Pessoas Medíocres
Se eu sou gênio? Gênio e uma palavras muito forte.muitos medíocres da musica se achava o tal e eu era melhor que eles mesmo desconhecido. hoje sou medíocre e tem muitos desconhecidos melhores que eu...edione silva da paixao
Inveja é morte prematura,
e menos ainda,
a inveja é a mais medíocre de todas as mortes,
bem menos,
a inveja é viver morto(a).
"Qualquer um que não acredite em mudanças é um covarde. Não adianta se acomodar na mediocridade e pôr a culpa no destino. A vida não vem com manual de instrução, que diga exatamente o que devemos pensar e agir. Em muita coisa nos equivocamos por inexperiência, mas a vivência ensina que podemos e devemos mudar sim, voltar atrás ou deixar para trás e seguir em frente. O problema é que temos a mania de nos limitarmos, pois na verdade há um mundo de opções para escolhermos o que nos será melhor. Tenha a coragem de assumir quando sentir a necessidade de mudar. Quando o que te dá prazer não seja mais exatamente aquilo. Quando a sua mente não esteja em parceria com seu corpo. Quando as vontades de antes agora se tornaram outras. Quando você evoluir e o que estiver no seu passo não souber mais como te acompanhar... Mude quantas vezes for preciso, até encontrar a si mesmo. Sem hipocrisia e sem medo. Se mudar vai te transformar numa pessoa feliz, inteira e em paz, não perca mais tempo algum!"
É...Esta na Hora de VoCê aceitar oque é seu por direito,por mais medíocre ou divino que seja,e mudar!Poisa eterniade é pra poucos,e o mundo,é dos loucos!E lembre-ti sempre,se vc estiver na casa do Senhor é porque ,antes mesmo do mundo se formar,Deus sonhou com você.
Canibais de mediocridades desfalecem a fome, sou insônia, um momento apagado, buscam-me no anseio, expandem-se frios pelas vielas das cidades, sou imune, na morte declina-se no inverno, corpo meu, no inverso da mocidade...
Pessoalmente, se é que isso vale algo, acho Chico Buarque um compositor brilhante, um cantor medíocre e politicamente o considero imberbe. Na época da Banda ele ainda não tinha se exilado no desconforto da Île Saint Louis. Essa pequena paródia é apenas uma carona sem-vergonha na magistral A Banda e uma reflexão da pátria subtraída, na expressão do bardo. Menções a mensalões e outros “ões” ficam a critério da coloração política do leitor.
O bando
Estava bem indeciso
Duda Mendonça chamou
Para votar no PeTê
Lulinha paz e amor.
E tanta gente sofrida
Pensou livrar-se da dor
E foi votar no PeTê
Lulinha paz e amor.
O pobre diabo que não tinha dinheiro votou
O palanqueiro que contava vantagem contou
E quem sonhava com o Fome Zero
Votou para ver essa nova miragem
A marolinha que virou um tsunami cresceu
O Manteguinha os cordões da bolsa abriu
E a tigrada toda se assanhou
Votou na Dilminha
E então deu no que deu
O aposentado se esqueceu do cansaço e pensou
Que tinha vindo a bonança ... por isso dançou
A dona Dilma fechou as janelas
Pra não ouvir mais
O som das panelas
A coisa piorou mas o Guido insistiu
O rombo que estava escondido surgiu
A Economia toda enfeou
E foi a debacle que o governo causou
E pra total desencanto
O que era doce acabou
Agora vem o ajuste
Depois que o bando roubou.
Adeus as belas vitrines
Sem Minha casa melhor
Depois que o bando passou
Vejam o que sobrou.
Um perverso nunca vai achar seu valor,
Pois é medíocre demais se achando o tal,
Que na verdade não se passa de um perverso
Estamos num caminho onde o medíocre tem valor, o correto é impensado e a ignorância junto a malicia são argumentos para tudo.
Na probabilidade da vida, nunca devemos duvidar de uma pessoa medíocre ela pode nos surpreender com uma só atitude.
Poeta Obsoleto
Era só um poeta
Medíocre, de rimas pobres
Em poesias profanas
Para a musa idealizada
Se achava o tal
E era feliz em seu mundinho
Bastava-lhe o amor
Da que lhe dava inspiração
Mas seus sonhos ruíram
Implodidos num conto
De um infante contador
Infanto juvenil
O bom moço contador
Com porte de príncipe
Profanou todas as poesias
Do poeta cabisbaixo
Abandonou-lhe a inspiração
E a musa encantada
Pelos contos estampados
No peito do contador
Sem mais forças pra rimar
O poeta ultrapassado
Silenciou a poesia
Restando-lhe chorar
Suas noites insones
Outrora rabiscadas
Agora são testemunhas
Das lagrimas derramadas
O infante conta a alegria
Com mistérios e magias
Enquanto o velho poeta
Obsoleto, vê nascer o dia
Sem amor e sem humor
Silencia sua poesia
Para que não nao revele mais a sua dor
Em palavras rimadas e escritas
