Pessoas sem Conteúdo
Jamais estabeleça vínculos com pessoas dissimuladas e manipuladoras. Narcisista, maquiavélica, essencialmente absoluta.
Geralmente as pessoas certas se conhecem no momento errado, algumas demoram um pouco para descobrir isso, e outras só deduzem quando uma delas se vai.
A frivolidade é também uma forma de hipocrisia porque as pessoas não são aquilo. A pessoa, quanto mais frívola nos parece, mais esconde a sua natureza profunda.
Você pode sempre escolher em conviver entre pessoas INTERESSANTES ou INTERESSEIRAS. Tudo depende da sua consciência.
Vivemos em um mundo onde tudo que é real para algumas pessoas são as falsas mentiras na quais elas insistem acreditar.
Quando as pessoas que não te conhecem admiram você, elas estão vendo sua ilusão projetada e não o seu verdadeiro eu.
Pelo contrário, quando as pessoas que te conhecem bem te respeitam, provavelmente é porque você merece.
Nunca mude o seu jeito de ser por causa de pessoas que te acusam por ser diferente, mostre a elas que você se orgulha do que você é, e do que você faz.
Força, foco e fé.
Existem pessoas que vivem a sabotar a si mesmo, triste realidade, mas verdadeira na vida de muitos. Já parou para pensar como você está se sabotando? Pode ser quando almeja algo em sua vida e fica aí sentado sem fazer para alcançar seu objetivo ou mesmo quando está a investir em um relacionamento sabendo que não há futuro, negando-se uma oportunidade de ser feliz ao lado de quem realmente te mereça. Pense... Veja o que pode ser mudado em você! Há várias maneiras de começar outra vez, basta querer e levar a sério o que determinou em seu coração.
O amanhã só será o que deseja se você fizer do seu hoje diferenciado, não se acomode esperando cair do céu o que tem que ser feito por você. Deus ajuda e fará por você o impossível, mas o que cabe ao homem ele mesmo terá de tomar providências e colocar em ação sua força, seu foco e sua fé para vencer.
Enviado em 14/07/2016
Código do texto: T5697334
Ódio é o sentimento mais construtivo que existe, mas as pessoas o confundem com a raiva e com a ira.
Há algumas pessoas que se destacam para nós na multidão. E não há argumento capaz de nos fazer entender exatamente como isso acontece. Porquê dançam conosco com mais leveza nessa coreografia bela, e também meio atrapalhada, dos encontros humanos. Muitas vezes tentamos explicar, em vão, a exata medida do nosso bem-querer. A doçura de que é feito o olhar que lhes dirigimos. Os gestos de que somos capazes para ajudá-las a despertar um sorriso grande. E somente sentir nos bastaria se ainda não estivéssemos tão apegados à necessidade de classificar todas as coisas. De confiná-las entre as paredes das explicações.
Não importa quando as encontramos no nosso caminho. Seja lá em que momento for, parece que estão na nossa vida desde sempre e que, de alguma forma, mesmo depois dela permanecerão conosco. É tão bonito compartilhar a jornada com elas que nos surpreende lembrar de que houve um tempo em que ainda não estavam ao nosso lado. É até possível que tenhamos sentido saudade antes de (re)encontrá-las, pois estão tão confortáveis em nosso coração que a sua ausência, de alguma forma, deve ter se mostrado presente. E o que sentimos por elas vibra além dos papéis, das afinidades, da roupa de gente que usam. Transcende a forma. Remete à essência. Toca o que a gente não vê. O que não passa. O que é.
Por elas nos sentimos capazes das belezas mais inéditas. Se estão felizes, é como se a festa fosse nossa. Se estão em perigo, a luta é nossa também. E não há interesse algum que nos mova em direção a elas, senão a própria fluência do sentimento. Sabemos quem são e elas sabem quem somos e ficamos muito à vontade por não haver enganos nem ilusões entre nós. Ao menos, não muitos. Somos aceitos, queridos, bem-vindos, quando o tempo é de sol e quando o tempo é de chuva. Na expressão das nossas virtudes e na revelação das nossas limitações. E é com esses encontros que a gente se exercita mais gostoso no longo aprendizado do amor.
