Perdi uma grande Amiga

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A mulher mais honesta não resiste à tentação de parecer sedutora e, sem pensar em dar uma esperança, não desgosta de deixar um espinho.

A virtude vem de nós mesmos. É uma escolha que só a nós pertence. Quando um homem perde a capacidade de escolher, deixa de ser homem.

Se o bicho da seda tecesse para ligar as duas pontas, continuando a ser uma lagarta, seria o assalariado perfeito.

Uma mente nobre tem vergonha de não se arrepender.

Pois se o eu é odioso, amar ao próximo como a si mesmo torna-se uma atroz ironia.

Quem recusa uma lisonja é porque procura ser lisonjeado duas vezes.

Paciência: uma forma menor de desespero, mascarada de virtude.

Chega uma hora em que a mente alcança um plano mais alto de conhecimento mas nunca consegue demonstrar como chegou lá.

A vida é uma história contada por um idiota, cheia de som e de fúria, sem sentido algum.

Uma verdade deixa de ser verdadeira quando mais de uma pessoa acredita nela.

Tem cuidado com os custos pequenos! Uma pequena fenda afunda grandes barcos.

É a ambição de possuir, mais do que qualquer outra coisa, que impede os homens de viverem de uma maneira livre e nobre.

Para saber uma verdade qualquer a meu respeito, é preciso que eu passe pelo outro.

Nenhum homem é uma ilha, completo em si próprio; cada ser humano é uma parte do continente, uma parte de um todo.

A felicidade é uma recompensa para quem não a procura.

Um idealista é uma pessoa que ajuda os outros a prosperar.

Uma das trágicas coisas que eu percebo na natureza humana é que todos nós tendemos a adiar o viver. Estamos todos sonhando com um mágico jardim de rosas no horizonte, ao invés de desfrutar das rosas que estão florescendo do lado de fora de nossas janelas hoje.

Devemos ter uma boa memória para sermos capazes de cumprir as promessas que fazemos.

Uma revolução é uma opinião apoiada por baionetas.

Gosto dos epitáfios; eles são, entre a gente civilizada, uma expressão daquele pio e secreto egoísmo que induz o homem a arrancar à morte um farrapo ao menos da sombra que passou.

Machado de Assis
Memórias póstumas de Brás Cubas (1881).