Pessoas Parvas e Idiotas
O mais difícil de tudo é perdoar a si mesmo.
– Qual foi a sua maior descoberta?
– Que basta ser do jeito que eu sou.
Nosso clube do livro nas sextas à noite se tornou nosso refúgio. É uma liberdade particular perceber que o mundo se torna cada vez mais escuro à sua volta, mas que só é necessária uma vela para enxergarmos novos mundos se revelando. Foi isso que encontramos na nossa sociedade.
"O humor corresponde à virtude humana da humildade e é apenas mais divino porque tem, por um instante, uma percepção maior dos mistérios.
Fazer nada com os amigos nunca é fazer nada, não é?
Acho que tenho um pretendente, mas ainda não me acostumei direito com ele. É incrivelmente charmoso e me faz corte com refeições deliciosas, mas às vezes acho que prefiro pretendentes nos livros em vez daqueles de carne e osso.
Transformo-me quando estou enfurecida e irritada. Quando quero algo, quero-o tão arduamente que fico obcecada até ter aquilo que desejo. Sou assim, tanto nas coisas materiais como sentimentais.
A lembrança dói. Meu cérebro tenta descobrir onde fica exatamente a dor, mas logo desiste, porque tudo dói.
Por vezes é preciso saber não atacar, não responder , nem tão pouco provocar. E o melhor a fazer passa pelos verbos eliminar e esquecer. Depois é só continuar e manter-se iguais a si próprios. Quem não sabe , nem quer saber lidar...nunca valerá a pena.
Ter saudades nem sempre representa afastamento, separação, debilidade, amargura.
Muitas vezes são fantásticas lembranças de momentos mágicos, etapas extraordinárias, e pessoas para as quais não temos definição. São recordações que vagueiam pela nossa mente. Aquelas que nos oferecem risadas, que nos fazem felizes pelo simples facto de revivermos, mesmo que apenas na nossa cabeça, momentos inolvidáveis e desiguais. Os tais momentos a que não lhes mudaríamos uma vírgula que fosse… mesmo com as reticências que se seguiram…e mesmo depois dos pontos finais.
Não meça seu valor pela forma como os outros o tratam.
O vento não é favorável
E eu nem esperava que seria
Eu vou no compasso da batida certa
Dançando com os erros da vida
Diga àqueles que te criticam: O que você faria e até aonde chegaria com os mesmos recursos (internos e externos) que usei para chegar até aqui?
Relacionamentos não são fáceis. Às vezes você tem que ouvir monólogos intermináveis sobre a migração dos triceratops, mas vale a pena para você ter um amigo pra vida toda. E às vezes você tem que comer uns cupcakes nojentos com a sua cara desenhada, mas vale a pena pra fazer a sua mãe sorrir. Às vezes você tem até que dar um desconto pro seu pai, mesmo que ele insista em falar só de chaves de fenda o tempo todo, porque, mesmo que ele não acerte sempre, pelo menos ele tenta, muito mais do que você imagina.
Eu acho que a estupidez é quase sempre um impulso, de que muitas vezes nos arrependemos. Já a inteligência...ou se tem, ou não se tem. E não há impulso que ofereça inteligência a ninguém.
Imagine como seríamos se tivéssemos menos medo.
