Pessoas Alegres
"Certas pessoas entram em nossa vida apenas, para serem guias ou facilitadores de algum sonho ou projeto. Isso não significa que elas permanecerão ou que farão parte dele".
☆Haredita Angel
"Amar alguém é um dom de Deus.
Pena que poucas pessoas sabem disso.
-Ame muito! - Principalmente, quem lhe ama.
Perdoe quantas vezes for necessário.
Recomece sempre que precisar.
Amar é preciso, viver não é preciso!"
...e feliz ano!
☆Haredita Angel
- Pessoas de ego grande,
eu acho-as engraçadas...
- Elas São, Fazem e Acontecem...
Eu não!
- Eu vou lá e mato bem caladinha!!!
#eusoumuitomazinha
☆Haredita Angel 03.08.18(Facebook)
"Não discuto com pessoas grosseiras, pois elas têm PHD em estupidez, eu não!"
☆Haredita Angel
16.03.2018
" Que venham novos amores,
novas histórias, novos momentos...
Que novas pessoas cruzem nossos caminhos e enfeitem nossas vidas"
Feliz Ano Novo Pessoal!
Haredita Angel
17.12.15
"Ensino sim, aos meus filhos a amarem
as pessoas ausentes.
Amizade, carinho, fraternidade e outras
coisitas mais, não é uma questão de Estaré uma questão de Ser.
E, eu SOU!
E, ensino aos meus filhos SER!"
Haredita Angel
01.05.16
"Deus abençoe as pessoas que falam sozinhas e sorriem sozinhas.
São pessoas felizes, de pensamentos felizes."
Haredita Angel
04.09.24
"Às vezes nos afastarmos de certas pessoas é muito difícil, porém necessário!"
Haredita Angel
26.10.13
Eu sei que em alguns lugares,
algumas pessoas me pintam de vilã,
distorcem os meus feitos...
Mas, eu não me explico à julgamentos externos, e não vou perder tempo tentando mudar suas percepções.
Sei da minha integridade.
Respeito o nível de cada um.
Daí me afasto, protegendo a minha energia, o meu bem estar, e consciente de que já fui e continuo sendo luz e exemplo no caminho dessas pessoas.
Haredita Angel
10.11.25
Vê se entende...
- Foram momentos felizes com pessoas diferentes!
Nada importante!
Eu acho...
Haredita Angel
04.02.21
-Revolucionário é não levar a vida,
as pessoas e as palavras tão ao pé da letra.
-Rigidez mental traz sofrimento nesse mundo de imprevisibilidade.
-Libertador é ser resiliente!
Haredita Angel
21.03.26
"O tempo vai passando e levando coisas, pessoas, lugares, momentos...
E nos talhando com lembranças, histórias, saudades...
É... O tempo é um grande artista!"
Haredita Angel
02.06.25
"Não invejo, mas admiro a beleza da caminhada de pessoas que evoluem com graça em linha reta.
De alguma maneira isso mapeia os meus passos em zigue-zague cheios efeitos especiais..."
Haredita Angel
27.07.26
"Eu adoraria que algumas pessoas cinzentas fossem transparentes,
assim eu não teria que vê-las."
Haredita Angel
19.10.25
-Que ironia!
As pessoas que são a favor do aborto, tiveram mães a favor da vida.
Mulheres que lhes deram o direito de nascer
Haredita Angel
24.09.18
Pessoas com quem se possa conversar sobre absolutamente qualquer coisa _ do assunto mais sério ao mais “bobo” _ sem ter que pisar em ovos, são impagáveis.
As pessoas podem até amar seu jeito de falar, mas é pelo seu jeito de escutar que elas vão amar falar com você.
Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitas pessoas depressivas vivem à exaustão…
De tanto morrer a prestação.
Vitimando corpos que seguem em movimento enquanto o espírito já se despede em parcelas invisíveis, abatidos por uma dor que o mundo insiste em não querer contabilizar.
A depressão é, talvez, a forma mais lenta, silenciosa e medonha de luto: o indivíduo se despede de si mesmo gradualmente, sem flores, sem velório, sem alardes…
E o mais triste é que, ao contrário da morte física, essa não desperta o mínimo de compaixão — desperta julgamentos.
Às vezes, é muito mais fácil ver só fraqueza e frescura onde só há cansaço mental, e desleixo onde só há desespero, do que praticar a empatia.
Talvez um dia, quando entendermos que o sofrimento do outro também tem voz, ouçamos os que morrem devagar, antes que seja tarde demais.
Sempre houve, há, e infelizmente sempre haverá pessoas inidôneas em todas as searas profissionais.
Especialmente nas que são intrínsecas às nossas necessidades mais básicas.
Quer seja na Saúde, na Educação, na Segurança…
Ou até na seara Religiosa.
Esta última, infelizmente, é a que abriga os mais apaixonados.
Nela, se não fossem os inidôneos, talvez o próprio Cristo não tivesse experimentadoa mais medonha sinergia das fúrias humanas: perseguição, entreguismo e crucificação.
E para sustentar a premissa de que o crime jamais se sustentaria sem a coparticipação de parte do Estado — e de uma esmagadora parcela do povo —, há a retroalimentação do fanatismo.
Apaixonados que passam pano para desvios de conduta das suas paixões.
Ninguém do povo, com ao menos dois dos oitenta e seis bilhões de neurônios ativos,
deveria acreditar cegamente
que líderes religiosos e profissionais da segurança
são sinônimos de idoneidade.
Isso é mau-caratismo, capricho, fanatismo — ou ambos.
Foi-se o tempo das vocações…
Elas ainda existem, é verdade!
Mas os verdadeiros vocacionados são muito raros.
Nos bons e velhos tempos, poucos se vendiam.
Líderes religiosos eram quase sinônimo de santidade,
e policiais — de honestidade.
Infelizmente, a vocação levou uma rasteira da vaidade —
e muita coisa mudou.
E, infelizmente, para pior.
Hoje, o que se vê
é quase pura vaidade pela carreira, pelo status quo.
Só temo pela molecada…
E, pasmem, chamá-la de Nutella é bem mais fácil que ao menos tentar ser exemplo!
Ela segue cada vez mais sem norte,sem ter no que — e em quem — se espelhar.
Nos bons e velhos tempos em que muitos Moleques queriam ser Homens, não havia tantos homens fazendo papel de moleques.
As pessoas se togam com tanta pressa para julgar possíveis envolvidos em assuntos sensíveis, que nem dá tempo de calçar as sandálias da sensibilidade.
Vivemos tempos em que a velocidade da opinião ultrapassa, e com muita folga, a profundidade da compreensão.
Antes mesmo que os fatos respirem, já há sentenças sendo proclamadas — não nos tribunais formais, mas nos corredores digitais onde cada voz ecoa como se fosse absoluta.
Julgar tornou-se um impulso quase automático, um reflexo condicionado retroalimentado pela ansiedade de se posicionar.
Mas a sensibilidade exige pausa.
Exige escuta.
Exige, sobretudo, a humildade de reconhecer que toda história tem camadas invisíveis aos olhos muito apressados.
Calçar as sandálias da sensibilidade é um gesto simples, porém raro: significa escolher sentir antes de condenar, compreender antes de rotular, acolher antes de afastar.
Quando deixamos de lado essa sensibilidade, corremos o risco de desumanizar o outro — transformando pessoas em narrativas rasas, em culpados convenientes ou inocentes idealizados, sem jamais considerar sua complexidade.
E, nesse processo, algo em nós também se perde: a capacidade de olhar com empatia, de duvidar com honestidade e de esperar com respeito.
Talvez o verdadeiro desafio não seja formar uma opinião rápida, mas sustentar o silêncio necessário para amadurecê-la.
Porque, no fim das contas, não é sobre ter razão — é sobre não ferir injustamente.
E isso, quase sempre, começa com o simples gesto de parar… e calçar, com cuidado, as sandálias da sensibilidade.
