Pessoas Significativas
Fique atento às pessoas que torcem pela sua felicidade. São poucas, mas existem. Elas sim devem ser valorizadas. As que não torcem, despreze-as. Reciprocidade é tudo!
As pessoas que mais vão marcar a sua vida são as que se importam demais. Aquelas que chamam de loucas, ciumentas ou confusas. Elas ligam de madrugada para falar do que aconteceu, brigam, olham feio para os outros perto de você e fazem bico. Mas pensa: quem não gosta de saber que é desejado?
Quem não liga para você ou finge que não vê as coisas, não está nem aí. Já quem é "chata" está sempre do seu lado, não quer saber do seu dinheiro e te protege de tudo. Elas têm defeitos, mas se viram do avesso por você. São duronas, mas se você as tratar bem, viram as pessoas mais doces do mundo. Então cuide bem de quem briga e teima por você. Essa pessoa sim dá valor ao que você é.
Ando confuso pelas ruas,que parecem uma vitrine sem fim.
Vejo pessoas lindas bem vestidas desfilando,não sei são manequins,ou apenas corpos vazios.
Pessoas perigosas não são pessoas violentas.
Pessoas perigosas são aquelas que sempre concordam com você.
Ter é um verbo irregular, com oscilações e alterações.
Muito usado por pessoas possessivas,
Que não aceitam conjugá-lo no pretérito.
"Isso não é sobre língua portuguesa."
Eu fico fazendo os cálculos da distância,
Quando as pessoas precisam
de mim,
E quando precisei delas.
Perdi o interesse de voltar,
Isso inclui lugares e pessoas.
Quem não dá importância para minha presença,
Ofereço distância e ausência.
Sobre lugares e pessoas que eu prometi nunca mais voltar,
Até aqui,
Minha parte do nunca está mantida.
Pessoas com quem se possa conversar sobre absolutamente qualquer coisa _ do assunto mais sério ao mais “bobo” _ sem ter que pisar em ovos, são impagáveis.
As pessoas podem até amar seu jeito de falar, mas é pelo seu jeito de escutar que elas vão amar falar com você.
Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitas pessoas depressivas vivem à exaustão…
De tanto morrer a prestação.
Vitimando corpos que seguem em movimento enquanto o espírito já se despede em parcelas invisíveis, abatidos por uma dor que o mundo insiste em não querer contabilizar.
A depressão é, talvez, a forma mais lenta, silenciosa e medonha de luto: o indivíduo se despede de si mesmo gradualmente, sem flores, sem velório, sem alardes…
E o mais triste é que, ao contrário da morte física, essa não desperta o mínimo de compaixão — desperta julgamentos.
Às vezes, é muito mais fácil ver só fraqueza e frescura onde só há cansaço mental, e desleixo onde só há desespero, do que praticar a empatia.
Talvez um dia, quando entendermos que o sofrimento do outro também tem voz, ouçamos os que morrem devagar, antes que seja tarde demais.
Sempre houve, há, e infelizmente sempre haverá pessoas inidôneas em todas as searas profissionais.
Especialmente nas que são intrínsecas às nossas necessidades mais básicas.
Quer seja na Saúde, na Educação, na Segurança…
Ou até na seara Religiosa.
Esta última, infelizmente, é a que abriga os mais apaixonados.
Nela, se não fossem os inidôneos, talvez o próprio Cristo não tivesse experimentadoa mais medonha sinergia das fúrias humanas: perseguição, entreguismo e crucificação.
E para sustentar a premissa de que o crime jamais se sustentaria sem a coparticipação de parte do Estado — e de uma esmagadora parcela do povo —, há a retroalimentação do fanatismo.
Apaixonados que passam pano para desvios de conduta das suas paixões.
Ninguém do povo, com ao menos dois dos oitenta e seis bilhões de neurônios ativos,
deveria acreditar cegamente
que líderes religiosos e profissionais da segurança
são sinônimos de idoneidade.
Isso é mau-caratismo, capricho, fanatismo — ou ambos.
Foi-se o tempo das vocações…
Elas ainda existem, é verdade!
Mas os verdadeiros vocacionados são muito raros.
Nos bons e velhos tempos, poucos se vendiam.
Líderes religiosos eram quase sinônimo de santidade,
e policiais — de honestidade.
Infelizmente, a vocação levou uma rasteira da vaidade —
e muita coisa mudou.
E, infelizmente, para pior.
Hoje, o que se vê
é quase pura vaidade pela carreira, pelo status quo.
Só temo pela molecada…
E, pasmem, chamá-la de Nutella é bem mais fácil que ao menos tentar ser exemplo!
Ela segue cada vez mais sem norte,sem ter no que — e em quem — se espelhar.
Nos bons e velhos tempos em que muitos Moleques queriam ser Homens, não havia tantos homens fazendo papel de moleques.
Tem gente que passa a vida tentando parecer interessante.
Outras pessoas só prestam atenção e isso já basta.
Elas não competem, não convencem, não se explicam demais.
Observam, aprendem, seguem.
No fim, são sempre essas que deixam alguma impressão.
— Jess.
