Pessoas Complicadas
Para algumas pessoas minha gentileza, até minha empatia,
Já minha confiança, não tenham tanta certeza.
Se um louco estiver dirigindo, furiosamente, um veículo, matando e ferindo gravemente as pessoas ao invés de tratar dos que foram feridos por ele, é melhor, primeiro parar o louco.
Se você não entende pessoas, você não lidera.
Apenas ocupa um cargo.
O caminho para conhecer pessoas?
Heteroconhecimento!!!!
Você tem duas opções: "Ficar sentado e culpar as pessoas e o mundo, ou, se levantar, crer em Deus e seguir em frente".
"Celebre a vida e a obra das pessoas enquanto elas estão vivas. Elogie e demonstre seu carinho pelas pessoas enquanto elas ainda podem sentir. Flores depois da morte não têm o mesmo perfume e nem o mesmo significado."
"Liderar pessoas é um privilégio que exige preparo. O líder que não domina a si mesmo se torna um risco para a sua equipe, pois suas falhas e inseguranças podem comprometer todo o trabalho. Por isso, invista primeiro no autoconhecimento e no autocontrole. Ao liderar a si mesmo, você construirá a base sólida necessária para se tornar uma referência segura para os outros."
“A forma mais eficiente de implantar uma ideia é fazer com que as pessoas cheguem, por si mesmas, à conclusão, oferecendo as ferramentas necessárias.” -Isaac C. P. Ribeiro
"A maioria dos senhores das guerras são pais, filhos e religiosos. São pessoas, mas que abriram mão disso, mesmo sabendo a importância das coisas que realmente importam. São seres que deixaram de existir como pessoas e ignoram a humanidade, a vida de cada ser vivo. São seus próprios desejos e ambições, e sempre alimentam seu ego e arrogância, assim como sua prepotência. São senhores de si mesmos, seus próprios deuses. Isolaram a culpa, e o sangue de quem morre rega seu próprio mérito."
Senhores das guerras
Por Marcio Melo
Vazios de Si:
Vivemos numa era onde as pessoas são tão cheias de razão e tão vazias de si.
O pior, porém, vem daqueles que abdicam da realidade
para habitar um mundo imaginário —
por vezes autoritário, talvez confortável para si,
mas sempre opressivo para os outros.
Aí não há diálogo: há imposição de vontade.
E quando o bom senso deveria prevalecer,
voltamos ao início:
são tão cheias de “razão”
e tão vazias de si.
O mal não busca amizade, busca refúgio: duas pessoas de má índole se unem para que nenhum precise sentir vergonha de quem realmente é.
