Pessoa que esperou vida toda pelo amor
Durante a trajetória da minha vida, aprendi a carregar uma borracha e um lápis. Uso a borracha para apagar tudo o que deu errado e o lápis para escrever uma nova história. Não me preocupo com o que as pessoas pensam sobre mim, tampouco perco meu tempo com quem insiste em viver do próprio rascunho
Por caminhos que trilhei, os meus pés feridos estão, e os ombros tão cansados com o peso da cruz.
E as lagrimas insistem em meu rosto molhar. Só tu Jesus querido, é quem pode enxugar.
Eu clamo desesperadamente por misericórdia, que o Senhor Jesus ilumine a minha vida e me traga a vitória, encha os meus dias de esperança e vida!
E se eu perder tudo nessa vida, tua presença eu terei.
Há tempos vejo histórias de navegantes e astronautas. Navego na imensidão das estrelas, me encontro neutro no sonhar e no acreditar. Apenas espero uma estrela mais brilhante, mais quente, mais viva. Para um dia, talvez, eu ser capaz de amar.
Teus atos dirão quem você é e sua mente os confirmará, assim a mente passará a saber quem realmente és.
Meu coração corre mais que um rio quando quer encontrar o mar. Meu coração corre, porque quer chegar e te amar.
A felicidade nem sempre pode ser colhida no local e tempo em que foi plantada. Ela às vezes germina quando e onde menos esperamos.
TUDO NOVO - DE NOVO!
Nunca é tarde para recomeçar
Nunca é tarde para sonhar:
idealizar
planejar
realizar
A vida é para todos
A vida é de todos
é um dom
é para os bons
E para os ruins, também.
Não é exclusividade de ninguém
o que vale é a decisão
que se toma de coração
De a ela (vida) se render
E ao autor da mesma, obedecer
para a vida desfrutar
seja o preço a pagar...
ACREDITAR:
Que sempre é tempo para COMEÇAR
Que sempre é tempo para RECOMEÇAR
Que sempre é tempo para ALCANÇAR
Que sempre é tempo para ACREDITAR.
E a verdade é que a gente sempre sabe a hora certa de desistir. Mas insiste até não aguentar mais. E vai sofrendo, colecionando decepções atrás de decepções. Eu sei que não se deve culpar ninguém pelo o que passamos, contudo, se a gente não crescesse ouvindo: " a esperança é a última que morre", talvez, não as alimentasse tanto.
Tem dias que dá vontade de erguer um muro e se esconder atrás dos tijolos. É preciso de um pouco de paz de espírito. É necessário rabiscar na parede da alma e colocar tudo pra fora. Tudo que eu preciso é de tempo, um pouco de mim, um pouco de vida. Rabiscar tudo de novo e de novo, escolher com calma palavras que sejam boas o suficiente pra dizer que o amanhã pode não chegar, que o orgulho pode ser inútil e que a parede da ilusão pode cair. Mas enquanto isso, eu repenso, repenso no existir. Posso até implodir o edifício das lembranças, mas os destroços das memórias ficam.
E de repente o dia virou noite
As cores sumiram
Em frio se tornou o calor
As estrelas se apagaram
E o amor virou dor
Fecho os olhos
O medo me dá pavor
Mas acreditando eu vou
Que a vida não se resume em como estou
A vida chama as situações de momentos,as intenções de pensamentos,as vontades de desejos,do sonho de história a conquistar,do amor o aprender e o compreender com quem esteja,do coraçao a realidade da nobreza,do amanha o dia que pode mudar,do olhar a visão do encontrar,do querer só depende de você,o que escolher,entenda que toda paisagem tem uma visagem,todo poder tem um motivo,e o alerta é um aviso.O futuro é uma semente.o que voce tem plantado,usando a coerencia para ter ou ser,amar ou ser amado.
Ela havia prometido: -Nunca mais vou me apaixonar.- E assim passou de pessoa para pessoa, todas já com um prazo de validade, mal se passava um mês, e o amor de sua vida, já era substituída por outra, sem rodeios, sem meras despedidas.
Sim, ela era intensa, embarcava sem medo e sem olhar para trás até a próxima estação e um “obrigada pela carona”. Hã, se ela soubesse como o coração pode ser traiçoeiro às vezes. E foi assim, em uma noite como qualquer outra que mais uma pessoa preparava o navio, mas esse era diferente, pois desta vez não era ela que iria embarcar.
Ana se sentou, meiga, quieta, dava para contar nos dedos as palavras que, vez ou outra, deixava escapar de sua boca. Enquanto isso, Dulce, mal deixara espaço para o silêncio, e entre pequenas pausas, perguntava dentro de si, quais mistérios esse corpo escondia.
A curiosidade fisga, e foi assim que a noite lhe deu uma surpresa espetacular do quanto alguém pode despir suas máscaras quando se está em quatro paredes, porque é bem nesse momento, que qualquer pessoa se torna frágil, a boca cala, mas o corpo, o beijo e o olhar falam mais do que deveriam.
Passaram-se minutos e os detalhes, aqueles que ela havia esquecido, iniciaram a palpitação de seu coração. Era a mão tocando no rosto, os olhares fixos um no outro, atravessando a armadura que ela tinha feito com tanto cuidado.
Passaram-se horas e o toque batia com força em sua alma, não deixando sinais a olho nu, apenas as marcas da vontade, os arrepios que eram desenhados a dedo.
Passaram-se dias, e ela, que nunca tomou cuidado com as palavras, agora, as escolhia minuciosamente. Buscava a melhor pessoa em si, aquela, guardada a sete chaves em que jurara entregar apenas a quem merecia.
Passaram-se as noites, e tudo começou a mudar. A luz que entrava pelo seu quarto, não era mais a que deixava as paredes e os móveis em preto e branco, era o brilho natural que combinava com a pele daquela menina, mulher, tão delicada, tão natural.
Singelo era mesmo quando ela deitava de costas. Dulce observava o coque que ela fazia em seu cabelo, a mistura de alguns fios soltos e outros presos, parecia tão peculiar que depois de algumas horas observando, encostava seu corpo no de Ana e respirava fundo o ar que, agora, era de uma só.
E assim foram se passando, minutos, horas, dias, noites, noites, dias, horas, minutos até os segundos de suas últimas palavras, do último encostar de mãos em seu rosto, do último beijo de despedida e da última estação em que Ana parou- Adeus, obrigada pela carona- E o barquinho continuou navegando.
