Perdoar e ser Humilde

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Quando não há nada a ser dito...
Quando há apenas expressões...
Quando o que está por dentro se manifesta de outra forma....
Esteja atento...! há quem entenda seus gestos, seu jeito...
Há amigos que não usam palavras
Há olhares que apenas falam...e isso basta.
________ *FranXimenes* (autora)
21*11*15

A idolatria pode ser dispensada, mas o reconhecimento jamais !

Frio na barriga, borboletas no estômago, ah o amor...quero ser seu par.

A pureza, a inocência,
e o amor verdadeiro são
natos do ser humano.

Flávia Abib

A pessoa munida de bondade e compaixão (as quais são "virtudes" INATAS do Ser, ou se nasce com... ou não!), trazem na alma a empatia, e identificam-se, através do silêncio do olhar.

Flávia Abib

O AMOR que vale à pena, que devemos lutar e aceitar ser SOZINHO, único e sem necessidade da reciprocidade, é o AMOR PRÓPRIO.

Flávia Abib

No silêncio, o Ser e o universo oram como um só.

Ser transparente demais às vezes deixa até a alma transluzente... mas prefiro assim.

Flávia Abib

A diferença entre quem você é e o que você vai ser, está e estará sempre nas tuas atitudes.

Flávia Abib

Talvez a coisa mais difícil que há para ser seja ser autêntico.

Alguns sentimentos devem ser ouvidos,
não explicados.

Deus existe. Essa poderia ser a sentença ideal para iniciar um livro. Ou talvez: Deus não existe.
Qual delas prenderia mais a atenção do leitor?
Nada é simples assim. Nem uma, nem outra. Ambas são complexas, teses de difícil comprovação. No campo da fé, a primeira frase pode convencer com facilidade, sobretudo pessoas crédulas. Já a segunda talvez encontre terreno ainda mais fértil se o leitor for cético, agnóstico ou mesmo religioso sem convicção profunda. Em ambos os casos, não se trata de verdade ou mentira imediata, mas do lugar íntimo de onde o leitor parte. A frase inicial não prova nada; apenas revela quem lê.
Seguindo por esse caminho, este será o meu livro mais inquietante. Não porque eu nunca tenha tratado desse tema. Ao contrário, como filósofo, escrevi muitos livros que, de uma maneira ou de outra, trabalharam com essas duas possibilidades. Mas este é diferente. Ele nasce do lugar em que me encontro agora.
Para um leitor curioso, este livro será uma janela aberta para dois abismos. Duas escolhas, duas teses, duas possibilidades. Ainda assim, creio que será um trabalho penoso. Habitar o espaço entre esses dois polos, descer ao mais tenebroso caos para investigar, sob uma perspectiva dialética, questões que há milênios retiram a paz de homens e mulheres de alma profunda, exige coragem.
Se Deus não existe, estamos perdidos. Revoltados, em desespero total, sem nenhuma base para a esperança. Com essa afirmação, Deus não existe, enterramos a metafísica e já não necessitaremos buscar sentido nessa ciência frágil. Então, comamos e bebamos, surtemos e executemos todos os desejos carnais, certos de que não haverá julgamento nem punição moral após a morte, apenas o retorno ao pó.
Contudo, antes de concluir qualquer uma dessas afirmações, é preciso investigar a história de ambos os lados. As pessoas que acreditaram em cada uma dessas posições, o que as levou a sustentar tais teses e quais foram os resultados morais, sociais e históricos dessas escolhas.
Mas de onde partiremos, na corrente do tempo? Em que lugar cultural fixaremos nosso ponto de partida? Que história ou mito serviu para determinar o princípio de tudo? Seria ideal partir de uma crença específica, de uma tradição particular, ou isso seria um argumento frágil, sem credibilidade universal?
Se eu escolher o óbvio, o mito de Adão, não lograrei êxito com aqueles que não creem na tradição oral ou escrita dos judeus. Talvez, se optar por outro cerne, como a cultura africana, ainda assim enfrentarei sérios problemas para resolver essa questão inicial. O impasse persiste.
Contudo, é preciso definir um ponto de partida e seguir adiante. O atraso excessivo também é uma forma de recusa. O que me ocorre agora é outra possibilidade. Sugerir várias origens, vários mitos, várias tradições, e deixar a critério do leitor qual delas melhor lhe servirá.
Talvez não caiba a este livro impor uma origem, nem eleger uma tradição soberana, mas oferecer caminhos. Permitir que cada leitor escolha de onde olhar para o abismo. Afinal, a pergunta sobre Deus talvez diga menos respeito à resposta correta e mais à coragem de sustentar a pergunta.
Então, antes de fixarmos a mente no homem como ser racional ou como criação divina, levantemos os olhos. Olhemos para as estrelas.
Comecemos com um pouco de ciência. Observemos o universo não como metáfora, mas como fato. Sabemos hoje que ele não é estático. Expande-se. Galáxias afastam-se umas das outras, o espaço se dilata, o tempo carrega consigo a memória de um início violento e incompreensível. Houve um momento inaugural, que a ciência chama de Big Bang, no qual matéria, energia, espaço e tempo surgiram juntos, sem testemunhas, sem linguagem e sem propósito declarado.
A ciência descreve o como com rigor crescente. Fala de inflação cósmica, de forças fundamentais, de partículas elementares, de um universo que lentamente se organiza a partir do caos primordial. Mas permanece silenciosa quanto ao porquê. Ela mede, calcula, observa, mas não confere sentido. Talvez não seja essa a sua função.
É nesse ponto que a pergunta por Deus reaparece, não como afirmação, mas como hipótese extrema. Onde Deus caberia nesse projeto? Antes do início, como causa primeira? Como princípio organizador? Ou como invenção tardia de uma consciência assustada diante da vastidão e do silêncio?
Olhar para cima é um gesto filosófico. Diante da imensidão indiferente do cosmos, o homem percebe sua fragilidade e, ao mesmo tempo, sua singularidade. Somos poeira que pensa, matéria que pergunta, universo tentando compreender a si mesmo. Se Deus existe, talvez não esteja nos detalhes morais imediatos, mas nesse espanto original diante do infinito. Se não existe, o espanto permanece, talvez ainda mais cruel.
Todo evento, afirma a ciência, necessita de um observador, pois acontece em um ambiente, no espaço e no tempo. Essas condições são frágeis, mas reais. É dentro delas que algo pode ser reconhecido como acontecimento. Essa probabilidade científica, instável e limitada, talvez seja tudo o que temos para buscar algum sentido no estado das coisas físicas, materializadas. Fora disso, restam apenas hipóteses, silêncio e a vertigem de tentar compreender um universo que existe independentemente de nos perceber.

A paz pode ser abalada, mas a essência nunca pode ser roubada.

Triste pessoa aquela que não é capaz de amar, mas que ama ser amada, valorizada e priorizada, só para engrandecer seu ego e não se sentir só. Ela fica ali, te dando esperanças de algo que não vai prosperar, algo que não vai florescer e isso vai apenas definhar-te.

Errar não é errado;
Ser errado me ajuda a continuar;
Se continuo posso me ferir;
Feridas cicatrizam;
E cicatrizes são meu legado.

O casamento não e feito de dinheiro e nem brincadeira.
Deus o fez para ser a uniao de dois corpos para ser o templo de Deus.
Se não for capaz de respeitar não case.

Nunca pare de lutar! 💪 A vida não foi feita para ser fácil, mas é justamente aqueles que se atrevem a ir contra o fluxo ⚡ que conseguirão se firmar e prosperar 🌱. Acredite com todo o seu coração ❤️: no fim das contas, a vitória sempre estará ao nosso alcance 🏆!

Não se pode ser chefe de cozinha se não sabe ligar um fogão.

Ser cristão não tem a ver com ser perfeito, mas com não se contentar com a imperfeição.

Ela aprendeu a ser abrigo para si mesma.