquietações.
Em Daniel 6:10, deparamo-nos com um claro exemplo dessa postura perseverante: "Daniel, três vezes ao dia, se ajoelhava, orava e dava graças diante do seu Deus, como costumava fazer." Mesmo diante da proibição do rei, Daniel optou por manter sua prática de oração, evidenciando sua confiança inabalável no Senhor.
Assim como Daniel enfrentou os leões com fé e oração, que possamos encontrar vigor em nossa comunhão com Deus. Que, nos momentos desafiadores, possamos eleger a cova da oração em vez de sucumbir ao medo. Que nossa confiança no divino nos conduza, assim como conduziu Daniel, e que a presença do Senhor esteja conosco, fortalecendo-nos perante qualquer adversidade.

Atingir a paz é meu objetivo para 2026, amar mais, ser mais consciente das acontecimentos ao meu redor, ter mais contato com a natureza, tomar um banho de cachoeira, ficar dias em silêncio, acalmar a mente ... ( Rosivaldo Oliveira)

Ser estranho é uma forma sofisticada de lucidez. Uma consciência em carne viva que sente o mundo com excesso de precisão. Não é excentricidade, é viver em descompasso com o consenso, ouvir o ruído no meio da música, perceber o vazio por trás das certezas.

A dor vem da dissonância entre o que se vê e o que se finge não ver. Enquanto a maioria se protege com ignorância conveniente, o estranho sofre de clareza. Nietzsche chamaria de “doença do espírito elevado”.
E ainda assim, amar. Amar o humano mesmo quando o entende demais.

Ser estranho é viver tonto de liberdade, duvidar até da própria dúvida. Os outros chamam de “confusão”, mas é só alma demais.O estranho é o herege das convenções, o que “rompe tratados e trai os ritos”.

Há delícia também: ser inclassificável, ver poesia no que escapa ao óbvio, rir de si mesmo enquanto o mundo desaba. Perceber o padrão invisível que Jung chamaria de sincronicidade.

O estranho sente o tempo de outro modo: lento por dentro, rápido por fora. Sente o amor como místico, o tédio como luto. Nada é raso, tudo fere, tudo ilumina. E quando o chamam de “intenso”, ele sorri — intensidade é só estar vivo demais num tempo de gente anestesiada.

Ser estranho é viver num exílio fértil, criar, refletir, desobedecer. Estranheza é antecipação do que o mundo ainda não está pronto pra entender. Ser estranho é ser o rascunho do que ainda não tem nome e sorrir, discretamente, sabendo que a habilidade de lidar com o desconforto é um puro sinal de autenticidade e um atestado de maturidade.

(Douglas Duarte de Almeida)

Amar é ser abrigo sem precisar trancar a porta.

Nem que eu tente, não sei ser minimalista. Minha história é um relicário, uma loja de móveis usados, onde tudo guarda um sentido, uma memória, uma cicatriz bonita do tempo. Cada coisa em mim já teve função, já foi abrigo, já pertenceu a outro instante. E talvez seja isso que me faz inteiro: não o espaço vazio, mas o excesso de vida guardada nas gavetas da alma.

Quanto custa ser o que se é? Pergunta besta, mas incômoda. Quem já se olhou no espelho com a suspeita de que o reflexo sabe algo que você insiste em negar sabe: a resposta dói antes de chegar.

A culpa se aloja em cada gesto ousado, em cada palavra engolida, nos silêncios que preferimos. Ela é pegajosa, insistente, um lodo que adere à pele e ao pensamento. A liberdade, por outro lado, chega quase sussurrando e exige preço: ser inteiro, visível, irreversível.

Ser quem se é significa viver com a língua raspando as feridas da própria alma. Admitir que cada escolha, mesmo mínima, é uma cratera na qual a culpa pode se esconder — e que ainda assim, é ali que respiramos.

A culpa se veste de memória; a liberdade, de coragem. Oscilamos entre elas. Algumas vezes, a culpa nos segura pelo tornozelo; outras, a liberdade nos carrega pelo peito, nos atirando contra o céu.

Ser quem somos não é leve. Não é fácil. Não é barato. Mas o preço, cada suspiro, cada nó na garganta — vale mais que fingimento, mais que qualquer paz comprada com silêncio ou complacência.

No fim, o duelo nunca termina.
Mas existe algo de radicalmente bonito em atravessar essa colisão entre culpa e liberdade: sentir cada choque, cada fissura, cada centelha — e ainda assim continuar inteiro, pulsando, crua e irreversivelmente vivo.

Ser porto seguro é uma honra silenciosa que pesa nos ombros. Cada abraço que dou, cada conselho que escuto e devolvo, carrega uma pequena parte de mim que ninguém vê. Há dias em que ser referência é como sustentar o céu sozinho: bonito, mas extenuante.

O paradoxo é cruel e belo: a confiança alheia me eleva, me dá sentido, e ao mesmo tempo me lembra do risco de ceder demais, de me perder no cuidado que ofereço. Às vezes, me sinto encurralado no canto, cercado por expectativas, olhando para fora e desejando espaço para simplesmente existir.

Há uma delícia discreta em saber que alguém respira mais leve porque eu estive ali, firme, disponível. Mas a dor mora nas entrelinhas — nas madrugadas em que olho para minhas mãos e percebo que também elas precisam de abrigo.

Ser porto seguro é ser farol e tempestade. É carregar um oceano de vidas dentro de si, com a certeza de que cada gota que dou de mim é ao mesmo tempo um presente e um peso. Ainda assim, continuamos a brilhar, porque, no fundo, ser referência é a mais humana das responsabilidades: sentir o peso do mundo, e mesmo assim, oferecer um pouco de céu.

Seja cientista de si.

Ser cientista de si é abrir gavetas onde ninguém jamais olhou, é encontrar restos de ecos antigos e etiquetá-los com rigor e reverência. Cada memória se torna um organismo estranho, cada emoção, um vírus que infecta sem aviso. Não se trata de curar, mas de observar: estudar as mutações do próprio desejo, as derivações do medo, as metamorfoses do amor que insiste em nascer nos lugares errados.

O corpo é um microscópio que às vezes faz truques com a mente — é um campo de ensaio onde hipóteses explosivas dançam e se desintegram em segundos. Ser cientista de si é aceitar que não há controle, apenas registro. Registrar a instabilidade, o colapso, a beleza que surge do caos interno. É perceber que algumas experiências não se replicam, algumas falhas são únicas, algumas feridas ensinam mais que qualquer vitória.

E no centro desse laboratório, no silêncio que não cabe em palavras, surge a maior descoberta: que o sujeito estudado é também quem observa, e que cada experiência de si é um prisma que reflete infinitos mundos. Ser cientista de si é um gesto de coragem quase selvagem — olhar para dentro e perceber que o experimento nunca termina, e que cada segundo é irrepetível, insubstituível, imprescindível.

O Mito Enjaulado
William Contraponto


O chefe dos boçais atrás das grades
Deveria ser um grande alívio;
Mas eles inventam outras verdades
E seguem o mito em desvario.


A cela expõe o preço da arrogância,
Sem convencer o fiel cativo;
Ele nega a própria circunstância
E chama o cárcere de “motivo”.


A sentença pesa como ferro frio,
Mas há quem jure ser fingida;
Criam teorias em desafio,
Num culto à fraude repetida.


O país que sangra por transparência
Ainda escuta o coro nocivo;
Gritam por honra, mas com ausência
Do que sustenta o real vivo.


E enquanto a Justiça cumpre o fato,
Eles se agarram ao discurso antigo;
Transformam culpa em falso ato
E seguem marchando com o perigo.

Pode ser de fato uma boa garota, uma mulher delicada e bonita, porém, não deve ser subestimada, pois além da sua beleza e da sua integridade, a sua espontaneidade também é muito sedutora, desprovida de ingenuidade,

Nos seus olhos, é possível perceber audácia, amor, gentileza e que as suas emoções são calorosas assim como uma noite apaixonante e intensa, cuja essência é amável e atrevida, elegante e sem vulgaridade

Apenas algumas peculiaridades interessantes de uma venustidade surpreendente, já que nem tudo precisa ficar exposto, faz bem um ar de mistério semelhante ao que é descoberto nas entrelinhas de um poesia provocante.

⁠O fato de se sentir e transprecer a luz dentro de você e poder compartilhar com outro ser, vem sempre com formato de caracter em virtudes cardinais como: prudência, justiça, fortaleza e temperança e assim dessa forma voce subconscientemente não diminuir a sua luz

⁠O sentimento deve ser firme igual uma rocha. Apaixone-se por quem deixa o seu dia mais alegre, mais leve... Que sorria durante as ressacas... Que te faça esquecer de um cotidiano massante... assim se refresque em risadas nuas e intusiamadas, durante os dias de angustiantes desse mundo caótico. Apaixone-se pela pessoa chata, ciumenta e “maluquinha”, que apesar de todos as situações adversas, se mostra atenta à sua vida e está pronta para qualquer situação que possa te fazer Feliz!

⁠A educação é o único meio em que faz o ser se conectar com o universo.
Ela nos faz respeitar as diferenças que no mundo há e se contentar com o ar que todos há de inspirar.

E isso é a prova de que não adianta julgar a diversidade de amar.
Nessas aulas eu aprendi que a educação não pode parar no A ou no B, mas ela tem que crescer, para juízo render em quem diz o que não é para dizer.

Foram manhãs exaustivas e sábias, mas serei eternamente grata porque foram através dessas aulas que eu soube o tipo de ser que eu não posso ser.

E que a cada amanhecer eu tenho o que aprender com quem acha que sabe tudo, mas na verdade tem muito o que viver para entender que nem tudo é como o seu mundo.

⁠Eu tenho sede...
Sede de um mundo apto às minhas estranhezas de ser e querer viver.
Sede de alguém que eu amaria estar e compartilhar as incertezas que na vida há.

⁠Existe de tudo um pouco...
Até pessoas que são péssimas em ser.
Logo, prefiro meu rádio a tagarelar e um café amargo a me acompanhar nas noites de luar.