Pessoas Pobres
Se os “justos juízes” de plantão, fossem pessoas desprovidas de pecados, como acreditam, o Filho do Homem já teria voltado.
Apareça para fazer a boa ação, de pessoas fazendo “boa ação” para aparecer, o mundo já está abarrotado.
Entre o Nascimento de 4,3 e o Óbito de 2 pessoas por segundo no Mundo, ainda sobra Idiota se achando a última Bolacha do pacote.
O mundo supera a marca de oito bilhões de pessoas, mas continua recheado de idiotas se achando a última bolacha do pacote.
Normalmente as pessoas que Mudam quando precisam de você, são as que mudam com mais Facilidade quando você precisa delas.
Tenho tanto medo de precisar de pessoas que mudam quando precisam de mim, que se preciso for, sacrifico a minha vida para ajudá-las.
Fuja das pessoas ruins…
Elas são capazes de tudo, inclusive tentar convencê-lo de que o ruim é você.
Mesmo nascendo mundialmente 4,3 pessoas por segundo e morrendo duas, ainda sobra Idiota se achando a última Bolacha do pacote.
Nem de longe os espíritos sebosos e deficientes se assemelham às pessoas intelectualmente limitadas.
Sempre que vejo pessoas de “bem” que se rotulam cristãs, destilando ódio, desejando a desgraça de alguém, só rogo ao Pai que jamais me permita habitar o céu que elas buscam.
Existem pessoas dignas de pena, e isso é uma coisa muito triste. Quando alguém me olha com pena, sinto que perdem o respeito pela minha história e enxergam apenas a figura fragilizada. Essa “solidariedade” envenena mais do que auxilia, pois revela preconceito velado, acham que minha existência se resume ao sofrimento, e não ao ser humano que ainda resiste.
A intolerância chegará a tal ponto que as pessoas inteligentes serão impedidas de fazer qualquer reflexão para não ofender os imbecis.
Vejo no rosto das pessoas o desejo de julgar-me sem conhecer minhas lutas, qualquer pergunta sensata sobre meu estado gera desconforto, pois confronta uma realidade que preferem ignorar. Nesse cenário, minha busca por entendimento e diálogo se tornam silenciadas, o medo de “ofender” alimenta intolerância ainda maior.
Pessoas mal resolvidas andam destruindo outros seres humanos, vejo o reflexo dessa destruição em cada comentário disfarçado de “conselho” que recebo, como se eu precisasse de “dica de vida.” Reconhecer a dor alheia como um projeto de poder me faz repelir qualquer ajuda guiada por interesse, mas também me isola, pois me torna cético até diante de intenções genuínas.
As pessoas são cruéis, elas têm medo de tudo que é diferente, porque a gente revela como elas são absurdamente iguais e entediantes, meu corpo marcado pelas sequelas e meu discurso melancólico mostram a quem me observa que a vida é dura, e isso assusta quem prefere ignorar qualquer desconforto.
Ao me ver diferenciado, projetam insegurança, ofendem-me até que eu me cale, e só depois percebem o quanto a uniformidade que tanto prezam aprisiona todos numa ilusão de normalidade.
Algumas pessoas se vão e, quando voltam, não cabem mais; não é rancor, é tempo. Tempo que moldou novos contornos em suas almas, que escavou distâncias silenciosas entre nós, e fez do reencontro um espelho onde já não nos reconhecemos. Porque certas ausências não se medem em dias, mas em metamorfoses.
Aprendi da forma mais dura: deixar o coração de lado e usar o cérebro como escudo. As pessoas são guerras silenciosas, pensam em si antes de estender a mão. Minha compaixão virou alvo, minha fragilidade, exploração. Hoje, sou um general cauteloso, planejando cada passo
em terreno hostil, pois a confiança cega só trouxe dor.
As pessoas são assim. Apesar de conhecer os perigos, embarcamos em aventuras.
