Perdi uma grande Amiga

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Ciclos falidos,
Não
Te impulsionam,
Para
Uma fase melhor.

Para enxergar outras portas, outras entradas ou saídas.
Se faz necessário uma virada de chave.

Tudo é uma questão de gosto,
Há quem atravesse o deserto para mergulhar no mar,
Há quem não saia do lugar e prefira mergulhar numa poça.

Sobre meu passado eu vendi o prédio inteiro por uma pechincha.
O tempo até demoliu,
Não existe mais.

Uma dose sem gelo por favor,
Pra desinfectar a ferida de um amor líquido,
Oferecido a conta gotas.

Eu recomeçarei quantas vezes for preciso,
Escrever em uma folha em branco tem um gostinho diferente.

Dizia que era amor,
Mas tinha uma taxa de paz a ser paga.
Prefiro não expor tá?

Durante milênios, a palavra ‘mulher’ foi usada para descrever uma realidade biológica: o sexo feminino da espécie humana. Mas nas últimas décadas, surgiu uma nova forma de entender essa palavra, não apenas como biologia, mas como identidade.


E é aqui que nasce uma das discussões mais complexas do nosso tempo. De um lado, pessoas afirmam que ser mulher é, antes de tudo, uma experiência interior, uma identidade vivida.


De outro, há quem diga que a palavra ‘mulher’ não pode ser separada do corpo, da biologia, da história material de quem nasce do sexo feminino.


O conflito não é apenas político.
É filosófico.
Estamos discutindo uma pergunta antiga da filosofia: o que define aquilo que algo é?
É a natureza?
É a experiência?
É a linguagem que escolhemos usar?


Quando uma sociedade redefine palavras fundamentais, como homem, mulher, sexo ou gênero, ela não está apenas mudando um vocabulário. Ela está reorganizando categorias inteiras da realidade social. E toda mudança desse tipo inevitavelmente gera tensão, dúvidas e debates.


Quando uma época perde a coragem de encarar a realidade, começa a reinventar as palavras para não ter que enfrentá-la.

Uma vez um homem sem medo disse: Socorro!

Uma caminhada, por mais curta que seja, só é digna se feita com suas próprias pernas.

A CONFISSÃO DA NOITE
(O uivo das sombras internas)

Como uma loba,
às vezes libero,
num uivo híbrido,
minhas emoções
mais funestas no ar.
E na total escuridão,
numa noite intrépida
como testemunha
e cúmplice daquilo
que só eu sinto…
Resta o esplendor
do luar.

Lu Lena / 2026

O LAGO DOS CISNES
(Fragmentos de um esquecimento lúgubre)

Vi uma casa no campo com flores silvestres e um lago de cisnes. Vi anjos de luz brincando em nuvens de algodão. Ouço vozes celestiais; elas me cobrem com um véu transparente que flutua do céu. Vejo nele respingos rubros. Olho meus dedos e vejo tinta, como gotículas de sangue que choram do meu coração. Sono. Pálpebras seladas por um esquecimento lúgubre.

Lu Lena / 2026

⁠O Amor é Como Uma Semente, Que Brota aos Poucos e Dura Para Sempre Porque Tem Raiz.

"Eu sou como uma chave,depois que me perdem só ficam as cópias"

o fracasso não é uma opção, é a consequência da desistência.

Hoje entendo que felicidade não é um lugar onde chegamos.
É uma presença que escolhemos cultivar.

A triste realidade atual é que certos homens sabem da força de uma mulher, por isso quando atacam uma, tiram a vitalidade delas para sempre.

" Voltar-se para o que realmente permanece. Esse movimento interior constitui uma das formas mais discretas de progresso moral. "

“Respeitar uma mente brilhante não significa protegê-la de críticas, mas tratá-la com a mesma honestidade intelectual que ela ensinou.”

Cada bomba que cai em Gaza e no Irã é uma memória dos Arquivos de Epstein que faz questão de lembrar.