Pessoas que nos Magoam
Pessoas não conhecem a sua história com Deus no secreto, mas Deus sabe o que você teve que enfrentar para está viva hoje!
A Expansão de Dois Universos
Há pessoas que atravessam a vida umas das outras como quem visita um lugar. Eu não.
Sempre acreditei que existem pessoas extraordinárias. Pessoas que carregam dentro de si universos inteiros. Com constelações ainda sem nome, galáxias jamais exploradas, oceanos profundos e infinitos esperando alguém suficientemente curioso para permanecer.
Talvez seja por isso que nunca consegui amar pela superfície. Porque a superfície nunca foi capaz de sustentar aquilo que eu procurava. O extraordinário é raro. E, quando dois universos raros se encontram, o desejo deixa de ser apenas estar ao lado. Passa a ser descobrir.
Descobrir os continentes escondidos nas palavras não ditas, decifrar as estrelas por trás dos medos, encontrar vida onde ninguém antes teve paciência para procurar. E, enquanto isso, permitir que alguém também percorra o meu pequeno universo. Não apenas para me possuir, mas para me conhecer. Porque universos não se conquistam. Universos se desvendam.
Existe algo extraordinário quando duas imensidões deixam de apenas se observar e escolhem explorar uma à outra. Não para que uma complete a outra, mas para que ambas se expandam. Cada descoberta amplia a seguinte. Cada pergunta abre espaço para novas galáxias. Cada vulnerabilidade ilumina uma parte que ainda permanecia invisível.
É como se dois infinitos, ao se encontrarem, não diminuíssem um ao outro. Ao contrário. Expandissem. Porque conhecer profundamente alguém nunca reduz o mistério. Apenas revela que o infinito sempre foi maior do que imaginávamos.
Talvez seja esse o encontro que sempre procurei. Não alguém que apenas me olhasse, mas alguém disposto a passar uma vida inteira descobrindo os infinitos que habitam em mim, enquanto eu faria o mesmo pelos infinitos que habitam nele.
E talvez seja por isso que, um dia, escolhi entregar o meu universo. Não em partes. Não apenas o que era bonito ou fácil de compreender. Entreguei também os silêncios, as cicatrizes, as galáxias ainda sem nome e os lugares onde quase ninguém teve coragem de permanecer. Porque um universo só pode ser verdadeiramente entregue quando alguém confia ao outro até aquilo que ainda não foi completamente descoberto.
Talvez poucos compreendam o peso dessa entrega. Mas quem compreende sabe que receber um universo nunca foi um privilégio comum. Foi um convite para uma jornada sem fim.
Há uma força que exerço todos os dias, e poucas pessoas a enxergam.
É a força de me colocar constantemente no lugar dos outros. De tentar compreender antes de ser compreendida. De acolher antes de pedir acolhimento. De medir cada palavra, revisar cada atitude, reconstruir a mim mesma inúmeras vezes para não ferir, não decepcionar, não sobrecarregar quem está à minha volta.
Passei boa parte da vida acreditando que esse era o amor.
Então fui me desfazendo aos poucos.
Respeitei os limites de todos, menos os meus. Carreguei responsabilidades que nunca me pertenceram. Silenciei dores para preservar a paz alheia. Tomei para mim culpas que não eram minhas. Vivi em permanente autoavaliação, tentando corrigir defeitos, controlar reações, encontrar maneiras de ser mais fácil para o mundo.
Enquanto isso, o meu próprio mundo desmoronava em silêncio.
Talvez seja por isso que a ansiedade e a depressão não sejam, para mim, apenas nomes. Elas também carregam o peso de uma vida inteira tentando sustentar aquilo que nunca esteve sob o meu controle.
Hoje percebo o quanto é perigoso viver assim.
Existe uma diferença enorme entre amar e abandonar a si mesmo.
Entre servir e anular-se.
Entre cuidar e esquecer que também se precisa de cuidado.
E talvez seja justamente aí que muitos de nós nos percamos.
Passamos tanto tempo tentando corresponder às expectativas, apagar incêndios, carregar dores que não são nossas e manter a vida de todos em ordem, que nos esquecemos de voltar para casa: para dentro de nós.
Precisamos nos lembrar, constantemente, de que cada pessoa é responsável pelas próprias escolhas, pelos próprios caminhos e pela própria alma.
Podemos aconselhar, amar, acolher, estender a mão. Mas não podemos viver a vida de ninguém, nem assumir responsabilidades que Deus nunca nos entregou.
Porque haverá um dia em que estaremos diante d'Ele.
E, naquele dia, não será possível dizer:
"Senhor, eu escolhi esse caminho porque me senti obrigada."
"Eu não tive tempo de cuidar da minha alma porque estava ocupado demais cuidando da vida de todos."
"Eu vivi tentando agradar, obedecer às expectativas e corresponder ao que esperavam de mim."
Cada um responderá pela própria vida.
Que essa verdade não seja um peso, mas um despertar.
Que ela nos lembre de que não fomos chamados a viver sufocados pelas expectativas do mundo, nem aprisionados pelas necessidades das pessoas, a ponto de abandonarmos a única alma que Deus confiou aos nossos cuidados.
No fim, talvez a pergunta mais importante não seja quantas vidas tentamos salvar.
Mas o que fizemos com a nossa, enquanto tentávamos carregar o mundo inteiro sobre os ombros.
"As pessoas surpreendem positivamente ou negativamente, defina como aprendizado e evolua a cada dia, porque na vida nem tudo é perfeito".🍃
"Existem pessoas que preferem te enterrar em uma narrativa falsa do que admitir que foram elas que seguraram a pá."
Você valida o ego alheio: Pessoas falsas tendem a inflar os outros, o que atrai quem busca apenas validação.
"Existem pessoas que são como caixas acústicas para a nossa alma; mesmo quando não emitimos som, elas sentem a vibração da nossa angústia ou da nossa paz."
"O silêncio compartilhado com as pessoas certas não é vácuo, é preenchimento; é a certeza de que o entendimento não depende de dicionários, mas de sintonias."
Muito obrigado a todas as pessoas que sempre me disseram a verdade, pois com elas aprendi a lapidar a pedra bruta da vida e retirar dela a excelência para vencer os obstáculos.
Faça do autoamor a sua bandeira! No fim das contas, pessoas vêm e vão, mas você fica. Trate-se bem. Trate-se com amor.
Há uma frase que eu gosto muito e que diz assim: “Não há inimigo fora de ti.” Em linhas gerais, talvez o segredo de tudo o que fazemos ou deixamos de fazer na vida não seja tão secreto assim. Está em nós. Em mim. Em você. Naquela pessoa que você encontra todos os dias no elevador, na fila do pão, no ponto de ônibus, na pista de caminhada, mas que você nunca perguntou nem o nome, muito menos olhou dentro dos olhos ao dar um bom dia (será que deu?). Porque é estranho. Esquisito. Desconfortável.
Assim como a grande sacada de tudo isso: é você o seu próprio vilão. É você o seu próprio herói. “Não há inimigo fora de ti”, lembra?
Ao mesmo tempo em que essa verdade liberta, ela dói. Porque às vezes tudo o que a gente precisa é de alguém – ou de alguma coisa – que nos livre da angústia de estarmos simplesmente com a gente mesmo. Já não experimentamos solitude. A roupa bonita e a casa arrumada só fazem sentido se formos receber visita ou se o plano é o de sairmos com alguém. Ir ao cinema sozinho, jantar sozinho, viajar sozinho, passear sozinho. Estranho. Solitário. Solidão. Será?
Eu só comecei a realizar os meus sonhos na vida quando eu parei de condicionar a minha felicidade a qualquer outro lugar que não esteja dentro de mim. Quando eu parei de culpar o outro pela forma como eu me sentia ou deixava de me sentir, pelas coisas que eu fazia ou deixava de fazer, pelas escolhas que, a bem da verdade, eram minhas, de mais ninguém.
Eu só comecei a efetivamente assumir as rédeas da minha vida quando eu parei de viver de “e ses” e de “quando isso acontecer, aí sim…” e passei a valorizar o agora.
Quando eu escolhi me amar e me respeitar apesar e justamente por causa dos meus defeitos. Quando aceitei e abracei as minhas vulnerabilidades. Quando entendi que sou falha, que não sei tudo, que não vi tudo, que não vou dar conta de tudo. E que está tudo bem.
Eu só comecei a viver relacionamentos mais saudáveis e mais empáticos com os outros – no amor, no trabalho, nas amizades, nas parcerias – quando aprendi a reconhecer e a exaltar o meu valor. Quando comecei a querer me arrumar e a me ver bonita para mim. Quando passei a enfeitar a casa e a mesa para mim. A cuidar do meu corpo e da minha mente para mim. A ser uma companhia querida e agradável para mim.
Sim, é válido e muito importante nos perguntarmos sempre: “Eu gosto de Fulano? Gosto da forma como Fulano me trata? Gosto de como me sinto quando estou com Fulano? Gosto de como me comporto? Mas, na mesma medida, será que você já se perguntou o quanto você se gosta? De que forma você se trata? De como você se sente quando a sua única companhia é você mesmo? De como você se comporta quando ninguém vê?”
Se você não se sente em paz com a sua própria companhia, confortável dentro do seu próprio corpo, preenchido com seus próprios silêncios, verdadeiro na sua própria pele, feliz simplesmente sendo você, sem máscaras, disfarces, justificativas e poréns, dificilmente você será uma boa companhia para alguém ou se sentirá confortável, preenchido, verdadeiro e feliz dentro do mundo, principalmente quando as necessidades de conexão e de pertencimento, inerentes ao ser humano, são tão grandes a ponto de nos afastar de nós mesmos, da nossa essência, dos nossos valores, das nossas buscas, de quem a gente realmente é.
Seja você a pessoa que você gostaria de ter como melhor amigo, aquela que você sempre deseja estar perto, que o faz sentir-se em que casa, que lhe traz paz, que lhe faz o bem.
No fim das contas, pessoas vêm e vão, mas você fica. Trate-se bem. Trate-se com amor. Você não precisa de ninguém para “salvá-lo” ou “fazê-lo feliz”.
Tudo bem, ninguém é uma ilha. É na conexão que nos reconhecemos e nos fortalecemos como seres humanos, mas você não precisa de nenhum salvador ou herói que não seja você mesmo. “Não há inimigo fora de ti.”
Algumas pessoas simplesmente não aceitam a felicidade daqueles ao seu redor. Elas se sentem incomodadas quando outra pessoa está vivendo os seus sonhos ou conquistando as coisas que sempre desejou. Para elas o sucesso do outro é como uma afronta e, por isso, sempre que alguém está realmente feliz, elas fazem de tudo para destruir a sua felicidade.
Infelizmente, é muito comum nos depararmos com essas pessoas em nossas vidas. Todas as vezes em que tudo está dando certo e estamos realmente felizes, satisfeitos com a maneira como tudo está acontecendo, não demora muito até aparecer alguém querendo nos prejudicar.
Essas pessoas chegam como amigas e, com o tempo, revelam suas intenções maldosas.
Elas não conseguem construir a própria felicidade e para sentirem-se melhor consigo mesmas, tentam estragar a felicidade dos outros.
Precisamos manter a distância de pessoas assim. Não podemos permitir que toda a nossa luta e esforço para alcançar o que temos hoje seja prejudicada por alguém infeliz consigo mesmo.
Nos momentos em que nossa estabilidade é testada por alguém que deseja tirar de nós o nosso chão, devemos nos impor, mostrar a nossa força.
Quando alguma pessoa tentar desestabilizar você, mostre a ela que sabe voar. Supere os seus próprios limites e deixe claro que nenhuma pedra no caminho é capaz de pará-lo.
Você não precisa aceitar a maldade de ninguém apenas para mostrar que é uma pessoa centrada e de bom coração.
Não permita que as palavras negativas de outra pessoa tirem sua paz. Use-as como um gatilho para o seu crescimento. Se tentarem tirar o seu chão, mostre que não precisa dele para ser feliz e ter sucesso, porque a sua verdadeira força reside dentro de você e por isso sempre será capaz de vencer qualquer problema que chegar em sua vida.
Tenha sempre muita certeza de quem você é e do seu valor. Assim, quando alguma pessoa lhe causar um dano, você saberá dar a volta por cima e conquistar muito mais do que tinha antes.
Em frente a um abismo, mostre as suas asas. Nunca se limite por nada nem ninguém.
Acredite em seu próprio potencial e liberte-se de toda a negatividade de pessoas mal-intencionadas.
A sua vida sofrerá uma grande mudança, quando você entender que não precisa aceitar que outras pessoas o diminuam ou roubem de você tudo aquilo que conquistou. Não fique preso ao lado de quem não lhe faz bem, nem ouça aqueles que não querem a sua felicidade. Voe!
Libra
Librianos tendem a ser pessoas controladas, fiéis e puras. Eles enxergam a beleza em tudo, raramente se desviam de sua paz, mesmo quando estão chateados, enxergam a vida com muito otimismo! Se você tem um libriano em sua vida, é muito sortudo, porque eles adicionam equilíbrio e confiança em seus dias, além de fazerem tudo ao seu alcance para que você sempre esteja bem.
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