Pessoas Indecisas

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Você aprende com pessoas traiçoeiras.
Três lições:

1. Nem todo mundo que diz que te ama quer o seu bem.

2. Nem todos em quem você confia serão leais.

3. Algumas pessoas passam pela nossa vida para nos ensinar a não sermos como elas.

A vida te apresenta as pessoas e elas não são plantas, cada um segue seu caminho. O bom é quando você conhece pessoas de verdade, porque a maioria é pura mentira!

Quando você percebe que a tristeza alheia é o combustível de certas pessoas, o seu silêncio e a sua indiferença se tornam a maior vitória.
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╰┈➤Tem pessoas que, quanto mais você tenta ajudar, mais elas te decepcionam.
A intuição te alerta, mas a compaixão te estimula a ter empatia mesmo sabendo que o vintém não vale nada....
Cada um oferece o que tem.⛁✧⚖️

Deus te reconstrói bem na frente das pessoas que te quebraram.
Você não precisa de vingança, precisa de Deus e trabalho duro.

Van Escher

Será que você está perguntando corretamente!?
Muitas pessoas perguntam sempre por quê e esquecem de perguntar pra quê.
Troque o porquê pelo pra quê: o futuro se edifica onde a gente constrói.


Van Escher

*Nem todo anjo vem do céu*
Cuidado com quem você confia os teus segredos. Existem pessoas que falam como anjo, se vestem como anjo, se comportam como anjo... mas são verdadeiros demônios por trás de você.
Aprendi que aparência não é essência.
E que Deus revela o que a boca esconde, ainda que doa descobrir.
Prefiro uma verdade que liberta do que uma mentira que me abraça disfarçada de anjo.
_Van Escher_

Antigamente se jogava carta fora. Hoje se joga pessoas.
— Van Escher

*Não existe milagre tipo transformar água em vinho, existem sorrisos, pessoas gentis, crianças correndo pelas praças, amantes se entregando na madrugada, amores nascendo de um encontro, mães chorando de alegria no parto e pais entendendo a partida do filho.*
(Saul Beleza)

Vivemos em uma época marcada pela ansiedade e pelo imediatismo, em que muitas pessoas já não sabem lidar com desafios ou encontrar soluções para seus problemas.

Existem pessoas que são carniças pulsantes, infestadas de vermes, esquecidas na escuridão do próprio ser. Ao menor sinal de luz em alguém, avançam como pragas vorazes, dilacerando sem piedade até o último resquício de brilho, apenas para ocultar a imundície que as devora por dentro.

A dor muda as pessoas, algumas se tornam rudes, outras se tornam silenciosas.

As pessoas vivem em modo de sobrevivência, zumbis funcionais, presas a rotinas que já não questionam. São espectros de si mesmas, movem-se, mas não despertam, respiram, mas não vivem.

O tempo leva pessoas, mas deixa lições.

As pessoas me perguntam por que minhas frases nascem sempre cobertas de tristeza, por que falam tanto de dor. A resposta é simples e cruel. Eu sou fruto do abismo. Fui moldado nas pedras frias da cachoeira. Senti a água gelada arrastar a infância de mim, como se o tempo me afogasse antes de eu aprender a respirar. Ali, o antigo eu morreu, silencioso, afogado em medo e inocência. E o que subiu de volta pela encostar pedregosa, já não era uma criança… era um sobrevivente, meio homem, meio sombra, aprendendo a existir entre o que restou e o que se perdeu.

É uma perda de tempo esperar a aceitação integral de quem só consegue conceber a vida e as pessoas em fragmentos.

As pessoas que julgam a sua jornada com o rigor de quem nunca calçou seus sapatos são apenas ecos vazios de uma realidade que não lhes pertence, vozes sem peso no palco da sua história, e o erro fatal é dar a essas opiniões o poder de ditar o ritmo ou a direção do seu próprio barco. Feche os ouvidos para o barulho da plateia desinteressada e ajuste as velas para o rumo que só você vê, pois a aprovação dos outros é um prêmio ilusório que se desfaz ao primeiro sinal de sua autêntica vitória, e a paz que importa é aquela que você encontra quando se deita, certo de ter sido fiel à sua essência.

A maioria das pessoas se preocupa mais em parecer feliz nas redes sociais do que em construir uma alegria real e inabalável dentro de si.

É alarmante ver pessoas falando sem conversar e ouvindo sem escutar, uma multidão absorta que prefere manter o som do silêncio.

Às vezes, o que as pessoas chamam de "cura" é apenas o hábito de carregar a dor sem mancar tanto, um jeito de esconder a deficiência da alma para não incomodar a estética alheia. Eu prefiro mancar abertamente, exibindo minha humanidade defeituosa como uma bandeira de resistência.