Pessoas Superficiais
Deus não disse que vomitaria a cidade de Laodicéia da sua boca, mas sim as pessoas mornas que lá viviam. Por isso, vigiemos o nosso próprio coração para não sermos também vomitados por Deus, como os de Laodicéia foram.
Quando não somos nós nos comparando às outras pessoas, são as outras pessoas que nos comparam a nós.
Gostamos das cartas de Paulo porque elas nos oferecem a possibilidade de corrigir as pessoas de uma maneira simples e, ao mesmo tempo, filosófica. No entanto, não podemos nos esquecer de que essas mesmas cartas também dão aos outros a mesma oportunidade de nos corrigir de uma maneira simples e filosófica.
Há uma distância entre você e algumas pessoas que se foram. Elas não partiram porque queriam, mas porque a espada do Espírito as afastou de você.
UM AMOR PARA RELEMBRAR
Tem pessoas que chegam em nossas vidas como a água do Mar para nos refrescar em dias quentes, você tem sede, mas sabe muito bem que aquela água não serve para tomar, então você se delicia nela, relaxa em seu banho e sente sua refrescância, mas continua com aquela sede que não vai conseguir saciar. Essas pessoas costumam ser pessoas formidáveis, amigas de todos, sempre generosas, bondosas, de um coração enorme, com inúmeras qualidades que você aprecia e reconhece.
Mas, embora tenha tantas qualidades, você sabe que essa pessoa não é para você e que vocês jamais dariam certo juntos, que as suas diferenças sempre falariam mais alto e por este motivo você prefere deixar ir e fica amando, admirando, torcendo e acompanhando as suas vitorias de longe.
Amor este que nasceu para ser sentido e não vivido, faz parte e tá tudo bem, você lembra sempre dessa pessoa com muito carinho pelo pouco que estiveram juntos, com uma saudade, mas que não pode mais matá-la e se conforma, porque é a única coisa que te resta.
Rindo ou chorando, você segue relembrando e amando essa pessoa toda vez que se lembra dela.
“Luz no Escuro: O Sorriso de Quem Também Precisa Ser Abraçado”
Algumas pessoas, pagam um preço silencioso para arrancar um sorriso de alguém.
Elas fazem graça, oferecem palavras leves, estendem a mão ,mesmo quando, por dentro, não encontram razão alguma para sorrir.
São almas sensíveis.
Daquelas que percebem no olhar aquilo que a boca insiste em negar.
Que escutam o tremor escondido na voz de quem diz: “está tudo bem”.
E, porque enxergam a dor do outro, escolhem ser abrigo ,ainda que estejam desabrigadas por dentro.
Talvez ninguém entenda por que justamente quem faz rir é quem menos tem vontade de sorrir.
Talvez nem elas mesmas saibam explicar.
Não é sempre um motivo específico. Às vezes não é um acontecimento, nem uma perda, nem um nome.
É apenas um cansaço da alma.
Um peso invisível que não se mostra, mas se sente.
Elas não fazem questão de revelar que não estão bem.
Aprenderam a guardar o próprio silêncio para não sobrecarregar ninguém.
Transformam a própria dor em cuidado.
A própria lágrima em força.
A própria falta em presença.
E, no fundo, fazem isso porque sabem exatamente como dói quando ninguém percebe.
Há pessoas que sorriem para salvar o mundo ao redor,
enquanto por dentro travam batalhas que ninguém imagina.
E talvez o maior ato de amor delas seja esse:
continuar sendo luz, mesmo quando estão aprendendo a caminhar no escuro.
Sejamos justos, algumas pessoas não merecem ser ajudadas por que estão órfãs e acomodadas dentro da própria infelicidade que virou um meio, torto de vida. Só devemos ajudar, quem pede ajuda em um momento difícil mas por vergonha da situação, vai fazer de tudo e mais um pouco para superar. A esmola consecutiva, vicia o cidadão que nunca irá buscar trabalho para ganhar o pão. Erra mais quem da do que quem recebe.
O autismo não limita as pessoas, pelo contrario em certos casos desenvolve um super foco e um fator recorrente de genialidade sobre um determinado assunto ou habilidade. O que limita, não o autista, mas a sociedade comum com quem ele convive é a desinformação, as superstições, as didáticas padrões e o múltiplos preconceitos não preparados do novo. E o pior que muitos poucos entendem como, o ser diferente luta dia a dia, para ser igual e receber o amor, o carinho e a atenção comum a todos, dentro de seu mundo divergente, tão especial.
Autor: @R_drigos
Martin Luther King, diante de milhares de pessoas em Washington, afirmou: “Se um homem não descobriu algo pelo qual esteja disposto a morrer, não está pronto para viver.” No discurso I Have a Dream, proferido em 28 de agosto de 1963, sua mensagem reverberou mundialmente ao defender coragem e comprometimento com princípios. No entanto, no século XXI, observa-se que a ausência desses valores tem conduzido grande parte da população a uma postura passiva diante das injustiças sociais. Dessa forma, é imprescindível discutir a importância dos valores humanos e o legado ético que desejamos transmitir às futuras gerações, a fim de fortalecer a convivência coletiva e promover uma sociedade mais justa.
Em primeiro lugar, é necessário reconhecer que a coragem de lutar por ideais constitui elemento central para o progresso social. A história comprova que transformações significativas sempre decorreram da determinação de indivíduos que não se limitaram a assistir aos acontecimentos, mas assumiram riscos em nome de seus princípios. A abolição da escravidão, a conquista dos direitos civis e a resistência a regimes autoritários são exemplos de avanços que só se concretizaram graças ao empenho de pessoas dispostas a enfrentar adversidades. Assim, para que se construa uma sociedade mais equitativa, é crucial que valores como coragem, justiça e respeito ao próximo sejam reafirmados e praticados cotidianamente.
Outro ponto relevante refere-se à percepção limitada de muitas famílias, que priorizam apenas a transmissão de bens materiais aos seus herdeiros. Tal perspectiva negligencia a relevância de disseminar valores éticos e morais. Quando a herança restringe-se ao aspecto econômico, perpetuam-se desigualdades e enfraquecem-se os pilares que sustentam a vida em comunidade. Portanto, o cultivo e a transmissão de princípios humanistas configuram uma necessidade urgente para assegurar a construção de um país mais solidário e responsável.
Além disso, é dever da sociedade compreender que o verdadeiro progresso não se mede exclusivamente pela acumulação de riqueza, mas pela capacidade coletiva de cultivar valores que orientem ações justas e solidárias. Somente por meio da valorização do diálogo, da empatia e da busca pela igualdade será possível edificar bases sociais duradouras e humanas. Dessa forma, reconhecer a centralidade dos valores na convivência social é fundamental para garantir um legado digno às próximas gerações.
Diante disso, cabe ao Ministério da Educação implementar, em âmbito nacional, programas pedagógicos voltados para a formação ética e cidadã, por meio da inclusão de projetos permanentes de mediação de conflitos, debates sobre direitos humanos e oficinas de empatia e diálogo nas escolas. Essas iniciativas devem envolver psicólogos, educadores sociais e mediadores de paz, além de campanhas que integrem família e comunidade escolar. O objetivo é fortalecer valores humanitários e formar indivíduos capazes de agir com responsabilidade na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
@R_drigos
As relações podem ser medidas pelo valor que as pessoas geram em sua vida. As melhores relações são feitas sem esperar valor algum.
Se dedicar como pessoa no mundo ser humilde e generoso. Tratar as pessoas bem sem querer a maldade dos outros o presente um prêmio da Vida Eterna com Deus . Deus quer isso ser amoroso com o próximo ser se deixar ser trilionário. Crescer na vida e ser uma pessoa humana e mais gentil.
✍🏻Há pessoas que olham para o Céu mas nunca questionaram as Estrelas. Apenas as apreciam. Acho que isso deve ser bom, pois as satisfaz!
Você tem duas opções: "Ficar sentado e culpar as pessoas e o mundo, ou, se levantar, crer em Deus e seguir em frente".
"Muitas pessoas entram no jogo de cassino não por maldade, mas porque têm sede de vencer na vida; o que elas não sabem é que o inimigo usa essa pressa para cegar a visão e roubar o que Deus quer prosperar com segurança."
