Pessoas Alegres
"Não seja um ganhador de pessoas, seja um ganhador de almas.
A diferença está na entrega ao Reino."
—By Coelhinha.
"Sabe porque algumas pessoas te abandonaram? Porque PARDAIS não andam com ÁGUIAS. SE PREPARE PARA VOAR À LUGARES ALTOS."
—By Coelhinha
A maioria das pessoas que reclamam não quer entender a causa do problema e tampouco ajudar na luta pela solução.
MAMÃE!
Quando pessoas que tanto amamos vão se embora, a vida se torna menos. E para dar continuidade, seguimos sangrando e deixando rastros de esperança de um dia podermos reencontrar. CLARIANO DA SILVA (2018)
Muitas pessoas se autodefinem como “intensas”, mas o que chamam de intensidade, na verdade, é uma mistura de insegurança, imaturidade e arrogância. A intensidade verdadeira é entrega, profundidade e conexão; não é metralhar palavras de ódio nem usar ofensas como escudo. O que vemos, muitas vezes, é um ego frágil disfarçado de força, uma incapacidade de lidar com frustrações transformada em ataques verbais. É curioso como alguns acreditam que ferir o outro é uma forma de se proteger, quando na realidade apenas revelam suas próprias deficiências emocionais.
Essa confusão cria um ciclo vicioso: a insegurança gera medo, o medo provoca agressividade, a agressividade afasta quem está por perto, e o afastamento aumenta ainda mais a insegurança. O resultado é uma solidão construída pela própria pessoa, que insiste em chamar de intensidade aquilo que nada mais é do que imaturidade. É polêmico dizer isso, porque muitos preferem romantizar o termo “intenso”, como se fosse uma virtude, quando na prática é apenas uma desculpa para não assumir responsabilidade sobre a própria falta de maturidade emocional.
O problema é que essa postura destrói vínculos e mina qualquer possibilidade de relação saudável. Quem confunde intensidade com arrogância não percebe que está sabotando a si mesmo. A intensidade genuína não precisa de ataques, não precisa de defesas inflamadas, não precisa humilhar o outro para se sentir forte. Ela se manifesta em vulnerabilidade, em coragem de se expor sem medo de ser inferiorizado. Mas para chegar a esse ponto é preciso autoconhecimento, é preciso reconhecer fragilidades, é preciso aceitar que maturidade não nasce do grito, mas da escuta.
Talvez o maior desafio seja admitir que não é o mundo que nos inferioriza, mas nós mesmos que nos recusamos a enxergar nossas limitações. Enquanto isso não acontece, a arrogância continuará sendo vendida como intensidade, e a imaturidade continuará afastando pessoas que poderiam ser fonte de crescimento e afeto. A verdadeira intensidade não é barulho, é profundidade. E quem não entende isso, continuará confundindo ego inflado com força, quando na verdade está apenas revelando sua própria fragilidade.
“Envelhecer é destino; amadurecer, conquista. Há pessoas que atravessam meio século de existência sem jamais alcançar o limiar da consciência. Permanecem presas a jogos de vaidade, disputas mesquinhas e gestos que revelam mais capricho do que lucidez. A infantilidade, nesse estágio, já não é inocência: é recusa deliberada. Recusa em assumir o peso das próprias escolhas, em reconhecer que o tempo exige profundidade, em aceitar que a vida não se sustenta em provocações rasas. O corpo carrega cinquenta anos, mas o espírito permanece raso, buscando o deleite de aborrecer ao invés da sabedoria de compreender. É o retrato de quem envelhece sem se tornar inteiro.”
Enquanto mais conheço pessoas, mais percebo que a elegância está vestida de simplicidade e não de rótulos e invólucros sociais. Encontrei mais elegância calçada de chinelos que vestida de etiquetas....
E que sejamos elegantes em nossas almas!
As pessoas verdadeiras em nossas vidas são aquelas que não precisam dizer uma palavra se quer para demonstrar o quanto se importam conosco, já o resto, são apenas hologramas.
Hoje em dia, muitas pessoas vivem com um completo desprezo pelo que acontece ao seu redor, no chamado “dane-se”. Isso revela o quanto perderam a percepção e o cuidado com o mundo em que vivem. Não se trata apenas de saber o endereço onde estão, mas sim de valorizar e se importar verdadeiramente com a realidade próxima, com as pessoas e com o entorno que os cercam.
Há uma mania que aprisiona: o peso de enjoar das coisas e das pessoas, que conduz a perdas profundas. Vive-se na ânsia do que está por vir, desejando o novo, o distante, e, assim, deixando escapar o encanto do que já repousa nas mãos, o brilho das conquistas que já existem. Sonhar e desejar é semente que faz florescer. mas olhar apenas para o horizonte do que se quer, pode ofuscar a beleza do presente que já sustenta.
Quero
Andar com Deus.
Quero o sol de cada manhã.
Quero estar onde me sinta bem.
Com pessoas que eu gosto por perto.
Quero fazer algo importante na minha vida e que reflita de forma positiva na vida de outras pessoas.
Viver sem ambição e sem pressa.
Não julgue
Na caminhada da vida, encontramos pessoas cujas ações ou palavras podem nos confundir ou até magoar. Mas nunca vemos tudo. Cada ser carrega histórias invisíveis, batalhas silenciosas e escolhas que desconhecemos. Julgar é enxergar apenas um fragmento do todo, uma sombra que mal revela a realidade. Antes de concluir, respire, observe e lembre: há sempre mais além do que os olhos alcançam.
Políticos que usam da necessidade das pessoas para se promoverem através da falsa filantropia, são dignos de nosso repúdio e desprezo.
"Existem pessoas que, quando você está perto, nem percebe o tempo passar. A energia é tão positiva que você facilmente ficaria horas e horas ao lado delas, sem se preocupar com mais nada."
Não basta olhar coisas e pessoas com os olhos que a terra há de comer... tem que enxergar mais além... tem que enxergar com os olhos da alma.
"Hoje em dia, muitas pessoas julgam umas às outras somente pela aparência, sem sequer conhecer a história daquela pessoa."
