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Pessoas Distantes

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Três coisas das quais Jó tinha saudades: a saúde, as pessoas que ele amava e ouvir a voz de Deus.

O coração do homem é tão idólatra que, quando não idolatra coisas ou pessoas, idolatra a si mesmo.

Há uma distância entre você e algumas pessoas que se foram. Elas não partiram porque queriam, mas porque a espada do Espírito as afastou de você.

“Líder, não valorize em sua equipe pessoas cujo interesse pessoal esteja acima da lealdade e da coletividade.”
- Anderson Silva

Nos atos insanos façam amor
Esqueça a guerra...
Mais não esqueçam das pessoas,
Todos atos insanos pela ganância,
Tantas lágrimas veladas pelos filhos perdidos.
Tudo é feito por louco...
Os grandiosos diluem a paz e a descoberta de novas descobertas...
De novos valores para a humanidade próspera...
Num suposto sonho de esperança vivemos em uma época remota no tempo...

"Se quiser viver a sua vida melhor é preciso compreender que, pessoas que possuem mentes doentes, que vivem ao seu redor, mentem."

"As piores pobrezas que venho testemunhando nas pessoas não ocorrem em suas gramáticas, nem em seus bolsos, e sim, nas maldades de seus espíritos."

"Jamais permitirei que a esquizofrenia das pessoas com quem convivo o meu dia a dia, me obrigue a mudar a minha maneira de ser, de agir e de pensar. Posso garantir que será mais fácil os médicos aumentarem as doses dos medicamentos utilizados pelos esquizofrênicos, para que estes possam conviver em paz ao meu lado."

"Somos reféns de nossas decisões. Jamais conseguirei compreender porque as pessoas preferem destruir quem sempre se disponibilizou fazer algo útil para sua família, sem nunca ter solicitado nada em troca, a não ser o implicitado respeito moral. Seu caráter vem do berço, e é formado através da repetição de bons hábitos nas relações afetivas entre pai e filho. Quando adultos, nossas atitudes devem ser coerentes com nossas índoles. Não há volta após um grande erro."

A maldade e o ódio destilados por certas pessoas jamais me impedirão de tratar bem as crianças delas!

As pessoas tendem a buscar conforto em ideias que as façam sentir bem, e ignorar as verdades desconfortáveis.

"Se perguntarem se eu tenho fé, diria: minha fé é ajudar as pessoas."

⁠As pessoas se togam com tanta pressa para julgar possíveis envolvidos em assuntos sensíveis, que nem dá tempo de calçar as sandálias da sensibilidade.


Vivemos tempos em que a velocidade da opinião ultrapassa, e com muita folga, a profundidade da compreensão.


Antes mesmo que os fatos respirem, já há sentenças sendo proclamadas — não nos tribunais formais, mas nos corredores digitais onde cada voz ecoa como se fosse absoluta.


Julgar tornou-se um impulso quase automático, um reflexo condicionado retroalimentado pela ansiedade de se posicionar.


Mas a sensibilidade exige pausa.


Exige escuta.


Exige, sobretudo, a humildade de reconhecer que toda história tem camadas invisíveis aos olhos muito apressados.


Calçar as sandálias da sensibilidade é um gesto simples, porém raro: significa escolher sentir antes de condenar, compreender antes de rotular, acolher antes de afastar.


Quando deixamos de lado essa sensibilidade, corremos o risco de desumanizar o outro — transformando pessoas em narrativas rasas, em culpados convenientes ou inocentes idealizados, sem jamais considerar sua complexidade.


E, nesse processo, algo em nós também se perde: a capacidade de olhar com empatia, de duvidar com honestidade e de esperar com respeito.


Talvez o verdadeiro desafio não seja formar uma opinião rápida, mas sustentar o silêncio necessário para amadurecê-la.


Porque, no fim das contas, não é sobre ter razão — é sobre não ferir injustamente.


E isso, quase sempre, começa com o simples gesto de parar… e calçar, com cuidado, as sandálias da sensibilidade.

⁠As pessoas podem até amar seu jeito de falar, mas é pelo seu jeito de escutar que elas vão amar falar com você.

⁠Pessoas com quem se possa conversar sobre absolutamente qualquer coisa _ do assunto mais sério ao mais “bobo” _ sem ter que pisar em ovos, são impagáveis.

⁠Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitas pessoas depressivas vivem à exaustão…


De tanto morrer a prestação.


Vitimando corpos que seguem em movimento enquanto o espírito já se despede em parcelas invisíveis, abatidos por uma dor que o mundo insiste em não querer contabilizar.


A depressão é, talvez, a forma mais lenta, silenciosa e medonha de luto: o indivíduo se despede de si mesmo gradualmente, sem flores, sem velório, sem alardes…


E o mais triste é que, ao contrário da morte física, essa não desperta o mínimo de compaixão — desperta julgamentos.


Às vezes, é muito mais fácil ver só fraqueza e frescura onde só há cansaço mental, e desleixo onde só há desespero, do que praticar a empatia.


Talvez um dia, quando entendermos que o sofrimento do outro também tem voz, ouçamos os que morrem devagar, antes que seja tarde demais.

Sempre houve, há, e infelizmente sempre haverá pessoas inidôneas em todas as searas profissionais.


Especialmente nas que são intrínsecas às nossas necessidades mais básicas.


Quer seja na Saúde, na Educação, na Segurança…


Ou até na seara Religiosa.


Esta última, infelizmente, é a que abriga os mais apaixonados.


Nela, se não fossem os inidôneos, talvez o próprio Cristo não tivesse experimentadoa mais medonha sinergia das fúrias humanas: perseguição, entreguismo e crucificação.


E para sustentar a premissa de que o crime jamais se sustentaria sem a coparticipação de parte do Estado — e de uma esmagadora parcela do povo —, há a retroalimentação do fanatismo.


Apaixonados que passam pano para desvios de conduta das suas paixões.


Ninguém do povo, com ao menos dois dos oitenta e seis bilhões de neurônios ativos,
deveria acreditar cegamente
que líderes religiosos e profissionais da segurança
são sinônimos de idoneidade.


Isso é mau-caratismo, capricho, fanatismo — ou ambos.


Foi-se o tempo das vocações…


Elas ainda existem, é verdade!


Mas os verdadeiros vocacionados são muito raros.


Nos bons e velhos tempos, poucos se vendiam.


Líderes religiosos eram quase sinônimo de santidade,
e policiais — de honestidade.


Infelizmente, a vocação levou uma rasteira da vaidade —
e muita coisa mudou.


E, infelizmente, para pior.


Hoje, o que se vê
é quase pura vaidade pela carreira, pelo status quo.


Só temo pela molecada…


E, pasmem, chamá-la de Nutella é bem mais fácil que ao menos tentar ser exemplo!


Ela segue cada vez mais sem norte,sem ter no que — e em quem — se espelhar.


Nos bons e velhos tempos em que muitos Moleques queriam ser Homens, não havia tantos homens fazendo papel de moleques.

"A maioria dos senhores das guerras são pais, filhos e religiosos. São pessoas, mas que abriram mão disso, mesmo sabendo a importância das coisas que realmente importam. São seres que deixaram de existir como pessoas e ignoram a humanidade, a vida de cada ser vivo. São seus próprios desejos e ambições, e sempre alimentam seu ego e arrogância, assim como sua prepotência. São senhores de si mesmos, seus próprios deuses. Isolaram a culpa, e o sangue de quem morre rega seu próprio mérito."

Senhores das guerras
Por Marcio Melo

Amigos especiais são aquelas pessoas que fazem toda a diferença no sorriso e na alegria da gente!

Em um mundo onde algumas pessoas são "expert" na mentira, ser autentico é o que te faz diferente!