Pessoas que Jamais Serao Esquecidas
Se sorrio com a Alma em prantos é porque aprendi que nem todas as pessoas merecem conhecer o que se passa dentro do meu íntimo
Em um mundo paralelo, talvez as pessoas ainda pudessem ser felizes juntas… Mas onde foi parar o amor?
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Já errei demais comigo mesmo e também com outras pessoas. Houve um tempo em que cheguei a culpar meus pais pela vida que eu levava. Mas hoje, quando olho para dentro de mim, busco respostas na minha própria consciência.
A vida é misteriosa. Não existe um guia pronto, apenas uma infinidade de decisões a serem tomadas. Enquanto eu tentava encontrar explicações para as coisas do mundo, acabei esquecendo de mim mesmo — daquele vazio sem propósito que existia dentro de mim.
Em meio à confusão que eu vivia, eu não conseguia compreender a maneira como meus pais lidavam comigo. Carregava uma busca incompreensível por amor e aceitação. Muitas vezes vivi sozinho, perdido dentro dos meus próprios pensamentos.
Até que entendi que Deus era tudo para mim.
E hoje eu me vejo lutando pela vida, tentando diariamente não me corromper. Em meio a tantas batalhas e dificuldades, busco permanecer firme nos valores que escolhi seguir, resistindo àquilo que o mundo oferece para desviar minha essência.”
Roubar a paz é roubar as vidas das pessoas. A nossa Nação é preciosa, zelemos pela paz que é um Bem tão raro nos dias de hoje.
Em 2025, digo e repito:
- Nem Machismo nem Feminismo, e sim pessoas afetivamente educadas para conviver em sociedade e com preparo para assumir os seus relacionamentos amorosos. Rejeito veementemente a
fazer parte da "Guerra dos Sexos", porque essa guerra não levou ninguém a lugar nenhum.
As pessoas esqueceram que as transições democráticas na América Latina foram negociadas na época com os próprios EUA para serem lentas e graduais, visando consolidar Estados fortes. Apesar das falhas, isso garantiu uma cultura de paz por muito tempo.
No caso da Venezuela, uma transição 'a fórceps' não trará o paraíso esperado. Não saberão lidar com os 'coletivos' (herança de Fidel e Chávez) e a história ensina: intervenção militar unilateral não resolve conflitos, só agravam as crises humanitárias. Falam em 'retorno' da democracia, mas a verdade é que a Venezuela nunca viveu sequer 50 anos de uma democracia estável.
A crise é muito mais profunda. Ela só poderá ser resolvida com oportunidades que incluam uma grande reconciliação nacional e a integração dos coletivos.
Condenar o regime do Maduro sempre condenei, durante anos escrevi um poemário extenso que registra inúmeras prisões políticas de presos políticos civis e militares.
Mas mesmo com tudo o que sabemos, os princípios de Direito Internacional não podem ser violados e a comunidade internacional reagir de forma irracional ou letárgica, porque se a crise humanitária transbordar ou ocorrer uma escalada ali ou em qualquer outro país do continente,
os EUA não pagarão a conta para nenhum país.
...
Procuro-te entre as pessoas,
embora resista a ser vista,
Ainda bem que é Carnaval,
e tudo termina em fantasia;
Porque no fundo sei que
aqui você não se encontra,
no meio da noite escura ---
Brindada com gotas de cristal
transformadas em prata pura
pela luz da iluminação pública,
a chuva cai solene nesta rua
misteriosa que é o silêncio,
Que me guiará para ser sua
pelo caminho da paciência
e da mais amorosa ternura,
Entre nós tudo continua
acontecendo mesmo cientes
que o melhor sequer
ainda nem mesmo começou,
Desde o dia em que nos conhecemos
o mundo nunca mais nos tocou.
"Rico de verdade é aquele que usa sua influência para unir as pessoas, tratando o mundo como uma única e grande família."
As pessoas julgam a verdade de Deus pela percepção de resultados imediatos, mas tudo na vida depende de tempo e fé. De que vale estudar por décadas se não for pela fé de conquistar um bom emprego?
Nada é mais ensurdecedor do que
o silêncio hipócrita de pessoas barulhentas, quando percebem que estão erradas.
Se você não souber o seu valor,
as pessoas vão te dar
apenaso que julgarem suficiente,
depois de priorizarem a si mesmas.
Cuidado com os conselhos de pessoas frustradas: a “luz” que elas emitem não está indicando o fim do túnel,
é um convite para o fundo do poço.
Muitas pessoas profundamente feridas falam sobre si para aliviar a dor e ressignificar seus traumas com um olhar menos agressivo. E, ao contrário do que muitos pensam, não buscam elogios: querem provar que quem tentou destruí-las estava errado.
"SE VOCÊ É TEMENTE A DEUS VERDADEIRAMENTE, A AFLIÇÃO DAS PESSOAS HONESTAS E DE CARACTER, SÃO TAMBÉM SUAS" Ademar de Borba
Há uma verdade incômoda que poucos têm coragem de encarar: a maioria das pessoas não vive, apenas reage. Seguem padrões, repetem pensamentos herdados, obedecem medos que nunca questionaram. Chamam isso de destino, quando na verdade é ausência de consciência.
Essa visão não pede fé cega exige lucidez.
Ela revela que a luz não vem de fora para te salvar. Ela nasce quando você ousa olhar para dentro sem filtros, sem desculpas, sem máscaras. Quando você encara suas próprias sombras e percebe que o maior cárcere nunca foi o mundo… foi a sua própria mente condicionada.
Ser livre não é fazer o que quer. É não ser controlado pelo que te limita.
A maioria espera um sinal, uma oportunidade, um “momento certo”. Mas o momento certo é uma ilusão confortável para quem teme agir. O poder real sempre esteve no agora na decisão consciente, firme, inegociável.
Não é sobre rebeldia vazia. É sobre a ruptura com a ignorância. É sobre recusar viver no automático. É sobre assumir a autoria da própria existência, mesmo que isso custe o conforto de pertencer ao comum.
Isso exige algo raro: responsabilidade total.
Sem culpar o passado.
Sem terceirizar o futuro.
Sem negociar com a própria consciência.
Você não é vítima do mundo.
Você é reflexo daquilo que tolera, alimenta e repete.
E aqui está o ponto que transforma tudo:
Tudo o que você não domina… te domina.
Seus pensamentos.
Seus hábitos.
Suas emoções.
Suas decisões adiadas.
O caminho não é externo. Nunca foi.
É interno, silencioso e muitas vezes solitário.
Mas é nesse caminho que você deixa de ser espectador da própria vida… e se torna criador.
Então a pergunta que permanece não é espiritual, filosófica ou abstrata.
É direta:
Você vai continuar sendo conduzido…
ou finalmente vai assumir o controle?
