Permanecer
Nem sempre perdoar significa permanecer;
às vezes, é preciso tornar-se inacessível não por orgulho,
mas para impedir que a ferida se repita.
Não somos terreno baldio
para o lixo afetivo de ninguém.
É hora de colocar na balança o que vai permanecer neste novo ano que se aproxima, e o que merece, de uma vez por todas, ser descartado da vida. E do coração. É chegada a hora da faxina. Da limpeza. Dentro. Para colher algum resultado fora.
Só quando a dor de permanecer na mesma situação for maior do que a dor da mudança é que você abraçará a mudança.
Fica de Olhos Fechados
Tu deves
permanecer de olhos fechados
para ser tocado por algo
muito mais leve.
Fica de olhos fechados
e acorda
a inocência.
(Do Livro: Trago folhas por dentro do silêncio
que me acende de Suzete Brainer)
Boa noite ao irmão
Dentro do coração
A última atividade
É permanecer com humildade
Com carinho e atenção
A palavra que conduz
É a do Mestre da Luz
Dentro do pensamento
Lembrando a todo momento
A oração de Jesus!
O inimigo não descansa, mas o nosso Deus não dorme. Cabe a nós permanecer vigilantes, firmes na fé e fazendo sempre a nossa parte.
Quem cala não consente, quem cala exerce o direito constitucional de permanecer em silêncio. Além do que, qualquer pessoa é presumidamente inocente, até que o transito em julgado prove o contrário. Portanto, permanecer calado não é se intitular culpado. É não fazer prova contra si mesmo. Responder para quê? Se não sabes o que pode comprometer. CF/88
Importar-se é mais que sentir ,
é escolher permanecer.
Eu me importo, sim. Mas não por obrigação, nem por costume.
Me importo quando há reciprocidade, quando o vínculo é feito de verdade e não de conveniência.
Me importo quando há aliança não apenas de palavras, mas de atitudes.
Quando o respeito é a base e o cuidado é mútuo.
Porque afeto sem respeito é só apego disfarçado.
E presença sem compromisso é só ausência com outro nome.
Então, sim, eu me importo.
Mas só onde há espaço para ser inteiro, e não apenas útil.
Na real
Livre solidão
Tudo que eu quero é a solidão
Permanecer em minha própria companhia
E nela refletir das benesses que com você posso dividir
E dos sacrifícios que para tal se vai exigir.
Quem derá houvesse uma fórmula mágica.
Ou um elixir, que ao beber venha o desfrute da paz e da serenidade,
Que mora junto as almas ligadas em eterna lealdade.
-
Leonardo Procópio
8 de Novembro de 2023
O amor nem sempre é, ou se resume ao, aspecto físico. Amar é estar presente, permanecer mesmo sem benefícios e ser quem fica para comemorar os seus sucessos.
A idade é apenas um número. O corpo envelhece, mas a mente pode permanecer jovem, se assim escolhermos, minha mãe era sábia e "coruja". O tempo não nos define; é a consciência que molda quem somos.
Não é a idade que muda o ser humano, mas a forma como ele encara a vida. Educar os filhos é abrir portas para um mundo novo, transmitir valores que ultrapassam gerações e os prepararam ao futuro com sabedoria, como leitura, acampar, pescar, caçar, ética ou outros valores.
A morte é inevitável, mas não precisa ser temida. Ela chega a todos, em qualquer lugar. O que realmente importa é como vivemos até lá. Um corpo em movimento, faça alongamento, caminhas, musculação...etc....leitura, uma mente ativa, não se deixa aprisionar pela depressão ou pela estagnação.
Assim como a pedra que rola não cria limo, também nós, em movimento, evitamos o peso da inércia. Preocupar-se com vários problemas é inevitável, mas não devemos esquecer que a vida é feita de partilha: tente ajudar aos próximos, mesmo quando resistem, é um ato de amor.
O equilíbrio é a chave. Comer, beber, viver os prazeres — mas sempre com medida. O excesso nos afasta da essência da vida, que é sentir-se bem, em harmonia consigo mesmo e com o mundo. Mesmo com algumas estripulias, que fazemos em alguns dias.
E afinal, que outro “mundo” buscamos? Se ainda não compreendemos plenamente este? Aqui, nesta Terra que nos acolhe, podemos aprender a cuidar uns dos outros e da Natureza, nossa Mãe. Sobreviver, sim, mas sobretudo viver com alegria e plenitude.
Feliz Dia da Terra, minha querida Mãe Terra!!! De um dos seus filhos que a adora Gaia, mas perante a outros, tão grandes!
“Quem já viveu os extremos não se perde na alegria nem se desfaz na dor; aprende a permanecer.” - Leonardo Azevedo.
Há momentos em que tudo parece frio e difícil.
Ainda assim, permanecer de pé é coragem.
Insistir também é fé.
A consciência deve permanecer tranquila a respeito de um acontecimento indesejado, se não há nada que possa ser feito, se o possível erro não está claro, já que não compensa ficar se culpando, buscando encontrar respostas, trazendo um desânimo para mente, uma angústia veemente ao coração, logo, é melhor seguir em frente
Certamente, houve uma razão alheia, que fez dispensar a necessidade de uma conversa, simplesmente, por falta de consideração ou por ser uma decisão difícil e assim evitar um clima chato, de qualquer forma, foi uma atitude imediata, desagradável, incompatível até com a menor satisfação, então, passa a ser um desgaste em vão ficar pensando nisso
O vitimismo não se faz presente nesse caso, o fato é que não faz sentido ficar de mal consigo por causa de uma responsabilidade inexistente, pelo menos, até que se prove o contrário pela pessoa que não quis chamar para conversar e assim, por suas razões, decidiu partir e ficar afastada, portanto, não vale a pena insistir com uma culpa infundada.
O Direito de estar Errado e O Dever de não permanecer no Erro
O erro não é o caminho sensato — melhor que não existisse — mas, infelizmente faz parte do ser humano e ninguém está isento, claro; é um direito estar errado em certos momentos por ser um mal necessário e um jeito muito difícil de conseguir aprendizado, que não precisa daqueles julgamentos dos outros com aquele ar de superioridade como se não fossem de carne e osso — o que não passa de uma falsidade.
O problema é permanecer no erro, errando de propósito, sem nenhum peso na consciência, ignorando tudo que já deveria ter aprendido, fomentando a própria tristeza, causando conflitos internos e externos; a fraqueza da imaturidade, da falta de bom senso, de pé na realidade — exemplo do desperdício do tempo de vida onde tudo é brevidade, que vai permitindo cada vez menos tentativas.
Com ela não poderia ser diferente: não quer ser julgada quando errar, também não carece de aprovação, pois o percurso até o sucesso não é percorrido sem falhas; os erros dos ensaios contribuem para os acertos de uma grande apresentação, o sabor de uma meta antiga sendo alcançada; não uma justificativa para insistir no mesmo erro, nem para ensaiar eternamente sem aplicar nada.
