Poder
Ser diligente e cauteloso não significa ter medo de errar, significa poder arriscar, mas calcular os riscos para que se existirem prejuízos, eles sejam menos lesivos e danosos do que poderiam ser!
Não menospreze o poder grandioso da oração. Se não fosse por Ele, em horas de dificuldade extrema estaríamos sozinhos. Mas Ele não dorme e nem sai de perto. Ele abençoa.
Não tenha medo dos tempos de fraqueza. É na fraqueza que o poder de Deus mais se manifesta em você. Apenas confie.
O Poder da Leitura
Não somos apenas o que consumimos, mas o que escolhemos reter e transformar. Cada palavra lida é uma semente: algumas se perdem, outras florescem em ideias, discernimento e sabedoria. Ler não é quantidade, é qualidade.
Textos leves podem entreter por instantes, mas são as leituras que provocam, inspiram e fazem pensar que expandem o cérebro, fortalecem a memória e nos tornam mais interessantes como pessoas.
A leitura é resistência ao superficial, é ponte para mundos novos, é exercício de imaginação e cultivo da consciência. Ler é viver muitas vidas em uma só — e cada vida nos torna mais ricos em conhecimento e mais plenos em humanidade.
Roberto Ikeda escritor
Aos professores e professoras!
As palavras são poucas
Para poder expressar
O quanto significam
Vossos atos de educar
São muito mais que isso
Em tamanho e compromisso
De conhecer e partilhar.
Vocês são guias e exemplos
Faróis que iluminam mentes
Que tocam os corações
De crianças, adolescentes
De adultos esperançosos
Ou de jovens talentosos
Plantando boas sementes.
Cada lição compartilhada
Que por muito tempo cresce
São como um sonho florido
Que nasce e logo floresce
Conquistas dos estudantes
São deveras importantes
Que ao discente engrandece.
São muitos os desafios
E momentos de exaustão
Pesando em seus ombros
Essa tão nobre profissão
A paciência é bem testada
Mas cada batalha travada
Deixa mais viva a missão.
E quanto à tua persistência
Que é grande como a coragem
Levantando-se todo dia
Com aquela boa bagagem
Rumo ao conhecimento
Enfrenta chuva, sol e vento
Nessa forte e intensa viagem.
Acredita no imenso poder
Que só tem a educação
Ativando em seus alunos
O poder da transformação
Com suas ideias e valores
Carregando risos e dores
Em desistir nem pensa não.
Construindo o presente
Com confiança no futuro
Moldando os semelhantes
Com passo firme e puro
Incentivando à melhoria
Com muito amor, euforia
E olhar firme e seguro.
Ser professora é mais
Do que uma profissão
É ser útil por natureza
É uma sábia decisão
É buscar muito servir
Sem muitas vezes exigir
É grandiosa essa missão.
Vocês são a diferença
No nosso mundo cansado
E não desistam jamais
De deixar vosso legado
Descobrindo os talentos
Fazendo todos os momentos
Valerem o aprendizado.
Gratidão por existirem
Por todo o potencial
Por cultivarem a esperança
Por levarem um ideal
Que é de dar sabedoria
Aonde antes não se via
Isso é muito especial.
Aplaudo a vós, professores,
Pela vossa existência
Nós vos reverenciamos
Porque são uma referência
Eis nossa admiração
Façamos com o coração
A vocês, sempre reverência.
Professoras e professores
As palavras são poucas
Para poder expressar
O quanto significam
Vossos atos de educar
São muito mais que isso
Em tamanho e compromisso
De conhecer e partilhar.
Cristão não faz aliança com ideologias para poder cultuar ao Deus da Bíblia; sua aliança é com Deus. Já o apoio alguma ideologia, somente se esta não for contrário a Bíblia.
Meu amor, eu queria ter o poder de te proteger de todo mal, que nenhuma tristeza te alcançasse e que a vida fosse sempre leve contigo. Se eu não puder te guardar do mundo, prometo ser abrigo, cuidado e amor em todos os dias.
Quando a honra virou protocolo, o poder chamou isso de civismo.
Quando a proteção virou filtro, o poder chamou isso de inclusão. Quando a censura virou moderação, o poder chamou isso de justiça. E nós, disciplinados pela linguagem, aplaudimos. A nova tirania não exige armas; exige adesão moral.
Não impõe medo; impõe virtude.
Não cala pela força; cala pela vergonha. O dissidente não é preso, é diagnosticado. O crítico não é perseguido, é deslegitimado. O inconveniente não é removido, é reclassificado. Chamam de “discursos de ódio” o que ameaça o consenso.
Chamam de “fato sensível” o que ameaça a narrativa. Chamam de “proteção” o que ameaça a verdade.
O Estado não precisa mais dominar a imprensa se cada cidadão se torna seu próprio Ministério da Verdade.
Vigilância é o novo afeto. Obediência é o novo serviço público. Autocensura é o novo patriotismo. Oceania não chegou de madrugada. Ela foi aprovada em plenário. Votamos no nosso próprio silêncio, assinamos o atestado da nossa servidão, e chamamos isso de progresso. O totalitarismo do século XXI não se impõe, ele seduz. Não queima livros, reclassifica. Não destrói reputações, gerencia. Não interdita palavras, revoga conceitos. E quando finalmente perguntarmos quem nos calou,
a resposta será simples e insuportável:
ninguém.
Fomos nós.
O que está em disputa não é a liberdade de falar,
mas o direito de ouvir.
Pois o último crime não será dizer a verdade, será querer escutá-la.
Oceania não é o futuro.
É o presente com Wi-Fi.
Como é estranho e belo o poder da imagem e das experiências.
A criança que corria e sorria não sabia.
Crescia, e sem perceber, as raízes que a sustentavam
se desfaziam em silêncio,
na mesma medida em que o mundo se abria diante dela.
A criança agora é jovem.
Reconhece-se no espelho sem se reconhecer.
Não é mais a infância.
O familiar, de tanto se conhecer, já é outro.
O conhecido também desconhece.
O mundo, ele próprio, é uma imagem.
Flutua, muda de forma, de cor, de sentido.
E ao mesmo tempo é pequeno,
e tão imenso quanto os astros.
Um enigma:
quem o conhece, o perde.
Quem o desconhece, o encontra.
O poder imersivo do conhecimento corrói corações que não aprenderam que a ciência é imune à empatia.
Sinto-me amarrado a uma imobilidade que não escolhi, como se a vontade existisse sem poder agir. A vida passa diante de mim em silêncio, e nesse silêncio reconheço a sensação de uma existência que se esvai sem se cumprir. Não é a ausência de tempo que me pesa, mas a consciência de o estar a perder. Furucuto, 2026.
Sinto que já perdi o meu poder masculino. Quando aconteceu, não sei. Não houve aviso, nem ruptura visível. Apenas acordei, um dia, neste quarto escuro da vida, onde a luz parece ter-se esquecido de entrar.
Furucuto, 2026
